{"id":9518,"date":"2021-05-06T10:00:00","date_gmt":"2021-05-06T13:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/aurum.com.br\/blog\/art-485-novo-cpc\/"},"modified":"2025-11-24T22:03:56","modified_gmt":"2025-11-25T01:03:56","slug":"art-485-novo-cpc","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/art-485-novo-cpc\/","title":{"rendered":"An\u00e1lise do art. 485 do Novo CPC: extin\u00e7\u00e3o do processo sem resolu\u00e7\u00e3o do m\u00e9rito"},"content":{"rendered":"<div id=\"bsf_rt_marker\"><\/div>\n<pre class=\"wp-block-preformatted\"><meta charset=\"utf-8\">O <strong>art 485 do Novo CPC<\/strong> estipula as hip\u00f3teses de extin\u00e7\u00e3o do processo sem resolu\u00e7\u00e3o do m\u00e9rito por parte do Juiz, resultando na prola\u00e7\u00e3o de senten\u00e7a que deixa de analisar um ou todos os pedidos formulados.<\/pre>\n\n\n\n<p>Ao ajuizarmos uma a\u00e7\u00e3o estamos em busca de uma presta\u00e7\u00e3o jurisdicional definitiva, ou seja, <strong>a inten\u00e7\u00e3o \u00e9 de que o Estado-Juiz analise a quest\u00e3o e, por consequ\u00eancia, resolva o m\u00e9rito em si<\/strong>, afirmando que tal direito \u00e9 ou n\u00e3o poss\u00edvel.<\/p>\n\n\n\n<p>Neste sentido, embora o atual C\u00f3digo de Processo Civil (Lei n\u00ba 13.105\/2015) incentive a busca pela resolu\u00e7\u00e3o com m\u00e9rito das causas, \u00e0 exemplo dos artigo 4\u00ba, 6\u00ba e 317, lamentavelmente, <strong>nem sempre isso \u00e9 poss\u00edvel<\/strong>. O artigo 485 do CPC\/15 estipula as situa\u00e7\u00f5es em que o Juiz n\u00e3o resolver\u00e1 o m\u00e9rito. Isso significa que ele n\u00e3o analisar\u00e1 um ou todos os pedidos do Autor da a\u00e7\u00e3o se aplicar alguma das hip\u00f3teses previstas nos incisos I a X do respectivo artigo.<\/p>\n\n\n\n<p>Mesmo n\u00e3o tendo a inten\u00e7\u00e3o de finalizar todo o estudo sobre a mat\u00e9ria, <strong>a seguir voc\u00ea confere um pouco mais sobre como isso funciona<\/strong>. Tamb\u00e9m ver\u00e1 quais s\u00e3o as novidades introduzidas pela Lei n\u00ba 13.105\/2015, em especial as hip\u00f3teses do artigo 485 do CPC\/2015, e como evitar a extin\u00e7\u00e3o do processo sem resolu\u00e7\u00e3o de m\u00e9rito.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"1\">Conceitos importantes<\/h2>\n\n\n\n<p>Antes de tratarmos as situa\u00e7\u00f5es que ocasionam a extin\u00e7\u00e3o do processo sem resolu\u00e7\u00e3o do m\u00e9rito, penso que \u00e9 interessante a voc\u00ea, pessoa leitora, saber o que significa a an\u00e1lise do m\u00e9rito em si.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"11\">O que \u00e9 a resolu\u00e7\u00e3o de m\u00e9rito no Novo CPC?<\/h3>\n\n\n\n<p>O revogado C\u00f3digo de Processo Civil de 1973 j\u00e1 estipulava que a an\u00e1lise de determinado pedido poderia ser com ou sem resolu\u00e7\u00e3o de m\u00e9rito (art. 267 e 269 do CPC\/1973), sendo que este aspecto foi reproduzido pelo atual C\u00f3digo de Processo Civil.<\/p>\n\n\n\n<p>A doutrina dos Professores Luiz Guilherme Marinoni, S\u00e9rgio Cruz Arenhart e Daniel Mitidiero (2017, p. 338) nos ensina que<strong> ocorre o m\u00e9rito na seguinte situa\u00e7\u00e3o<\/strong>:<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p><em>Quando h\u00e1 o julgamento de m\u00e9rito, o juiz n\u00e3o fica apenas no plano do processo: a sua cogni\u00e7\u00e3o a respeito da causa <\/em><strong><em>entra no plano do direito material<\/em><\/strong><em>, isto \u00e9, enfrenta as quest\u00f5es que comp\u00f5em a causa de pedir e o pedido do autor e as defesas diretas e as defesas indiretas eventualmente formuladas pelo r\u00e9u. Vale dizer: enfrenta especificamente o objeto litigioso do processo.\u201d<\/em><\/p>\n<cite>MARINONI, Luiz Guilherme; ARENHART, S\u00e9rgio Cruz; MITIDIERO, Daniel. O novo processo civil. 3 ed. rev., atual. e ampl. S\u00e3o Paulo: Revista dos Tribunais, 2017.<\/cite><\/blockquote>\n\n\n\n<p>Por sua vez, a aus\u00eancia do m\u00e9rito ocorrer\u00e1 quando (2017, p. 337):<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p><em>O juiz n\u00e3o resolve o m\u00e9rito da causa, o seu pronunciamento limita-se ao conhecimento de quest\u00f5es processuais concernentes aos requisitos para a presta\u00e7\u00e3o da tutela jurisdicional. Em outras palavras, <\/em><strong><em>o juiz n\u00e3o conhece de quest\u00f5es atinentes ao plano do direito material<\/em><\/strong><em>\u201d.<\/em><\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"12\">Diferen\u00e7a entre julgamento com e sem m\u00e9rito<\/h3>\n\n\n\n<p>Em resumo, ent\u00e3o, no julgamento de m\u00e9rito h\u00e1 uma convic\u00e7\u00e3o do Juiz sobre o direito pleiteado. Enquanto isso, no julgamento sem m\u00e9rito, o Juiz sequer adentra nessa seara, se limitando \u00e0s quest\u00f5es processuais que levaram especificamente \u00e0 extin\u00e7\u00e3o do pedido.<\/p>\n\n\n\n<p>Vale destacar, ainda, que <strong>a principal diferen\u00e7a<\/strong> entre a extin\u00e7\u00e3o do processo com ou sem m\u00e9rito <strong>se d\u00e1 pela possibilidade de um novo ajuizamento da a\u00e7\u00e3o<\/strong>. Isso porque, somente na hip\u00f3tese em que n\u00e3o houver an\u00e1lise de m\u00e9rito a parte interessada poder\u00e1 reapresentar o pedido, corrigindo o v\u00edcio que levou \u00e0 extin\u00e7\u00e3o anterior. <\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 o que nos ensina o artigo 486 do Novo C\u00f3digo de Processo Civil:<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-pullquote\"><blockquote><p><strong>Art. 486 do CPC\/15<\/strong>. O pronunciamento judicial que n\u00e3o resolve o m\u00e9rito n\u00e3o obsta a que a parte proponha de novo a a\u00e7\u00e3o.<\/p><\/blockquote><\/figure>\n\n\n\n<p>Visto ent\u00e3o a diferen\u00e7a e a consequ\u00eancia da an\u00e1lise ou n\u00e3o do m\u00e9rito, seguimos mais adiante, a fim de saber um pouco sobre quais s\u00e3o as situa\u00e7\u00f5es que implicam na extin\u00e7\u00e3o do processo na forma do artigo 485 do CPC\/2015.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"2\">O que diz o art 485 do Novo CPC?<\/h2>\n\n\n\n<p>O art 485 do Novo CPC elenca as situa\u00e7\u00f5es em que o Juiz n\u00e3o resolver\u00e1 o m\u00e9rito. Entre as hip\u00f3teses est\u00e3o o indeferimento da peti\u00e7\u00e3o inicial, a parada do curso do processo, a aus\u00eancia de legitimidade ou de interesse processual, a morte da parte, e outras previs\u00f5es legais.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/Art-485-do-Novo-CPC.jpg\" alt=\"Imagem traz o conceito resumido do artigo 485 do Novo CPC\" class=\"wp-image-40192\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p>A extin\u00e7\u00e3o do processo sem resolu\u00e7\u00e3o do m\u00e9rito resulta na prola\u00e7\u00e3o de senten\u00e7a, que deixa de analisar um ou todos os pedidos formulados.