{"id":9683,"date":"2025-07-11T20:11:00","date_gmt":"2025-07-11T23:11:00","guid":{"rendered":"https:\/\/aurum.com.br\/blog\/usufruto\/"},"modified":"2025-07-21T07:55:51","modified_gmt":"2025-07-21T10:55:51","slug":"usufruto","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/usufruto\/","title":{"rendered":"Usufruto: conceito, caracter\u00edsticas e esp\u00e9cies"},"content":{"rendered":"<div id=\"bsf_rt_marker\"><\/div>\n<pre class=\"wp-block-preformatted\">O <strong>usufruto<\/strong> \u00e9 um Direito Real que permite uma terceira pessoa usar, gozar e usufruir dos frutos e utilidades de bem alheio, sem que se altere a sua subst\u00e2ncia.<\/pre>\n\n\n\n<p>J\u00e1 imaginou desfrutar dos benef\u00edcios de uma propriedade sem, necessariamente, ser o dono dela? Essa \u00e9 a realidade do usufruto, um conceito intrigante do Direito que oferece a algu\u00e9m a chance de usar e aproveitar temporariamente bens e recursos de propriedade de outrem. <\/p>\n\n\n\n<p>Seja uma casa, um carro, ou at\u00e9 mesmo uma planta\u00e7\u00e3o, o usufruto abre um mundo de possibilidades e nuances legais que vale a pena explorar. Entenda mais sobre esse instrumento legal que equilibra direitos e responsabilidades, navegando entre a posse e a propriedade de bens. <\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que \u00e9 Direito Real?<\/h2>\n\n\n\n<p>O <a href=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/glossario-juridico\/direito-das-coisas\/\" data-type=\"URL\" data-id=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/glossario-juridico\/direito-das-coisas\/\">Direito das Coisas<\/a> \u00e9 o conjunto de normas que busca regulamentar as quest\u00f5es jur\u00eddicas entre a pessoa e as coisas, os bens. <strong>Dentro do Direito das Coisas est\u00e3o os Direitos Reais, que disciplinam os direitos e atributos inerentes \u00e0 propriedade. <\/strong><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que \u00e9 Usufruto?<\/h2>\n\n\n\n<p>O usufruto pode ser brevemente conceituado como um Direito Real que <strong>permite que uma terceira pessoa possa usar, gozar e usufruir dos frutos e utilidades de bem alheio, sem que se altere a sua subst\u00e2ncia.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Ou seja, confere a uma pessoa, chamada usufrutu\u00e1rio, o direito de usar e usufruir temporariamente dos bens e dos frutos de propriedade de outra pessoa, conhecida como nu-propriet\u00e1rio. \u00c9 um direito tempor\u00e1rio que pode ser estabelecido por um determinado per\u00edodo ou pelo resto da vida. <\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"1200\" height=\"1200\" src=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/o-que-e-usufruto.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-23338\" srcset=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/o-que-e-usufruto.jpg 1200w, https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/o-que-e-usufruto-300x300.jpg 300w, https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/o-que-e-usufruto-150x150.jpg 150w, https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/o-que-e-usufruto-768x768.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 1200px) 100vw, 1200px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Veja o que \u00e9 usufruto.<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Entendendo o conceito de usufruto <\/h2>\n\n\n\n<p>O seu conceito n\u00e3o est\u00e1 explicitamente presente no C\u00f3digo Civil, mas seu objeto e suas caracter\u00edsticas, sim. Trata-se de um instituto do <a href=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/direito-civil\/\">Direito Civil<\/a>, cuja relev\u00e2ncia resultou na cria\u00e7\u00e3o do T\u00edtulo VI, do C\u00f3digo Civil de 2002, que destinou quatro cap\u00edtulos para sua disciplina.<\/p>\n\n\n\n<p>Em uma conceitua\u00e7\u00e3o resumida mas muito acertada, trazida pelo Prof. Dr. Carlos Alberto Dabus Maluf, pode-se dizer que:<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p><em>O usufruto \u00e9 o direito real dado a uma pessoa, durante certo tempo, que lhe permite retirar de coisa alheia os frutos e utilidades produzidos, sem alterar-lhe a subst\u00e2ncia.