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Confira o art 485 do Novo CPC na \u00edntegra<\/h3>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-pullquote classe bq-small\"><blockquote><p><strong>Art. 485 do CPC\/15<\/strong>. O juiz n\u00e3o resolver\u00e1 o m\u00e9rito quando:<br>I &#8211; indeferir a peti\u00e7\u00e3o inicial;<br>II &#8211; o processo ficar parado durante mais de 1 (um) ano por neglig\u00eancia das partes;<br>III &#8211; por n\u00e3o promover os atos e as dilig\u00eancias que lhe incumbir, o autor abandonar a causa por mais de 30 (trinta) dias;<br>IV &#8211; verificar a aus\u00eancia de pressupostos de constitui\u00e7\u00e3o e de desenvolvimento v\u00e1lido e regular do processo;<br>V &#8211; reconhecer a exist\u00eancia de peremp\u00e7\u00e3o, de litispend\u00eancia ou de coisa julgada;<br>VI &#8211; verificar aus\u00eancia de legitimidade ou de interesse processual;<br>VII &#8211; acolher a alega\u00e7\u00e3o de exist\u00eancia de conven\u00e7\u00e3o de arbitragem ou quando o ju\u00edzo arbitral reconhecer sua compet\u00eancia;<br>VIII &#8211; homologar a desist\u00eancia da a\u00e7\u00e3o;<br>IX &#8211; em caso de morte da parte, a a\u00e7\u00e3o for considerada intransmiss\u00edvel por disposi\u00e7\u00e3o legal; e<br>X &#8211; nos demais casos prescritos neste C\u00f3digo.<br>\u00a7 1\u00ba Nas hip\u00f3teses descritas nos incisos II e III, a parte ser\u00e1 intimada pessoalmente para suprir a falta no prazo de 5 (cinco) dias.<br>\u00a7 2\u00ba No caso do \u00a7 1\u00ba, quanto ao inciso II, as partes pagar\u00e3o proporcionalmente as custas, e, quanto ao inciso III, o autor ser\u00e1 condenado ao pagamento das despesas e dos honor\u00e1rios de advogado.<br>\u00a7 3\u00ba O juiz conhecer\u00e1 de of\u00edcio da mat\u00e9ria constante dos incisos IV, V, VI e IX, em qualquer tempo e grau de jurisdi\u00e7\u00e3o, enquanto n\u00e3o ocorrer o tr\u00e2nsito em julgado.<br>\u00a7 4\u00ba Oferecida a contesta\u00e7\u00e3o, o autor n\u00e3o poder\u00e1, sem o consentimento do r\u00e9u, desistir da a\u00e7\u00e3o.<br>\u00a7 5\u00ba A desist\u00eancia da a\u00e7\u00e3o pode ser apresentada at\u00e9 a senten\u00e7a.<br>\u00a7 6\u00ba Oferecida a contesta\u00e7\u00e3o, a extin\u00e7\u00e3o do processo por abandono da causa pelo autor depende de requerimento do r\u00e9u.<br>\u00a7 7\u00ba Interposta a apela\u00e7\u00e3o em qualquer dos casos de que tratam os incisos deste artigo, o juiz ter\u00e1 5 (cinco) dias para retratar-se.<\/p><\/blockquote><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"3\">Coment\u00e1rios ao art 485 do Novo CPC<\/h2>\n\n\n\n<p>Da leitura dos incisos I a X, temos as situa\u00e7\u00f5es em que o Juiz n\u00e3o adentrar\u00e1 ao m\u00e9rito do processo pela incid\u00eancia de uma ou mais destas condi\u00e7\u00f5es previstas, proferindo ent\u00e3o senten\u00e7a terminativa, extinguindo o pedido sem an\u00e1lise de m\u00e9rito. <\/p>\n\n\n\n<p>Por sua vez, os par\u00e1grafos 1\u00ba ao 7\u00ba do referido artigo delimitam circunst\u00e2ncias de procedimento para a poss\u00edvel prola\u00e7\u00e3o de senten\u00e7a sem julgamento de m\u00e9rito.<\/p>\n\n\n\n<p>Para melhor estudo do caso, vejamos separadamente quais ocasi\u00f5es implicam a utiliza\u00e7\u00e3o do artigo 485 do C\u00f3digo de Processo Civil:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><a href=\"#31\">Indeferimento da peti\u00e7\u00e3o inicial<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"#32\">Paralisa\u00e7\u00e3o do processo<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"#33\">Abandono de causa por mais de 30 dias<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"#34\">A aus\u00eancia de pressupostos<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"#35\">Peremp\u00e7\u00e3o, litispend\u00eancia ou coisa julgada<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"#36\">Aus\u00eancia de legitimidade ou de interesse processual<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"#37\">Conven\u00e7\u00e3o de arbitragem ou Ju\u00edzo arbitral<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"#38\">Desist\u00eancia da a\u00e7\u00e3o<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"#39\">Caso de morte da parte<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"#310\">Outros casos previstos em Lei<\/a><\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"31\">Art 485 do Novo CPC: I \u2013 O indeferimento da peti\u00e7\u00e3o inicial<\/h3>\n\n\n\n<p>O inciso I do artigo 485 do CPC\/2015 nos mostra a<strong> primeira possibilidade de extin\u00e7\u00e3o do processo sem julgamento de m\u00e9rito: o indeferimento da peti\u00e7\u00e3o inicial.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>E quais os motivos levariam o Juiz a indeferir a peti\u00e7\u00e3o inicial? A resposta para essa pergunta est\u00e1 prevista no artigo 330 do atual C\u00f3digo de Processo Civil, que assim disp\u00f5e:<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-pullquote classe bq-small\"><blockquote><p><strong>Art. 330 do CPC\/15<\/strong>. A peti\u00e7\u00e3o inicial ser\u00e1 indeferida quando:<br>I &#8211; for inepta;<br>II &#8211; a parte for manifestamente ileg\u00edtima;<br>III &#8211; o autor carecer de interesse processual;<br>IV &#8211; n\u00e3o atendidas as prescri\u00e7\u00f5es dos <a aria-label=\" (abre numa nova aba)\" href=\"http:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/_ato2015-2018\/2015\/lei\/l13105.htm#art106\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">arts. 106 <\/a>e <a aria-label=\" (abre numa nova aba)\" href=\"http:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/_ato2015-2018\/2015\/lei\/l13105.htm#art321\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">321 <\/a>.<\/p><\/blockquote><\/figure>\n\n\n\n<p>A leitura do artigo acima implica, necessariamente, que voc\u00ea fa\u00e7a algumas idas e vindas ao C\u00f3digo de Processo Civil, a fim de entender o que significa cada uma das previs\u00f5es dentro dos incisos I a IV do artigo 330 do CPC\/2015.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">In\u00e9pcia, ilegitimidade e interesse processual<\/h4>\n\n\n\n<p>A <strong>in\u00e9pcia da peti\u00e7\u00e3o inicial<\/strong> (inciso I, do art. 330 do CPC\/2015), por exemplo, ocorre conforme a previs\u00e3o do \u00a7 1\u00ba do mesmo artigo 330. Vejamos:<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p><em>\u00a7 1\u00ba Considera-se inepta a peti\u00e7\u00e3o inicial quando:<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>I &#8211; lhe faltar pedido ou causa de pedir;<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>II &#8211; o pedido for indeterminado, ressalvadas as hip\u00f3teses legais em que se permite o pedido gen\u00e9rico;<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>III &#8211; da narra\u00e7\u00e3o dos fatos n\u00e3o decorrer logicamente a conclus\u00e3o;<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>IV &#8211; contiver pedidos incompat\u00edveis entre si.\u201d<\/em><\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p>J\u00e1 as quest\u00f5es inerentes \u00e0 <strong>ilegitimidade<\/strong> (inciso II, do art. 330 do CPC\/2015) e <strong>interesse processual<\/strong> (inciso III, do art. 330 do CPC\/2015), podem ser vistas no artigo 17 do CPC\/2015.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p><em>Art. 17. Para postular em ju\u00edzo \u00e9 necess\u00e1rio ter interesse e legitimidade.