&#8221;<\/em><\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p>Por\u00e9m, a doutrina o conceitua de formas distintas. Me parece certeira a defini\u00e7\u00e3o cl\u00e1ssica do saudoso jurista Caio M\u00e1rio da Silva Pereira:&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p><em>Usufruto \u00e9 o direito real de fruir as utilidades e frutos de uma coisa sem alterar-lhe a subst\u00e2ncia, enquanto temporariamente destacado da propriedade.&#8221;<\/em><\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p>Conclui, ainda, que este entendimento abrange a compreens\u00e3o cl\u00e1ssica do usufruto, como <em>\u201co direito de usar a propriedade de terceiros para usufruir dos benef\u00edcios conferidos pela subst\u00e2ncia\u201d<\/em>, traduzido do latim \u201c<em>usus fructus est ius alienis rebus utendi fruendi salva rerum substantia\u201d<\/em>.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Natureza do usufruto<\/h3>\n\n\n\n<p><strong>\u00c9 importante deixar claro que o usufruto pode abranger bens de diversas naturezas<\/strong>. Apesar de sua utiliza\u00e7\u00e3o ser mais comum nos bens im\u00f3veis, \u00e9 plenamente poss\u00edvel a institui\u00e7\u00e3o de usufruto em diversos tipos de bens, tais como bens m\u00f3veis, softwares, marcas e patentes, quotas societ\u00e1rias, dentre outros.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Os sujeitos envolvidos no usufruto s\u00e3o, em regra, dois: o benefici\u00e1rio, que \u00e9 chamado de <strong>usufrutu\u00e1rio<\/strong>, e o propriet\u00e1rio do bem, que institui o usufruto em favor de terceiro, chamado de <strong>nu-propriet\u00e1rio<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>Para compreender a nu-propriedade que \u00e9 resguardada ao dono do bem, deve-se rememorar os principais atributos inerentes \u00e0 propriedade. S\u00e3o eles: usar, gozar, reaver e dispor.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Quando h\u00e1 a constitui\u00e7\u00e3o de usufruto em favor de um benefici\u00e1rio, o nu-propriet\u00e1rio det\u00e9m a posse indireta da coisa, podendo \u00fanica e exclusivamente dispor do bem, como o direito real de propriedade lhe permite.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Costuma-se dizer que o nu-propriet\u00e1rio conserva o direito \u00e0 subst\u00e2ncia da coisa. Ao usufrutu\u00e1rio, que exerce a posse direta do bem, s\u00e3o conferidos os demais atributos da propriedade, podendo usar, gozar e reaver o bem.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Portanto, <strong>o usufrutu\u00e1rio exerce os direitos reais de propriedade sobre coisa alheia, enquanto a subst\u00e2ncia do bem mant\u00e9m-se do dono<\/strong>.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Uma curiosidade interessante \u00e9 que o usufrutu\u00e1rio, na condi\u00e7\u00e3o de possuidor direto da coisa, titular do direito de reaver o bem e manter sua posse, pode at\u00e9 mesmo proteger sua posse frente ao nu-propriet\u00e1rio. Ou seja, o direito de reaver e conservar a posse do bem objeto de usufruto \u00e9 opon\u00edvel contra qualquer pessoa.<\/p>\n\n\n\n<p>Entretanto, h\u00e1 de se compreender as diferentes esp\u00e9cies para sua correta utiliza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Quais as esp\u00e9cies de usufruto?<\/h2>\n\n\n\n<p>Quando utilizado da forma correta e estrategicamente, o usufruto \u00e9 uma poderosa ferramenta legal de planejamento patrimonial.<\/p>\n\n\n\n<p>Entretanto, para que sua utiliza\u00e7\u00e3o seja eficaz, \u00e9 necess\u00e1rio o entendimento das esp\u00e9cies existentes, que podem ser distinguidas a partir da sua dura\u00e7\u00e3o, do objeto, da extens\u00e3o, dentre outros.<\/p>\n\n\n\n<p>As esp\u00e9cies mais comuns de usufruto podem ser classificadas quanto \u00e0 sua dura\u00e7\u00e3o, sendo <strong>tempor\u00e1rio ou vital\u00edcio<\/strong>; e quanto ao objeto, que pode ser <strong>pr\u00f3prio ou impr\u00f3prio<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>Dentro da classifica\u00e7\u00e3o quanto \u00e0 dura\u00e7\u00e3o, a esp\u00e9cie mais recorrente \u00e9 o chamado usufruto vital\u00edcio.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Usufruto vital\u00edcio<\/h3>\n\n\n\n<p>No usufruto vital\u00edcio, como o pr\u00f3prio nome sugere, <strong>a extin\u00e7\u00e3o do usufruto ocorre com a morte do usufrutu\u00e1rio<\/strong>.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Havendo a extin\u00e7\u00e3o do usufruto, todos os atributos da propriedade retornam ao propriet\u00e1rio do bem, que deixa de ser nu-propriet\u00e1rio e volta a exercer plenamente o seu direito real de propriedade.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Usufruto tempor\u00e1rio<\/h3>\n\n\n\n<p>Na hip\u00f3tese de usufruto tempor\u00e1rio, a grava\u00e7\u00e3o do \u00f4nus real do usufruto deve indicar com precis\u00e3o o termo ao qual ensejar\u00e1 a sua extin\u00e7\u00e3o. Portanto, h\u00e1 um prazo determinado ou determin\u00e1vel para sua dura\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Objeto<\/h3>\n\n\n\n<p>Quanto ao objeto, a classifica\u00e7\u00e3o do usufruto pr\u00f3prio \u00e9 utilizada para aquele que incide sobre coisa infung\u00edvel ou inconsum\u00edvel. Isso quer dizer que, extinguindo-se o usufruto (pelo falecimento do usufrutu\u00e1rio ou pelo t\u00e9rmino do prazo), o usufrutu\u00e1rio dever\u00e1 restituir propriamente o bem dado em usufruto.<\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 no chamado usufruto impr\u00f3prio, aquele que recai sobre bens fung\u00edveis e consum\u00edveis, com o advento do termo o usufrutu\u00e1rio ter\u00e1 o dever de devolver o equivalente em g\u00eanero, qualidade e quantidade. Se n\u00e3o for poss\u00edvel, dever\u00e1 restituir o seu valor, estimando-o ao tempo da restitui\u00e7\u00e3o (art. 1392, CC).<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Demais esp\u00e9cies de usufruto<\/h3>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m dessas esp\u00e9cies, o jurista Carlos Roberto Gon\u00e7alves identifica outras classifica\u00e7\u00f5es:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>origem: volunt\u00e1rio ou legal.<\/li>\n\n\n\n<li>extens\u00e3o: universal, particular ou pleno.<\/li>\n\n\n\n<li>titulares: simult\u00e2neo ou sucessivo.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>S\u00e3o esp\u00e9cies que, a depender da situa\u00e7\u00e3o, podem conceder maior abrang\u00eancia ao instituto, para que seja utilizado da maneira mais correta ao contexto f\u00e1tico.<\/p>\n\n\n\n<style>\n    #adpost-block_5b6fae35c9cf249ba9742aa8e3c1cddd.anuncio-post-reverse {\n        display: flex;\n        gap: 24px;\n        border-radius: 8px;\n        width: 100%;\n        max-width: 752px;\n        padding: 40px;\n        background: #e7f4fe;\n        margin: 16px auto;\n    }\n\n    #adpost-block_5b6fae35c9cf249ba9742aa8e3c1cddd .anuncio-container {\n        display: flex;\n        flex-direction: column;\n        gap: 24px;\n        width: 100%;\n        max-width: 333px;\n    }\n\n    #adpost-block_5b6fae35c9cf249ba9742aa8e3c1cddd .anuncio-container .logo {\n        width: 100%;\n        max-width: 177px;\n        margin: 0;\n    }\n\n    #adpost-block_5b6fae35c9cf249ba9742aa8e3c1cddd .anuncio-text-container {\n        display: flex;\n        flex-direction: column;\n        gap: 24px;\n    }\n\n    #adpost-block_5b6fae35c9cf249ba9742aa8e3c1cddd .anuncio-text-container .title {\n        font-family: 'Ubuntu';\n        font-size: 1.5rem; 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O \u201cnovo\u201d C\u00f3digo Civil fez modifica\u00e7\u00f5es pontuais na disciplina, retirando alguns artigos e ampliando outros, trazendo o tema \u00e0 realidade dos dias atuais.<\/p>\n\n\n\n<p>Portanto, para alguns artigos que n\u00e3o foram modificados, deve-se manter o entendimento doutrin\u00e1rio j\u00e1 constru\u00eddo.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O T\u00edtulo VI, que trata do usufruto, \u00e9 dividido em cap\u00edtulos para uma melhor divis\u00e3o da disciplina. Em primeiro, s\u00e3o trazidas as disposi\u00e7\u00f5es gerais acerca do tema. O cap\u00edtulo II elenca os direitos do usufrutu\u00e1rio, sintetizados pelo art. 1.394.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Art. 1.394 do C\u00f3digo Civil<\/h3>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p><em>Art. 1.394. O usufrutu\u00e1rio tem direito \u00e0 posse, uso, administra\u00e7\u00e3o e percep\u00e7\u00e3o dos frutos.