\u201d<\/em><\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Prescri\u00e7\u00f5es dos artigos 106 e 321 do CPC\/15<\/h4>\n\n\n\n<p>Ditam, respectivamente, <strong>regras sobre postula\u00e7\u00e3o em Ju\u00edzo em causa pr\u00f3pria<\/strong> pelo Advogado em emenda ou complemento da peti\u00e7\u00e3o inicial quando n\u00e3o preencher os requisitos dos artigos 319 e 320 CPC\/2015.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-pullquote classe bq-small\"><blockquote><p><strong>Art. 106 do CPC\/15.<\/strong> Quando postular em causa pr\u00f3pria, incumbe ao advogado:<br>I &#8211; declarar, na peti\u00e7\u00e3o inicial ou na contesta\u00e7\u00e3o, o endere\u00e7o, seu n\u00famero de inscri\u00e7\u00e3o na Ordem dos Advogados do Brasil e o nome da sociedade de advogados da qual participa, para o recebimento de intima\u00e7\u00f5es;<br>II &#8211; comunicar ao ju\u00edzo qualquer mudan\u00e7a de endere\u00e7o.<br>\u00a7 1\u00ba Se o advogado descumprir o disposto no inciso I, o juiz ordenar\u00e1 que se supra a omiss\u00e3o, no prazo de 5 (cinco) dias, antes de determinar a cita\u00e7\u00e3o do r\u00e9u, sob pena de indeferimento da peti\u00e7\u00e3o.<br>\u00a7 2\u00ba Se o advogado infringir o previsto no inciso II, ser\u00e3o consideradas v\u00e1lidas as intima\u00e7\u00f5es enviadas por carta registrada ou meio eletr\u00f4nico ao endere\u00e7o constante dos autos.<\/p><\/blockquote><\/figure>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<figure class=\"wp-block-pullquote classe bq-small\"><blockquote><p><strong>Art. 321 do CPC\/15.<\/strong> O juiz, ao verificar que a peti\u00e7\u00e3o inicial n\u00e3o preenche os requisitos dos <a href=\"http:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/_ato2015-2018\/2015\/lei\/l13105.htm#art319\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">arts. 319 e 320 <\/a>ou que apresenta defeitos e irregularidades capazes de dificultar o julgamento de m\u00e9rito, determinar\u00e1 que o autor, no prazo de 15 (quinze) dias, a emende ou a complete, indicando com precis\u00e3o o que deve ser corrigido ou completado.<br>Par\u00e1grafo \u00fanico. Se o autor n\u00e3o cumprir a dilig\u00eancia, o juiz indeferir\u00e1 a peti\u00e7\u00e3o inicial.<\/p><\/blockquote><\/figure>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p>Como visto, <strong>somente o Inciso I do artigo 485 do CPC\/2015 nos remete \u00e0 in\u00fameras hip\u00f3teses em que o Juiz poder\u00e1 extinguir o processo sem resolu\u00e7\u00e3o de m\u00e9rito<\/strong>. Assim, \u00e9 necess\u00e1rio para todos que estudam o tema conhecer al\u00e9m do artigo em si as remiss\u00f5es que encontramos dentro dele, com essas idas e vindas no decorrer do C\u00f3digo.<\/p>\n\n\n\n<p><em>Confira an\u00e1lises completas do <a href=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/art-319-novo-cpc\/\">art. 319 do Novo CPC<\/a> e do <a href=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/art-321-novo-cpc\/\">art. 321 do Novo CPC<\/a>!<\/em><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"32\">Art 485 do Novo CPC: II \u2013 Paralisa\u00e7\u00e3o do processo durante mais de 1 (um) ano por neglig\u00eancia das partes<\/h3>\n\n\n\n<p>Continuando a an\u00e1lise dos incisos previstos no artigo 485 do CPC\/2015, temos no inciso II uma situa\u00e7\u00e3o menos complexa daquela prevista no inciso anterior, pois o texto \u00e9 mais claro no que disp\u00f5e.<\/p>\n\n\n\n<p>Neste caso, o processo ser\u00e1 extinto quando, por neglig\u00eancia das partes, permanecer paralisado por mais de um ano.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Vale, contudo, observar que a extin\u00e7\u00e3o sem julgamento de m\u00e9rito neste caso <strong>depende da paralisa\u00e7\u00e3o do processo, por per\u00edodo superior a 01 (um) ano, por ambas as partes<\/strong>. \u00c9 uma situa\u00e7\u00e3o diferente do abandono de causa, que veremos no inciso a seguir.<\/p>\n\n\n\n<p>Como se sabe, o processo se inicia por vontade das partes, sendo exce\u00e7\u00e3o os atos em que o Juiz pode agir de of\u00edcio. Por isso, a paralisa\u00e7\u00e3o deve ser compreendida como uma situa\u00e7\u00e3o na qual o prosseguimento dependa de manifesta\u00e7\u00e3o dos litigantes.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Deve ficar claro que <strong>n\u00e3o \u00e9 qualquer aus\u00eancia<\/strong> de manifesta\u00e7\u00e3o e\/ou cumprimento de ato que resulta na paralisa\u00e7\u00e3o do processo. Muitas vezes, ao deixar de se manifestar, ocorre t\u00e3o somente preclus\u00e3o do direito, sem, contudo, impedir o Juiz de analisar o m\u00e9rito da causa.<\/p>\n\n\n\n<p>Um bom exemplo pr\u00e1tico para a aplica\u00e7\u00e3o deste inciso \u00e9 quando ambas as partes requerem ao Ju\u00edzo a suspens\u00e3o do processo por determinado tempo e n\u00e3o voltam mais a se manifestar nos autos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Ao final deste per\u00edodo, o Juiz deve intimar as partes para requerer o que de direito, e, portanto, devem obrigatoriamente informar se t\u00eam interesse no prosseguimento do processo. Caso contr\u00e1rio, a neglig\u00eancia por n\u00e3o se manifestarem ensejar\u00e1 a extin\u00e7\u00e3o do processo sem resolu\u00e7\u00e3o do m\u00e9rito, com condena\u00e7\u00e3o no pagamento somente das custas (\u00a7 2\u00ba, do art 485 do CPC\/2015).<\/p>\n\n\n\n<p><em>Leia mais: <a href=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/controle-de-processos-judiciais\/\">Por que investir em um sistema de controle de processos judiciais?<\/a><\/em><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"33\">Art 485 do Novo CPC: III \u2013 Abandono de causa por mais de 30 (trinta) dias<\/h3>\n\n\n\n<p>Diferentemente do inciso II, o abandono de causa \u00e9 situa\u00e7\u00e3o similar, por\u00e9m, <strong>destinada somente ao Autor da demanda<\/strong>. Neste caso, mesmo sendo o maior interessado em resolver o lit\u00edgio, se abandonar a causa por per\u00edodo superior a 30 (trinta) dias haver\u00e1 aplica\u00e7\u00e3o do artigo 485 do CPC\/2015 com consequente julgamento da causa sem resolu\u00e7\u00e3o de m\u00e9rito.<\/p>\n\n\n\n<p>A extin\u00e7\u00e3o do processo nesta hip\u00f3tese necessita que a parte Autora seja previamente intimada pessoalmente para impulsionar o processo, conforme \u00a7 1\u00ba, do art 485 do CPC\/2015. Ou seja, n\u00e3o basta somente a intima\u00e7\u00e3o do seu Advogado para dar prosseguimento \u00e0 a\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, igual ao inciso anterior, n\u00e3o \u00e9 o descumprimento de qualquer ato, que em sua maioria ocasiona apenas a preclus\u00e3o do direito, e sim, deixar de cumprir as ordens do Ju\u00edzo que impossibilitem a retomada da marcha processual. Por exemplo: quando o Autor \u00e9 intimado na a\u00e7\u00e3o de execu\u00e7\u00e3o para formular suas pretens\u00f5es aos atos expropriat\u00f3rios e deixa de se manifestar.<\/p>\n\n\n\n<p>Vale lembrar aqui que como a extin\u00e7\u00e3o do processo sem resolu\u00e7\u00e3o do m\u00e9rito por abandono de causa \u00e9 ato exclusivo do Autor da a\u00e7\u00e3o, a senten\u00e7a do Ju\u00edzo ainda condenar\u00e1 este ao pagamento de custas e <a href=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/honorarios-advocaticios\/\">honor\u00e1rios advocat\u00edcios<\/a>, conforme segunda parte do \u00a7 2\u00ba, do artigo 485 do C\u00f3digo de Processo Civil de 2015.