<\/em>\u201d<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p>Esse artigo resume com precis\u00e3o os direitos inerentes ao usufrutu\u00e1rio, refletindo os atributos da propriedade que s\u00e3o divididos entre usufrutu\u00e1rio e nu-propriet\u00e1rio.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Neste caso, o usufrutu\u00e1rio recebe (ou ret\u00e9m) a posse direta, uso, administra\u00e7\u00e3o e a percep\u00e7\u00e3o dos frutos.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Cap\u00edtulo III do C\u00f3digo Civil<\/h3>\n\n\n\n<p>O Cap\u00edtulo III elenca, em contrapartida, os deveres do usufrutu\u00e1rio. Dentre as responsabilidades inerentes ao benefici\u00e1rio do usufruto, <strong>\u00e9 importante destacar que este deve arcar com as despesas ordin\u00e1rias de conserva\u00e7\u00e3o da coisa dada em usufruto<\/strong>.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, ao usufrutu\u00e1rio cabe dar ci\u00eancia ao nu-propriet\u00e1rio de qualquer les\u00e3o produzida contra a posse da coisa.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Art. 1410 do C\u00f3digo Civil<\/h3>\n\n\n\n<p>Por \u00faltimo, o quarto cap\u00edtulo \u00e9 reservado a disciplinar a <strong>extin\u00e7\u00e3o do usufruto<\/strong>, que, conforme o Art. 1.410, pode ocorrer:<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p><em>I &#8211; pela ren\u00fancia ou morte do usufrutu\u00e1rio;<br>II &#8211; pelo termo de sua dura\u00e7\u00e3o;<br>III &#8211; pela extin\u00e7\u00e3o da pessoa jur\u00eddica, em favor de quem o usufruto foi constitu\u00eddo, ou, se ela perdurar, pelo decurso de trinta anos da data em que se come\u00e7ou a exercer;<br>IV &#8211; pela cessa\u00e7\u00e3o do motivo de que se origina;<br>V &#8211; pela destrui\u00e7\u00e3o da coisa, guardadas as disposi\u00e7\u00f5es dos arts. 1.407, 1.408, 2\u00aa parte, e 1.409;<br>VI &#8211; pela consolida\u00e7\u00e3o;<br>VII &#8211; por culpa do usufrutu\u00e1rio, quando aliena, deteriora, ou deixa arruinar os bens, n\u00e3o lhes acudindo com os reparos de conserva\u00e7\u00e3o, ou quando, no usufruto de t\u00edtulos de cr\u00e9dito, n\u00e3o d\u00e1 \u00e0s import\u00e2ncias recebidas a aplica\u00e7\u00e3o prevista no par\u00e1grafo \u00fanico do art. 1.395;<br>VIII &#8211; Pelo n\u00e3o uso, ou n\u00e3o frui\u00e7\u00e3o, da coisa em que o usufruto recai (arts. 1.390 e 1.399).\u201d<\/em><\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p>No caso de bens im\u00f3veis, o usufruto registrado \u00e0 margem da matr\u00edcula do im\u00f3vel dever\u00e1 ser cancelado no Cart\u00f3rio de Registro Geral de Im\u00f3veis.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como funciona o usufruto?<\/h2>\n\n\n\n<p>Via de regra, <strong>o direito se constitui atrav\u00e9s da lei ou mediante a vontade das partes<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>A lei pode determinar que uma pessoa seja usufrutu\u00e1ria de um bem, a exemplo do art. 1689, I, CC, que determina que os pais ser\u00e3o usufrutu\u00e1rios dos bens dos filhos menores, enquanto no exerc\u00edcio do poder familiar.<\/p>\n\n\n\n<p>Outra hip\u00f3tese de constitui\u00e7\u00e3o se d\u00e1 mediante manifesta\u00e7\u00e3o de vontade das partes, geralmente por contrato ou <a href=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/testamento\/\">testamento<\/a>. Neste caso, as partes instituem o direito de usufruto a uma pessoa, unicamente diante da vontade expressa das partes.<\/p>\n\n\n\n<p>Contudo, h\u00e1 ainda uma outra hip\u00f3tese de constitui\u00e7\u00e3o de usufruto mediante <a href=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/usucapiao\/\">usucapi\u00e3o<\/a>. Trata-se da previs\u00e3o do art. 1.931, CC\/02, que possibilita que a pessoa tenha o seu direito a usufruto reconhecido por senten\u00e7a de a\u00e7\u00e3o de usucapi\u00e3o, uma vez preenchidos os requisitos legais para tanto.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como \u00e9 a ren\u00fancia do usufruto?