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"34\">Art 485 do Novo CPC: IV \u2013 Aus\u00eancia de pressupostos de constitui\u00e7\u00e3o e de desenvolvimento v\u00e1lido e regular do processo<\/h3>\n\n\n\n<p>O inciso IV do artigo 485 do CPC\/2015, por outro lado, n\u00e3o nos remete de forma t\u00e3o clara em quais casos h\u00e1 a extin\u00e7\u00e3o do processo sem julgamento de m\u00e9rito nesta modalidade. Antes de tudo, \u00e9 preciso entender o que s\u00e3o os pressupostos de constitui\u00e7\u00e3o e de desenvolvimento v\u00e1lido e regular do processo.<\/p>\n\n\n\n<p>A doutrina do Professor C\u00e1ssio Scarpinella Bueno (2016, p. 73) assim nos ensina: para exist\u00eancia do processo <strong>h\u00e1 determinados pressupostos relativos \u00e0 sua exist\u00eancia e \u00e0 sua validade, sendo que se n\u00e3o respeitados comprometer\u00e3o o desenvolvimento da a\u00e7\u00e3o<\/strong>.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>S\u00e3o divididos em pressupostos processuais de exist\u00eancia, de validade e negativos (este \u00faltimo comentarei no t\u00f3pico seguinte \u2013 inciso V do art 485 do CPC\/2015).<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">S\u00e3o pressupostos de exist\u00eancia do processo:<\/h4>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>A provoca\u00e7\u00e3o inicial<\/strong> \u2013 A jurisdi\u00e7\u00e3o \u00e9 inerte, portanto, precisa ser provada para dar in\u00edcio ao processo;<\/li>\n\n\n\n<li><strong>A jurisdi\u00e7\u00e3o<\/strong> \u2013 O processo somente existe se algum \u00f3rg\u00e3o jurisdicional for provocado;<\/li>\n\n\n\n<li><strong>A cita\u00e7\u00e3o<\/strong> \u2013 O respeito ao contradit\u00f3rio \u00e9 regra m\u00e1xima, por isso, a parte R\u00e9, quando existir, deve sempre ser citada para tomar conhecimento do processo.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">S\u00e3o pressupostos de validade do processo:<\/h4>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>A aptid\u00e3o da provoca\u00e7\u00e3o inicial<\/strong> \u2013 \u00c9 o cumprimento dos requisitos b\u00e1sicos para a <a href=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/peticao-inicial\/\">peti\u00e7\u00e3o inicial<\/a>, previstos no art. 319 do CPC\/2015;<\/li>\n\n\n\n<li><strong>A compet\u00eancia do Ju\u00edzo<\/strong> \u2013 O \u00f3rg\u00e3o em que tramita o processo deve ser competente para analisar a quest\u00e3o em si;<\/li>\n\n\n\n<li><strong>A imparcialidade do Juiz<\/strong> \u2013 O Magistrado que for analisar o caso deve ser imparcial, n\u00e3o podendo ser impedido ou suspeito, conforme hip\u00f3teses do art. 144 e 145 do CPC\/2015;<\/li>\n\n\n\n<li><strong>A capacidade de ser parte e a capacidade de estar em Ju\u00edzo<\/strong> \u2013 Este ponto se refere \u00e0 legitima\u00e7\u00e3o processual da parte para estar em Ju\u00edzo;<\/li>\n\n\n\n<li><strong>A capacidade postulat\u00f3ria<\/strong> \u2013 Salvo exce\u00e7\u00f5es, \u00e0 exemplo do<em> jus postulandi <\/em>no <a href=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/lei-9099\/\">Juizado Especial<\/a> e na Justi\u00e7a do Trabalho, a parte deve estar representada por profissional do Direito, podendo ser Advogado, Defensor P\u00fablico ou at\u00e9 mesmo o Minist\u00e9rio P\u00fablico;<\/li>\n\n\n\n<li><strong>A cita\u00e7\u00e3o v\u00e1lida<\/strong> \u2013 Al\u00e9m de ser necess\u00e1ria a ordem de cita\u00e7\u00e3o para exist\u00eancia, a sua forma de realiza\u00e7\u00e3o \u00e9 essencial para validade, devendo cumprir os requisitos do art. 238 do CPC\/2015.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>Assim sendo, o inciso IV do art 485 do CPC\/2015 inspira a voc\u00ea Leitor a necessidade de explorar o texto do C\u00f3digo de Processo Civil para verificar se todos esses itens acima foram devidamente preenchidos, pois estando irregular algum destes o processo est\u00e1 fadado ao insucesso, o que poder\u00e1 ocasionar sua extin\u00e7\u00e3o sem julgamento de m\u00e9rito se n\u00e3o corrigido o v\u00edcio em tempo.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"35\">Art 485 do Novo CPC: V \u2013 Exist\u00eancia de peremp\u00e7\u00e3o, de litispend\u00eancia ou de coisa julgada<\/h3>\n\n\n\n<p>Continuando nosso estudo, o inciso V trouxe as hip\u00f3teses dos pressupostos processuais negativos, conforme nos ensinou acima o Professor C\u00e1ssio Scarpinella Bueno (2016, p. 73).<\/p>\n\n\n\n<p>Neste sentido, <strong>os pressupostos processuais negativos<\/strong>, ao contr\u00e1rio dos pressupostos processuais de exist\u00eancia e validade, justamente, <strong>n\u00e3o devem existir no processo para que ele prossiga at\u00e9 a senten\u00e7a final de m\u00e9rito<\/strong>.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Os pressupostos processuais negativos s\u00e3o:&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><a href=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/perempcao\/\">Peremp\u00e7\u00e3o<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/litispendencia\/\">Litispend\u00eancia<\/a><\/li>\n\n\n\n<li>Coisa Julgada<\/li>\n\n\n\n<li>Conven\u00e7\u00e3o de Arbitragem e&nbsp;<\/li>\n\n\n\n<li>Falta de Cau\u00e7\u00e3o ou outra presta\u00e7\u00e3o exigida pela Lei.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>No inciso V do art 485 do <a href=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/novo-cpc\/\">Novo CPC<\/a> <strong>somente 03 dos 05 pressupostos negativos foram indicados<\/strong>, sendo os demais previstos em outras partes do C\u00f3digo.<\/p>\n\n\n\n<p>Vejamos ent\u00e3o, o que significa cada pressuposto deste inciso.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Peremp\u00e7\u00e3o<\/h4>\n\n\n\n<p>A peremp\u00e7\u00e3o \u00e9 <strong>situa\u00e7\u00e3o que impede o Autor de ajuizar pela 4\u00aa vez o mesmo pedido<\/strong> se os 03 (tr\u00eas) anteriores foram todos extintos sem an\u00e1lise de m\u00e9rito por sua responsabilidade, conforme, inclusive, prev\u00ea o \u00a7 3\u00ba do artigo 486 do atual C\u00f3digo de Processo Civil.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p><strong><em>Art. 486 do CPC\/15 <\/em><\/strong><em>\u2013 (&#8230;)<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>\u00a7 3\u00ba \u2013 Se o autor der causa, por 3 (tr\u00eas) vezes, a senten\u00e7a fundada em abandono da causa, n\u00e3o poder\u00e1 propor nova a\u00e7\u00e3o contra o r\u00e9u com o mesmo objeto, ficando-lhe ressalvada, entretanto, a possibilidade de alegar em defesa o seu direito.\u201d<\/em><\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Litispend\u00eancia<\/h4>\n\n\n\n<p>J\u00e1 a<strong> litispend\u00eancia <\/strong>ocorre quando <strong>se repete a\u00e7\u00e3o que est\u00e1 em curso<\/strong>, conforme regra do \u00a7 3\u00ba do artigo 337 do C\u00f3digo de Processo Civil. Vejamos:<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p><strong><em>Art. 337 do CPC\/15v<\/em><\/strong><em> \u2013 (&#8230;)<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>\u00a7 3\u00ba \u2013 H\u00e1 litispend\u00eancia quando se repete a\u00e7\u00e3o que est\u00e1 em curso.\u201d<\/em><\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Coisa julgada<\/h4>\n\n\n\n<p>Por fim a coisa julgada \u00e9 a <strong>repeti\u00e7\u00e3o de a\u00e7\u00e3o que j\u00e1 foi decidida por decis\u00e3o transitada em julgada<\/strong>, conforme \u00a7 4\u00ba do artigo 337 do CPC\/2015:<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p><strong><em>Art. 337<\/em><\/strong><em>&nbsp; <\/em><strong><em>do CPC\/15 <\/em><\/strong><em>\u2013 (&#8230;)<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>\u00a7 4\u00ba \u2013 H\u00e1 coisa julgada quando se repete a\u00e7\u00e3o que j\u00e1 foi decidida por decis\u00e3o transitada em julgado.\u201d<\/em><\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p>Todas estas tr\u00eas hip\u00f3teses, reconhecidas como pressupostos processuais negativos, levam \u00e0 prola\u00e7\u00e3o de senten\u00e7a terminativa, ou seja, sem an\u00e1lise do m\u00e9rito pelo Juiz.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"36\">Art 485 do Novo CPC: VI \u2013 Aus\u00eancia de legitimidade ou de interesse processual<\/h3>\n\n\n\n<p>O inciso VI do art 485 do Novo CPC trouxe interessante discuss\u00e3o jur\u00eddica quando da sua entrada em vigor. Isso porque, o C\u00f3digo antecessor (CPC\/1973) ao dispor sobre a extin\u00e7\u00e3o do processo sem resolu\u00e7\u00e3o de m\u00e9rito, assim delimitava:<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p><strong><em>Art. 267 do CPC\/73<\/em><\/strong><em> \u2013 Extingue-se o processo, sem resolu\u00e7\u00e3o de m\u00e9rito:<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Inciso VI \u2013 quando n\u00e3o concorrer qualquer das condi\u00e7\u00f5es da a\u00e7\u00e3o, como a possibilidade jur\u00eddica, a legitimidade das partes e o interesse processual\u201d<\/em><\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p>Como vemos pela leitura no atual inciso IV do art 485 do CPC\/2015, houve pequena altera\u00e7\u00e3o. O legislador <strong>retirou os termos \u201c<em>condi\u00e7\u00f5es da a\u00e7\u00e3o\u201d <\/em>e \u201c<em>possibilidade jur\u00eddica do pedido\u201d<\/em><\/strong>, o que ensejou in\u00fameros debates no mundo jur\u00eddico sobre quais s\u00e3o ent\u00e3o as condi\u00e7\u00f5es da a\u00e7\u00e3o (para o nosso texto deixo de abordar mais sobre esta discuss\u00e3o para n\u00e3o alongar o estudo, mantendo o foco somente para o que est\u00e1 em vigor hoje).<\/p>\n\n\n\n<p>De toda a forma, as quest\u00f5es inerentes \u00e0 legitimidade de o interesse processual s\u00e3o irregularidades que resultam em aus\u00eancia de condi\u00e7\u00e3o da a\u00e7\u00e3o (art. 17 do CPC\/2015), inviabilizando que o Magistrado preste a tutela jurisdicional de m\u00e9rito, e, consequentemente, impondo a extin\u00e7\u00e3o do processo sem julgamento de m\u00e9rito.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Legitimidade processual<\/h4>\n\n\n\n<p>A legitimidade \u00e9 definida pelo <a href=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/novo-codigo-de-processo-civil\/\">C\u00f3digo de Processo Civil<\/a> em seu artigo 18. Vejamos:<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p><strong><em>Art. 18 do CPC\/15.<\/em><\/strong><em> Ningu\u00e9m poder\u00e1 pleitear direito alheio em nome pr\u00f3prio, salvo quando autorizado pelo ordenamento jur\u00eddico.\u201d<\/em><\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p>Vale destacar que, a respeito da legitimidade, houve inovadora situa\u00e7\u00e3o que n\u00e3o era prevista no CPC\/1973.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O CPC\/2015 trouxe a disposi\u00e7\u00e3o do artigo 338, que em respeito \u00e0 busca de julgamento de m\u00e9rito, efetividade e economia, possibilita ao Autor substituir o polo passivo da a\u00e7\u00e3o, caso se verifique a ilegitimidade do polo passivo.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p><strong><em>Art. 338 do CPC\/15<\/em><\/strong><em> \u2013 Alegando o r\u00e9u, na <\/em><a href=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/contestacao\/\"><em>contesta\u00e7\u00e3o<\/em><\/a><em>, ser parte ileg\u00edtima ou n\u00e3o ser o respons\u00e1vel pelo preju\u00edzo invocado, o juiz facultar\u00e1 ao autor, em 15 (quinze) dias, a altera\u00e7\u00e3o da peti\u00e7\u00e3o inicial para substitui\u00e7\u00e3o do r\u00e9u.<\/em><\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Interesse processual<\/h4>\n\n\n\n<p>Por sua vez, o interesse processual \u00e9 delimitado pelo artigo 19 do CPC\/2015 da seguinte forma:<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p><strong><em>Art. 19 do CPC\/15<\/em><\/strong><em> \u2013 O interesse do autor pode limitar-se \u00e0 declara\u00e7\u00e3o:<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>I &#8211; da exist\u00eancia, da inexist\u00eancia ou do modo de ser de uma rela\u00e7\u00e3o jur\u00eddica;<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>II &#8211; da autenticidade ou da falsidade de documento.\u201d<\/em><\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p>Com isso, <strong>o mero ajuizamento de a\u00e7\u00e3o sem demonstra\u00e7\u00e3o do interesse<\/strong> do Autor, ou, em outras palavras, o justo motivo pelo qual busca a tutela jurisdicional, resulta na extin\u00e7\u00e3o do processo sem julgamento do m\u00e9rito.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"37\">Art 485 do Novo CPC: VII \u2013 Pr\u00e9via compet\u00eancia de conven\u00e7\u00e3o de arbitragem ou Ju\u00edzo arbitral<\/h3>\n\n\n\n<p>Como vimos antes no inciso IV (aus\u00eancia de pressupostos de constitui\u00e7\u00e3o e de desenvolvimento v\u00e1lido e regular do processo), <strong>a compet\u00eancia<\/strong> (art. 42 e seguintes do CPC\/2015) <strong>\u00e9 um pressuposto de validade do processo<\/strong>, sendo que a a\u00e7\u00e3o precisa tramitar num \u00f3rg\u00e3o de compet\u00eancia jurisdicional.<\/p>\n\n\n\n<p>Entretanto, aqui, no inciso VII do art 485 do Novo CPC, h\u00e1 uma exce\u00e7\u00e3o da regra. Ou seja, antes de recorrer diretamente ao Poder Judici\u00e1rio para pleitear a tutela jurisdicional, as partes podem em situa\u00e7\u00e3o particular ter elegido a necessidade pr\u00e9via de realiza\u00e7\u00e3o de arbitragem.<\/p>\n\n\n\n<p>A arbitragem \u00e9 institu\u00edda pela Lei n\u00ba 9.307\/1996, sendo que seu artigo 3\u00ba assim delimita:<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p><strong><em>Art. 3\u00ba da Lei n\u00ba 9.307\/1996<\/em><\/strong><em> \u2013&nbsp;As partes interessadas podem submeter a solu\u00e7\u00e3o de seus lit\u00edgios ao ju\u00edzo arbitral mediante conven\u00e7\u00e3o de arbitragem, assim entendida a cl\u00e1usula compromiss\u00f3ria e o compromisso arbitral.\u201d<\/em><\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p>Por conta da vontade das partes, que anteriormente decidiram eleger o Ju\u00edzo Arbitral, temos uma exce\u00e7\u00e3o da regra geral de compet\u00eancia. Isso porque, em primeiro momento, esta se sobrep\u00f5e \u00e0quela, de modo que se determinado pedido n\u00e3o for previamente submetido ao Ju\u00edzo Arbitral, n\u00e3o poder\u00e1 ser diretamente analisado pelo Juiz de Direito.