<\/h2>\n\n\n\n<p>Pode ser constitu\u00eddo mediante manifesta\u00e7\u00e3o expressa da vontade do titular do bem, a extin\u00e7\u00e3o do usufruto tamb\u00e9m pode ocorrer simplesmente mediante manifesta\u00e7\u00e3o expressa de vontade do usufrutu\u00e1rio. Refere-se, ent\u00e3o, a uma hip\u00f3tese de <strong>ren\u00fancia do usufruto<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>Em se tratando de bens im\u00f3veis,<strong> \u00e9 exig\u00edvel que a ren\u00fancia seja formalizada expressamente por escritura p\u00fablica <\/strong>em Cart\u00f3rio de Notas quando o im\u00f3vel tiver valor superior a 30x o maior sal\u00e1rio m\u00ednimo vigente no pa\u00eds.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Para que seja lavrada a escritura p\u00fablica, \u00e9 necess\u00e1rio que o usufrutu\u00e1rio tenha capacidade e a disponibilidade do direito que se pretende renunciar.<\/p>\n\n\n\n<p>Uma situa\u00e7\u00e3o recorrente no direito patrimonial de ordem privada ocorre quando os pais, numa ideia de planejar a sucess\u00e3o do seu patrim\u00f4nio, doam o im\u00f3vel aos seus filhos e reservam para si o usufruto do bem, resguardando sua perpetuidade como patrim\u00f4nio familiar.<\/p>\n\n\n\n<p>Todavia, diante do surgimento de problemas financeiros no seio familiar, se faz necess\u00e1rio alienar o bem. Nesse caso, \u00e9 comum que no mesmo instrumento em que \u00e9 feita a venda do im\u00f3vel, os usufrutu\u00e1rios renunciem ao seu direito real, possibilitando a venda do im\u00f3vel.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Pontos de aten\u00e7\u00e3o para advogados e advogadas <\/h2>\n\n\n\n<p>Para n\u00f3s, advogados e advogadas, importa direcionarmos especial aten\u00e7\u00e3o \u00e0s esp\u00e9cies de usufruto existentes para que possamos potencializar os efeitos que buscamos com a utiliza\u00e7\u00e3o do instituto.<\/p>\n\n\n\n<p>Apesar da utiliza\u00e7\u00e3o do instituto seja, em sua maior parte, sobre bens im\u00f3veis, mediante escrituras p\u00fablicas de doa\u00e7\u00e3o com reserva de usufruto, ou mediante institui\u00e7\u00e3o de usufruto em favor de algum familiar, a sua aplica\u00e7\u00e3o pode ser otimizada quando se domina as esp\u00e9cies e as caracter\u00edsticas do usufruto.<\/p>\n\n\n\n<p>Contudo, aten\u00e7\u00e3o \u00e0 doutrina! Apesar de caracterizar a hip\u00f3tese de usufruto sucessivo \u2014 onde h\u00e1 a institui\u00e7\u00e3o em favor de uma pessoa, para que depois de sua morte transmita-se o direito real a terceiro \u2014 trata-se de esp\u00e9cie n\u00e3o admitida pelo ordenamento jur\u00eddico brasileiro. Logo, havendo a morte do usufrutu\u00e1rio, imp\u00f5e-se a sua extin\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Por outro lado, <strong>\u00e9 admitido que o pr\u00f3prio ato constitutivo do usufruto amplie os direitos do usufrutu\u00e1rio<\/strong>. A melhor doutrina entende que os direitos constantes do art. 1.394, CC, constituem o m\u00ednimo assegurado ao usufrutu\u00e1rio, pois s\u00e3o elementares ao instituto. Dessa forma, \u00e9 plenamente poss\u00edvel que sejam complementados e ampliados mediante acordo de vontades.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, merece destaque tamb\u00e9m a <strong>natureza personal\u00edssima do direito real de usufruto<\/strong>. O car\u00e1ter personal\u00edssimo \u00e9 reconhecido pacificamente pela jurisprud\u00eancia e doutrina, independentemente do ato constitutivo e da forma de institui\u00e7\u00e3o do usufruto.<\/p>\n\n\n\n<p>Aos advogados que atentam ao tema, importa conhecer a natureza inalien\u00e1vel do usufruto. Sobre este tema, o art. 1.393, CC, disp\u00f5e que:<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p><em>N\u00e3o se pode transferir o usufruto por aliena\u00e7\u00e3o; mas o seu exerc\u00edcio pode ceder-se por t\u00edtulo gratuito ou oneroso.&#8221;<\/em><\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p>A aliena\u00e7\u00e3o do usufruto s\u00f3 \u00e9 permitida ao dono da coisa mediante consolida\u00e7\u00e3o. Contudo, a alienabilidade tamb\u00e9m \u00e9 flexibilizada pela possibilidade de cess\u00e3o do seu exerc\u00edcio por t\u00edtulo gratuito ou oneroso.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Perguntas frequentes sobre usufruto<\/h2>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">O que \u00e9 um nu-propriet\u00e1rio?<\/h3>\n\n\n\n<p>O nu-propriet\u00e1rio \u00e9 o propriet\u00e1rio do bem, mas n\u00e3o tem o direito de usar ou desfrutar do bem enquanto durar o usufruto.