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A consequ\u00eancia, assim como nos demais casos acima, \u00e9 a extin\u00e7\u00e3o do processo sem an\u00e1lise do m\u00e9rito.<\/p>\n\n\n\n<p>Posteriormente, n\u00e3o sendo resolvidas pelo Ju\u00edzo arbitral as quest\u00f5es em lit\u00edgio, poder\u00e3o as partes buscar a tutela jurisdicional no Poder Judici\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"38\">Art 485 do Novo CPC: VIII \u2013 Desist\u00eancia da a\u00e7\u00e3o<\/h3>\n\n\n\n<p>O inciso VIII do artigo 485 do atual C\u00f3digo de Processo Civil pode parecer simples, por\u00e9m, \u00e9 necess\u00e1rio certo cuidado com sua aplica\u00e7\u00e3o e utiliza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>A leitura do inciso diz \u201c<em>homologar a desist\u00eancia da a\u00e7\u00e3o<\/em>\u201d, entretanto, como nos ensina o Professor C\u00e1ssio Scarpinella Bueno (2016, p. 385), o Autor n\u00e3o desiste da a\u00e7\u00e3o em si, mas em verdade, desiste de continuar a exercer o seu direito de a\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Ademais disso, conforme determina o \u00a7 4\u00ba do art 485 do Novo CPC, ap\u00f3s o oferecimento de contesta\u00e7\u00e3o pelo R\u00e9u, a desist\u00eancia implica em obrigatoriamente sua concord\u00e2ncia, e, caso n\u00e3o concorde, pois pode ter interesse no resultado da causa, o processo permanecer\u00e1 em curso.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, o \u00a7 5\u00ba, tamb\u00e9m do art 485 do CPC\/2015, faz a ressalva de que a <strong>desist\u00eancia da a\u00e7\u00e3o pode ocorrer at\u00e9 o momento anterior da prola\u00e7\u00e3o de senten\u00e7a.<\/strong> A parte que n\u00e3o tiver mais interesse na causa depois da senten\u00e7a poder\u00e1 n\u00e3o executar o t\u00edtulo, ou, se for o caso, desistir do eventual recurso apresentado, por\u00e9m, mantendo h\u00edgida a senten\u00e7a j\u00e1 prolatada.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"39\">Art 485 do Novo CPC: IX \u2013 Intransmissibilidade de a\u00e7\u00e3o em caso de morte da parte<\/h3>\n\n\n\n<p>A pen\u00faltima hip\u00f3tese para a extin\u00e7\u00e3o do processo sem julgamento de m\u00e9rito cuida da intransmissibilidade da a\u00e7\u00e3o em caso de morte da parte.<\/p>\n\n\n\n<p>Tecnicamente falando, <strong>n\u00e3o \u00e9 a a\u00e7\u00e3o que \u00e9 intransmiss\u00edvel, mas sim o direito que nela se busca tutelar<\/strong>. Em regra, podemos pensar que as a\u00e7\u00f5es de cunho personal\u00edssimo ou de estado da pessoa s\u00e3o intransmiss\u00edveis, como a a\u00e7\u00e3o de div\u00f3rcio. Por\u00e9m, h\u00e1 outras situa\u00e7\u00f5es em que havendo a morte, se torna invi\u00e1vel a transmiss\u00e3o do direito, como no caso do mandato.<\/p>\n\n\n\n<p>Assim sendo, <strong>com a morte da parte o direito desaparecer\u00e1, n\u00e3o havendo motivo para continuar o processo,<\/strong> ensejando a extin\u00e7\u00e3o sem m\u00e9rito.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"310\">Art. 485 do Novo CPC: X \u2013 Outros casos previstos em Lei<\/h3>\n\n\n\n<p>Chegamos ent\u00e3o ao \u00faltimo inciso do art. 485 do Novo CPC. A reda\u00e7\u00e3o deste inciso n\u00e3o \u00e9 clara, pois implica em estudo de outras quest\u00f5es para saber quais outros casos a Lei prev\u00ea como resultado a prola\u00e7\u00e3o de senten\u00e7a sem an\u00e1lise do m\u00e9rito.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Existem in\u00fameras situa\u00e7\u00f5es, inclusive em legisla\u00e7\u00f5es esparsas<\/strong>, que se n\u00e3o observadas ocasionar\u00e3o o julgamento sem m\u00e9rito pelo Juiz. Cito aqui abaixo algumas das hip\u00f3teses.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Art. 76, \u00a7 1\u00ba, inciso I do CPC\/2015<\/strong> \u2013 incapacidade processual ou irregularidade na representa\u00e7\u00e3o da parte;<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Art. 102, par\u00e1grafo \u00fanico, do CPC\/2015<\/strong> \u2013 revoga\u00e7\u00e3o da gratuidade da justi\u00e7a sem que haja posterior recolhimento das custas iniciais;<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Art. 115, par\u00e1grafo \u00fanico, do CPC\/2015<\/strong> \u2013 aus\u00eancia de cita\u00e7\u00e3o do <a href=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/litisconsorcio\/\">litiscons\u00f3rcio<\/a> passivo necess\u00e1rio faltante;<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Art. 303, \u00a7 2\u00ba e \u00a7 6\u00ba do CPC\/2015<\/strong> \u2013 aus\u00eancia de aditamento da peti\u00e7\u00e3o inicial nos casos de tutela antecipada requerida antecedentemente;<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Art. 542, par\u00e1grafo \u00fanico do CPC\/2015<\/strong> \u2013 aus\u00eancia de dep\u00f3sito pr\u00e9vio do valor ofertado na a\u00e7\u00e3o de consigna\u00e7\u00e3o em pagamento.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>Essas s\u00e3o, portanto, algumas hip\u00f3teses que tamb\u00e9m podem acarretar a prola\u00e7\u00e3o de senten\u00e7a terminativa, ou seja, que extingue o processo sem resolu\u00e7\u00e3o de m\u00e9rito.<\/p>\n\n\n\n<style>\n    #adpost-block_78118151d599bd50276b0a73fb0497d8.anuncio-post-reverse {\n        display: flex;\n        gap: 24px;\n        border-radius: 8px;\n        width: 100%;\n        max-width: 752px;\n        padding: 40px;\n        background: #e7f4fe;\n        margin: 16px auto;\n    }\n\n    #adpost-block_78118151d599bd50276b0a73fb0497d8 .anuncio-container {\n        display: flex;\n        flex-direction: column;\n        gap: 24px;\n        width: 100%;\n        max-width: 333px;\n    }\n\n    #adpost-block_78118151d599bd50276b0a73fb0497d8 .anuncio-container .logo {\n        width: 100%;\n        max-width: 177px;\n        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class=\"anuncio-text-container\">\n             <h3 class=\"title\" >Seja protagonista da sua advocacia com o Astrea<\/h3>\n            <div class=\"text\" >Tenha tempo para focar no crescimento do seu escrit\u00f3rio, enquanto o Astrea cuida da sua gest\u00e3o jur\u00eddica com intelig\u00eancia.<\/div>        <\/div>\n       \n        <a class=\"button\" href=\"\/astrea\/?utm_source=blog&#038;utm_medium=adpost&#038;utm_campaign=campanha-marca-2026\" target=\"_self\">Conhe\u00e7a o Astrea<\/a>    <\/div>\n\n    <div class=\"image-container\">\n        <img decoding=\"async\" class=\"image-desktop\" src=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/adpos-posicionamento-2026-desktop.png\" alt=\"\" \/>\n        <img decoding=\"async\" class=\"image-mobile\" src=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/adpost-posicionamento-2026-mobile.png\" alt=\"\" \/>    <\/div>\n<\/article>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"4\">Ponto de aten\u00e7\u00e3o para advogados: desist\u00eancia da a\u00e7\u00e3o<\/h2>\n\n\n\n<p>Dentre as situa\u00e7\u00f5es trazidas pelo C\u00f3digo de Processo Civil de 2015, <strong>destaco a desist\u00eancia da a\u00e7\u00e3o para comentar aqui<\/strong>, pois \u00e9 pertinente \u00e0 quem se dedica ao estudo da mat\u00e9ria.