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">O usufruto pode ser usado para todos os tipos de bens?<\/h3>\n\n\n\n<p>Sim, o usufruto pode ser estabelecido sobre qualquer tipo de bem, m\u00f3vel ou im\u00f3vel, desde que este seja suscet\u00edvel de explora\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica. <\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">\u00c9 poss\u00edvel vender um im\u00f3vel com usufruto?<\/h3>\n\n\n\n<p><strong>Sim<\/strong>, \u00e9 poss\u00edvel vender um im\u00f3vel com usufruto. Caso o nu-propriet\u00e1rio e o(s) usufrutu\u00e1rio(s) concordem com a venda, ambos podem assinar a escritura de compra e venda; sendo que o usufruto ser\u00e1 extinto no mesmo ato mediante cess\u00e3o (onerosa ou gratuita) ou ren\u00fancia.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Quem \u00e9 respons\u00e1vel pela manuten\u00e7\u00e3o do bem?<\/h3>\n\n\n\n<p>O usufrutu\u00e1rio \u00e9 respons\u00e1vel pela manuten\u00e7\u00e3o e conserva\u00e7\u00e3o do bem. Se n\u00e3o o fizer, o nu-propriet\u00e1rio pode pedir judicialmente a extin\u00e7\u00e3o do usufruto.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Quanto custa a constitui\u00e7\u00e3o de usufruto de um im\u00f3vel?<\/h3>\n\n\n\n<p><strong>Depende!<\/strong> No caso de uma simples institui\u00e7\u00e3o de usufruto intervivos, os custos ser\u00e3o o de uma escritura; da averba\u00e7\u00e3o perante o Cart\u00f3rio de Registro Geral de Im\u00f3veis competente; e o ITBI, que tamb\u00e9m varia de acordo com o munic\u00edpio (em m\u00e9dia 3% do valor venal do im\u00f3vel). Saiba mais aqui!<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">\u00c9 poss\u00edvel instituir o usufruto de a\u00e7\u00f5es de uma empresa?<\/h3>\n\n\n\n<p><strong>Sim!<\/strong> \u00c9 poss\u00edvel que algu\u00e9m seja usufrutu\u00e1rio de quotas de uma sociedade. Este formato tem se tornado uma estrat\u00e9gia comum de planejamento sucess\u00f3rio, quando um s\u00f3cio doa, em vida, ou cede suas quotas aos herdeiros, reservando o usufruto vital\u00edcio para si.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Uma dica aos advogados e advogadas: <\/strong>As quotas podem ser gravadas com cl\u00e1usula de incomunicabilidade, inalienabilidade e impenhorabilidade, o que servir\u00e1 para proteger o patrim\u00f4nio de eventuais credores ou de comunica\u00e7\u00e3o diante do casamento de algum herdeiro.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Conclus\u00e3o<\/h2>\n\n\n\n<p>\u00c0 luz do exposto neste artigo, foi poss\u00edvel vislumbrar a grandiosidade do tema, provando das suas peculiaridades e possibilidades. Foi apresentado seu conceito doutrin\u00e1rio como um direito real sobre coisa alheia, suas principais esp\u00e9cies e caracter\u00edsticas.<\/p>\n\n\n\n<p>Embora complexo, trata-se de instituto de aplica\u00e7\u00e3o eficaz, que permite configura\u00e7\u00f5es patrimoniais que se encaixem perfeitamente \u00e0 estrat\u00e9gia de sucess\u00e3o patrimonial eleita.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Mais conhecimento para voc\u00ea<\/h3>\n\n\n\n<p>Se voc\u00ea quiser ler mais sobre Direito e advocacia, \u00e9 s\u00f3 continuar navegando! Indico os seguintes artigos para leitura:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><a href=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/alienacao-fiduciaria\/\">O que \u00e9 e como funciona a aliena\u00e7\u00e3o fiduci\u00e1ria<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/funcao-social-da-propriedade\/\">O que \u00e9 a fun\u00e7\u00e3o social da propriedade e seu papel no Direito Civil<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/maioridade-civil\/\" data-type=\"URL\" data-id=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/maioridade-civil\/\">Entenda o que \u00e9 a maioridade civil<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/processo-administrativo\/\" data-type=\"URL\" data-id=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/processo-administrativo\/\">Processo administrativo: o que \u00e9 e principais d\u00favidas<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/distrato-de-contrato\/\" data-type=\"URL\" data-id=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/distrato-de-contrato\/\">O que \u00e9 o distrato de contrato, tipos [+Modelo]<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/usucapiao-familiar\/\">O que \u00e9 e para que serve a usucapi\u00e3o familiar<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/auxilio-acidente\/\">Entenda o que \u00e9 e como solicitar o aux\u00edlio-acidente<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/distrato-de-contrato\/\">O que \u00e9 distrato de contrato, como funciona [+Modelo]<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/qualidade-de-segurado\/\">Confira como se adquire a qualidade de segurado do INSS<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/advocacia-extrajudicial\/\">Entenda como funciona a advocacia extrajudicial e como atuar nesta \u00e1rea<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/regime-de-bens\/\">Conhe\u00e7a quais s\u00e3o os tipos de regime de bens e como eles funcionam!<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/adpf\/\">O que \u00e9 ADPF? Entenda o seu cabimento e efeitos da decis\u00e3o<\/a><\/li>\n<\/ul>\n\n\n<style>\r\n  .news-post {\r\n    background: url('https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/wp-content\/themes\/aurum\/img\/bg-news-artigo.svg') no-repeat top center #3C48AA;\r\n    padding: 1.5rem;\r\n    border-radius: 6px;\r\n    margin: 1rem 0;\r\n  }\r\n  .news-post .icone {\r\n    display: none;\r\n  }\r\n  .news-post .title {\r\n    font-weight: 700;\r\n    font-size: 16px;\r\n    line-height: 130%;\r\n    text-align: center;\r\n    letter-spacing: -0.5px;\r\n    color: #fff;\r\n    margin-bottom: .9375rem;\r\n  }\r\n  .news-post p {\r\n    font-size: .875rem;\r\n    line-height: 140%;\r\n    text-align: center;\r\n    color: #fff;\r\n    margin-bottom: 1.25rem;\r\n  }\r\n  .news-post .news_button_span {\r\n    font-size: .8125rem;\r\n    display: block;\r\n    padding: .125rem .3125rem;\r\n    color: #fff;\r\n    text-align:left;\r\n  }\r\n  .news-post .news_button_span a {\r\n    color: #fff !important;\r\n    text-decoration: underline;\r\n  }\r\n  .news-post form {\r\n    width: 100%;\r\n  }\r\n  .news-post label {\r\n    font-weight: 600;\r\n    font-size: .9375rem;\r\n    line-height: 1.5rem;\r\n    margin-bottom: .5rem;\r\n    color: #fff;\r\n    display: block;\r\n  }\r\n  .news-post input {\r\n    background: #fff;\r\n    border: 1px solid #CBCBD9;\r\n    box-sizing: border-box;\r\n    border-radius: 4px;\r\n    padding: .75rem 1rem;\r\n    width: 100%;\r\n  }\r\n  .news-post button {\r\n    margin-top: .875rem;\r\n    width: 100%;\r\n    min-width: auto;\r\n    background: #FCC632;\r\n    color: #3C48AA;\r\n  }\r\n  .news-post .input {\r\n    position: relative;\r\n    padding-bottom: 10px;\r\n  }\r\n  .news-post .error-message-ad {\r\n    font-size: .875rem;\r\n    line-height: 130%;\r\n    color: #D50021;\r\n    margin-left: 4px;\r\n  }\r\n  .news-post .error {\r\n    border: 1px solid #D50021;\r\n  }\r\n  .news-post #message-form-ad {\r\n    border-radius: 4px;\r\n    padding: 0.7rem;\r\n    font-size:0.8rem;\r\n    text-align: center;\r\n    align-items: center;\r\n    justify-content: center;\r\n    display: none;\r\n  }\r\n  .news-post #message-form-ad svg {\r\n    margin-right: 8px;\r\n  }\r\n\r\n  @media(min-width: 561px) {\r\n    .news-post {\r\n      position: relative;\r\n      background: url('https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/wp-content\/themes\/aurum\/img\/bg-news-artigo.svg') no-repeat top center #3C48AA;\r\n      width: calc(100% - 30px);\r\n    }\r\n    .news-post .icone {\r\n      display: block;\r\n      position: absolute;\r\n      right: -30px;\r\n      top: 65px;\r\n      max-width: 142px;\r\n      width: 100%;\r\n      height: auto;\r\n      margin: 0;\r\n    }\r\n    .news-post .title {\r\n      font-size: 1.125rem;\r\n      text-align: left;\r\n      \/* padding-right: 3.75rem; *\/\r\n    }\r\n    .news-post p {\r\n      font-size: 1rem;\r\n      text-align: left;\r\n      max-width: 400px;\r\n    }\r\n    .news-post .boxes {\r\n      display: flex;\r\n      align-items: flex-start;\r\n    }\r\n    .news-post button {\r\n      margin: 0 0 0 1rem;\r\n      width: 100%;\r\n      max-width: 170px;\r\n      min-width: auto;\r\n      transition: all ease .3s\r\n    }\r\n    .news-post button:hover {\r\n      opacity: 0.9;\r\n      transition: all ease .3s\r\n    }\r\n    .news-post #message-form-ad {\r\n      padding: 1.125rem;\r\n      font-size:1rem;\r\n    }\r\n    .news-post #message-form-ad svg {\r\n      margin-right: 10px;\r\n    }\r\n  }\r\n<\/style>\r\n\r\n<div class=\"news-post\">\r\n  <div class=\"title news-ad-title\">Gostou do artigo e quer evoluir a sua advocacia?