<\/p>\n\n\n\n<p>Em alguns casos, mesmo que a parte desista da a\u00e7\u00e3o por qualquer motivo que lhe convenha (inciso VIII do art. 485 do Novo CPC), nada impede que a tese de m\u00e9rito seja ainda julgada pelo Poder Judici\u00e1rio, como \u00e9 o caso do Incidente de Resolu\u00e7\u00e3o de Demandas Repetitivas. Vejamos:<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p><strong><em>Art. 976 do CPC\/2015<\/em><\/strong><em>. \u00c9 cab\u00edvel a instaura\u00e7\u00e3o do incidente de resolu\u00e7\u00e3o de demandas repetitivas quando houver, simultaneamente:<\/em> <em>(&#8230;)<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>\u00a7 1\u00ba \u2013 A desist\u00eancia ou o abandono do processo n\u00e3o impede o exame de m\u00e9rito do incidente.\u201d<\/em><\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p>O mesmo se aplica tamb\u00e9m aos <a href=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/recurso-especial\/\">Recursos Especiais<\/a> e Recursos Extraordin\u00e1rios quando reconhecida a repercuss\u00e3o geral ou for o caso de recurso repetitivo, conforme par\u00e1grafo \u00fanico do artigo 998 do CPC\/2015.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p><strong><em>Art. 998 do CPC\/2015<\/em><\/strong><em>. O recorrente poder\u00e1, a qualquer tempo, sem a anu\u00eancia do recorrido ou dos litisconsortes, desistir do recurso.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Par\u00e1grafo \u00fanico. A desist\u00eancia do recurso n\u00e3o impede a an\u00e1lise de quest\u00e3o cuja repercuss\u00e3o geral j\u00e1 tenha sido reconhecida e daquela objeto de julgamento de recursos extraordin\u00e1rios ou especiais repetitivos.\u201d<\/em><\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p>Portanto, a depender do objeto litigioso, <strong>ainda que o Autor queira desistir da a\u00e7\u00e3o, poder\u00e1 haver o julgamento sobre o caso<\/strong> para pacifica\u00e7\u00e3o de entendimento sobre a mat\u00e9ria, evitando inseguran\u00e7a jur\u00eddica.<\/p>\n\n\n\n<p>Entendo ser pertinente a indica\u00e7\u00e3o desta situa\u00e7\u00e3o, pois, a depender da tese jur\u00eddica sendo criada, ela importar\u00e1 na uniformiza\u00e7\u00e3o de entendimento sobre determinado assunto, o que n\u00e3o necessariamente agradar\u00e1 a todos.<\/p>\n\n\n\n<p><em>Dica de leitura: Saiba como funcionam os <\/em><a href=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/recursos-no-novo-cpc\/\"><em>recursos no Novo CPC<\/em><\/a><em>.<\/em><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">D\u00favidas frequentes sobre o art 485 do Novo CPC<\/h2>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">O que diz o artigo 485 do CPC?<\/h3>\n\n\n\n<p>O art 485 do Novo CPC estipula as hip\u00f3teses de extin\u00e7\u00e3o do processo sem resolu\u00e7\u00e3o do m\u00e9rito por parte do Juiz, resultando na prola\u00e7\u00e3o de senten\u00e7a que deixa de analisar um ou todos os pedidos formulados. Saiba mais sobre o tema no artigo!<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Qual a diferen\u00e7a entre julgamento com e sem m\u00e9rito?<\/h3>\n\n\n\n<p>No julgamento de m\u00e9rito h\u00e1 uma convic\u00e7\u00e3o do Juiz sobre o direito pleiteado. J\u00e1 no sem m\u00e9rito, o Juiz sequer adentra nessa \u00e1rea, se limitando \u00e0s quest\u00f5es processuais espec\u00edficas. A principal diferen\u00e7a entre a extin\u00e7\u00e3o do processo com ou sem m\u00e9rito \u00e9 a possibilidade de um novo ajuizamento da a\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<style>\n    #adpost-block_195ceb26bbb949a4933d864073b561f9.anuncio-post-reverse {\n        display: flex;\n        gap: 24px;\n        border-radius: 8px;\n        width: 100%;\n        max-width: 752px;\n        padding: 40px;\n        background: #CCD1FF;\n        margin: 16px auto;\n    }\n\n    #adpost-block_195ceb26bbb949a4933d864073b561f9 .anuncio-container {\n        display: flex;\n        flex-direction: column;\n        gap: 24px;\n        width: 100%;\n        max-width: 333px;\n    }\n\n    #adpost-block_195ceb26bbb949a4933d864073b561f9 .anuncio-container .logo {\n        width: 100%;\n        max-width: 177px;\n        margin: 0;\n    }\n\n    #adpost-block_195ceb26bbb949a4933d864073b561f9 .anuncio-text-container {\n        display: flex;\n        flex-direction: column;\n        gap: 24px;\n    }\n\n    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        <h3 class=\"title\" >N\u00e3o encontrou todas as respostas por aqui?<\/h3>\n            <div class=\"text\" >No F\u00f3rum da Aurum, voc\u00ea pode levar sua pergunta e contar com a ajuda de advogados e advogadas que compartilham conhecimento de forma gratuita e acess\u00edvel<\/div>        <\/div>\n       \n        <a class=\"button\" href=\"\/blog\/forum-aurum\/?utm_source=blog&#038;utm_medium=adpost&#038;utm_campaign=forum-aurum\" target=\"_self\">Acesse agora<\/a>    <\/div>\n\n    <div class=\"image-container float\">\n        <img decoding=\"async\" class=\"image-desktop\" src=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/wp-content\/themes\/aurum\/img\/adposts\/anuncio-reverse.png\" alt=\"\" \/>\n        <img decoding=\"async\" class=\"image-mobile\" src=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/wp-content\/themes\/aurum\/img\/adposts\/anuncio-reverse-mobile.png\" alt=\"\" \/>    <\/div>\n<\/article>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Conclus\u00e3o<\/h2>\n\n\n\n<p>No texto de hoje abordei alguns aspectos, mas n\u00e3o esgotei o tema sobre a extin\u00e7\u00e3o do processo sem resolu\u00e7\u00e3o do m\u00e9rito na forma do art. 485 do Novo CPC.<\/p>\n\n\n\n<p>Como vimos acima, <strong>mesmo sendo apenas um artigo do C\u00f3digo de Processo Civil, sua import\u00e2ncia \u00e9 extrema<\/strong>, pois reflete in\u00fameras situa\u00e7\u00f5es e hip\u00f3teses que levam \u00e0 extin\u00e7\u00e3o do processo. Assim, \u00e9 necess\u00e1rio que o Operador do Direito conhe\u00e7a e estude cada vez mais o processo como um todo.<\/p>\n\n\n\n<p>A ideia aqui n\u00e3o \u00e9, como disse antes, esgotar o tema, pois isso levaria um estudo muito mais aprofundado, entretanto, busco explicar de forma mais clara e sucinta as consequ\u00eancias de cada um dos incisos do referido artigo.<\/p>\n\n\n\n<p>E se quiser seguir a leitura sobre a \u00e1rea em outros conte\u00fados aqui do Portal da Aurum, voc\u00ea pode come\u00e7ar pelas seguintes publica\u00e7\u00f5es:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><a href=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/efeito-suspensivo\/\">Tudo o que voc\u00ea precisa saber sobre efeito suspensivo no Novo CPC<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/cumprimento-de-sentenca\/\">O que mudou no cumprimento de senten\u00e7a no Novo CPC<\/a><\/li>\n\n\n\n<li>Entenda a <a href=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/audiencia-de-conciliacao\/\">audi\u00eancia de concilia\u00e7\u00e3o <\/a>no Novo CPC<\/li>\n\n\n\n<li>Saiba o que \u00e9 o <a href=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/rito-sumarissimo\/\" data-type=\"URL\" data-id=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/rito-sumarissimo\/\">Rito Sumar\u00edssimo<\/a> na Justi\u00e7a do Trabalho<\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/nome-social\/\">Nome social<\/a>: aspectos legais sobre o direito de mudar o nome de registro<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p><meta charset=\"utf-8\"><em>Espero que voc\u00ea tenha aproveitado o texto. Se tiver d\u00favidas ou sugest\u00f5es compartilhe nos coment\u00e1rios abaixo!