<\/div>\r\n  <p class=\"news-ad-subtitle\">Assine gr\u00e1tis a Aurum News e receba uma dose semanal de conte\u00fado no seu e-mail! \u270c\ufe0f<\/p>\r\n  <img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/wp-content\/themes\/aurum\/img\/icon-news-artigo.svg\" alt=\"\" class=\"icone\">\r\n\r\n  <form method=\"post\" name=\"newsletter-ad\" id=\"aurum-newsletter-ad\">\r\n    <div class=boxes>\r\n      <div class=\"input\">\r\n        <label class=\"label-email\" htmlFor=\"email-ad\">Qual seu e-mail?<\/label>\r\n        <input type=\"email\" id=\"email-ad\" name=\"newsletter-mail-ad\" placeholder=\"Digite seu e-mail?\">\r\n        <div class=\"error-message-ad-email\">Endere\u00e7o de e-mail inv\u00e1lido ou incorreto<\/div>\r\n\r\n        <label class=\"label-select\" htmlFor=\"lawsuits-select-ad\">\r\n          Quantos processos voc\u00ea ou<br class=\"for-desktop\"\/> seu escrit\u00f3rio acompanham?\r\n        <\/label>\r\n        <div id=\"lawsuits-select-ad\" class=\"lawsuits-select select-wrapper\" tabindex=\"0\">\r\n          <div class=\"s-dropdown--styled\">\r\n          <span class=\"lawsuits-default\">\r\n            <span id=\"lawsuits-newsletter-ad\" class=\"lawsuits-default-text\" data-value=\"\">Selecione os processos<\/span>\r\n            <svg class=\"chevron\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" width=\"24\" height=\"25\" viewBox=\"0 0 24 25\" fill=\"none\">\r\n              <path d=\"M6 15.6152L12 9.61523L18 15.6152\" stroke=\"black\" stroke-width=\"2\" stroke-linecap=\"round\" stroke-linejoin=\"round\" \/>\r\n            <\/svg>\r\n          <\/span>\r\n\r\n          <ul class=\"s-dropdown u-hide\">\r\n            <li class=\"lawsuits\" data-value=\"Mais de 1000 processos\">Mais de 1000 processos<\/li>\r\n            <li class=\"lawsuits\" data-value=\"De 501 a 1000 processos\">De 501 a 1000 processos<\/li>\r\n            <li class=\"lawsuits\" data-value=\"De 151 a 500 processos\">De 151 a 500 processos<\/li>\r\n            <li class=\"lawsuits\" data-value=\"De 41 a 150 processos\">De 41 a 150 processos<\/li>\r\n            <li class=\"lawsuits\" data-value=\"At\u00e9 40 processos\">At\u00e9 40 processos<\/li>\r\n            <li class=\"lawsuits\" data-value=\"Atuo apenas no consultivo\">Atuo apenas no consultivo<\/li>\r\n            <li class=\"lawsuits\" data-value=\"Ainda sou estudante de direito\">Ainda sou estudante de direito<\/li>\r\n            <li class=\"lawsuits\" data-value=\"N\u00e3o sou da \u00e1rea jur\u00eddica\">N\u00e3o sou da \u00e1rea jur\u00eddica<\/li>\r\n          <\/ul>\r\n          <\/div>\r\n        <\/div>\r\n        <div class=\"error-message-ad-lawsuits\">Selecione algum processo<\/div>\r\n      <\/div>\r\n      <button class=\"btn btn-yellow ad-btn-desktop\" id=\"aurum-submit-ad\">Assinar gr\u00e1tis<\/button>\r\n      <button class=\"btn btn-yellow ad-btn-mobile\" id=\"aurum-submit-ad\">Assinar<\/button>\r\n    <\/div>\r\n    <span class=\"news_button_span\">Ao se cadastrar voc\u00ea declara que leu e aceitou a pol\u00edtica de privacidade e cookies do <a href=\"https:\/\/s3.sa-east-1.amazonaws.com\/publico.aurum.com.br\/contratos\/politica-de-privacidade.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">site<\/a>.<\/span>\r\n  <\/form>\r\n  <div id=\"message-form-ad\"><\/div>\r\n<\/div>\n\n\n<p><em>E a\u00ed, o que achou do conte\u00fado? Ficou com alguma d\u00favida? Deixe nos coment\u00e1rios!  \ud83d\ude42<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O usufruto \u00e9 um Direito Real que permite uma terceira pessoa usar, gozar e usufruir dos frutos e utilidades de bem alheio, sem que se altere a sua subst\u00e2ncia. J\u00e1 imaginou desfrutar dos benef\u00edcios de uma propriedade sem, necessariamente, ser o dono dela? 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