<\/em> \ud83d\ude09<\/p>\n\n\n<style>\r\n  .news-post {\r\n    background: url('https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/wp-content\/themes\/aurum\/img\/bg-news-artigo.svg') no-repeat top center #3C48AA;\r\n    padding: 1.5rem;\r\n    border-radius: 6px;\r\n    margin: 1rem 0;\r\n  }\r\n  .news-post .icone {\r\n    display: none;\r\n  }\r\n  .news-post .title {\r\n    font-weight: 700;\r\n    font-size: 16px;\r\n    line-height: 130%;\r\n    text-align: center;\r\n    letter-spacing: -0.5px;\r\n    color: #fff;\r\n    margin-bottom: .9375rem;\r\n  }\r\n  .news-post p {\r\n    font-size: .875rem;\r\n    line-height: 140%;\r\n    text-align: center;\r\n    color: #fff;\r\n    margin-bottom: 1.25rem;\r\n  }\r\n  .news-post .news_button_span {\r\n    font-size: .8125rem;\r\n    display: block;\r\n    padding: .125rem .3125rem;\r\n    color: #fff;\r\n    text-align:left;\r\n  }\r\n  .news-post .news_button_span a {\r\n    color: #fff !important;\r\n    text-decoration: underline;\r\n  }\r\n  .news-post form {\r\n    width: 100%;\r\n  }\r\n  .news-post label {\r\n    font-weight: 600;\r\n    font-size: .9375rem;\r\n    line-height: 1.5rem;\r\n    margin-bottom: .5rem;\r\n    color: #fff;\r\n    display: block;\r\n  }\r\n  .news-post input {\r\n    background: #fff;\r\n    border: 1px solid #CBCBD9;\r\n    box-sizing: border-box;\r\n    border-radius: 4px;\r\n    padding: .75rem 1rem;\r\n    width: 100%;\r\n  }\r\n  .news-post button {\r\n    margin-top: .875rem;\r\n    width: 100%;\r\n    min-width: auto;\r\n    background: #FCC632;\r\n    color: #3C48AA;\r\n  }\r\n  .news-post .input {\r\n    position: relative;\r\n    padding-bottom: 10px;\r\n  }\r\n  .news-post .error-message-ad {\r\n    font-size: .875rem;\r\n    line-height: 130%;\r\n    color: #D50021;\r\n    margin-left: 4px;\r\n  }\r\n  .news-post .error {\r\n    border: 1px solid #D50021;\r\n  }\r\n  .news-post #message-form-ad {\r\n    border-radius: 4px;\r\n    padding: 0.7rem;\r\n    font-size:0.8rem;\r\n    text-align: center;\r\n    align-items: center;\r\n    justify-content: center;\r\n    display: none;\r\n  }\r\n  .news-post #message-form-ad svg {\r\n    margin-right: 8px;\r\n  }\r\n\r\n  @media(min-width: 561px) {\r\n    .news-post {\r\n      position: relative;\r\n      background: url('https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/wp-content\/themes\/aurum\/img\/bg-news-artigo.svg') no-repeat top center #3C48AA;\r\n      width: calc(100% - 30px);\r\n    }\r\n    .news-post .icone {\r\n      display: block;\r\n      position: absolute;\r\n      right: -30px;\r\n      top: 65px;\r\n      max-width: 142px;\r\n      width: 100%;\r\n      height: auto;\r\n      margin: 0;\r\n    }\r\n    .news-post .title {\r\n      font-size: 1.125rem;\r\n      text-align: left;\r\n      \/* padding-right: 3.75rem; *\/\r\n    }\r\n    .news-post p {\r\n      font-size: 1rem;\r\n      text-align: left;\r\n      max-width: 400px;\r\n    }\r\n    .news-post .boxes {\r\n      display: flex;\r\n      align-items: flex-start;\r\n    }\r\n    .news-post button {\r\n      margin: 0 0 0 1rem;\r\n      width: 100%;\r\n      max-width: 170px;\r\n      min-width: auto;\r\n      transition: all ease .3s\r\n    }\r\n    .news-post button:hover {\r\n      opacity: 0.9;\r\n      transition: all ease .3s\r\n    }\r\n    .news-post #message-form-ad {\r\n      padding: 1.125rem;\r\n      font-size:1rem;\r\n    }\r\n    .news-post #message-form-ad svg {\r\n      margin-right: 10px;\r\n    }\r\n  }\r\n<\/style>\r\n\r\n<div class=\"news-post\">\r\n  <div class=\"title news-ad-title\">Gostou do artigo e quer evoluir a sua advocacia?<\/div>\r\n  <p class=\"news-ad-subtitle\">Assine gr\u00e1tis a Aurum News e receba uma dose semanal de conte\u00fado no seu e-mail! \u270c\ufe0f<\/p>\r\n  <img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/wp-content\/themes\/aurum\/img\/icon-news-artigo.svg\" alt=\"\" class=\"icone\">\r\n\r\n  <form method=\"post\" name=\"newsletter-ad\" id=\"aurum-newsletter-ad\">\r\n    <div class=boxes>\r\n      <div class=\"input\">\r\n        <label class=\"label-email\" htmlFor=\"email-ad\">Qual seu e-mail?<\/label>\r\n        <input type=\"email\" id=\"email-ad\" name=\"newsletter-mail-ad\" placeholder=\"Digite seu e-mail?\">\r\n        <div class=\"error-message-ad-email\">Endere\u00e7o de e-mail inv\u00e1lido ou incorreto<\/div>\r\n\r\n        <label class=\"label-select\" htmlFor=\"lawsuits-select-ad\">\r\n          Quantos processos voc\u00ea ou<br class=\"for-desktop\"\/> seu escrit\u00f3rio acompanham?\r\n        <\/label>\r\n        <div id=\"lawsuits-select-ad\" class=\"lawsuits-select select-wrapper\" tabindex=\"0\">\r\n          <div class=\"s-dropdown--styled\">\r\n          <span class=\"lawsuits-default\">\r\n            <span id=\"lawsuits-newsletter-ad\" class=\"lawsuits-default-text\" data-value=\"\">Selecione os processos<\/span>\r\n            <svg class=\"chevron\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" width=\"24\" height=\"25\" viewBox=\"0 0 24 25\" fill=\"none\">\r\n              <path d=\"M6 15.6152L12 9.61523L18 15.6152\" stroke=\"black\" stroke-width=\"2\" stroke-linecap=\"round\" stroke-linejoin=\"round\" \/>\r\n            <\/svg>\r\n          <\/span>\r\n\r\n          <ul class=\"s-dropdown u-hide\">\r\n            <li class=\"lawsuits\" data-value=\"Mais de 1000 processos\">Mais de 1000 processos<\/li>\r\n            <li class=\"lawsuits\" data-value=\"De 501 a 1000 processos\">De 501 a 1000 processos<\/li>\r\n            <li class=\"lawsuits\" data-value=\"De 151 a 500 processos\">De 151 a 500 processos<\/li>\r\n            <li class=\"lawsuits\" data-value=\"De 41 a 150 processos\">De 41 a 150 processos<\/li>\r\n            <li class=\"lawsuits\" data-value=\"At\u00e9 40 processos\">At\u00e9 40 processos<\/li>\r\n            <li class=\"lawsuits\" data-value=\"Atuo apenas no consultivo\">Atuo apenas no consultivo<\/li>\r\n            <li class=\"lawsuits\" data-value=\"Ainda sou estudante de direito\">Ainda sou estudante de direito<\/li>\r\n            <li class=\"lawsuits\" data-value=\"N\u00e3o sou da \u00e1rea jur\u00eddica\">N\u00e3o sou da \u00e1rea jur\u00eddica<\/li>\r\n          <\/ul>\r\n          <\/div>\r\n        <\/div>\r\n        <div class=\"error-message-ad-lawsuits\">Selecione algum processo<\/div>\r\n      <\/div>\r\n      <button class=\"btn btn-yellow ad-btn-desktop\" id=\"aurum-submit-ad\">Assinar gr\u00e1tis<\/button>\r\n      <button class=\"btn btn-yellow ad-btn-mobile\" id=\"aurum-submit-ad\">Assinar<\/button>\r\n    <\/div>\r\n    <span class=\"news_button_span\">Ao se cadastrar voc\u00ea declara que leu e aceitou a pol\u00edtica de privacidade e cookies do <a href=\"https:\/\/s3.sa-east-1.amazonaws.com\/publico.aurum.com.br\/contratos\/politica-de-privacidade.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">site<\/a>.<\/span>\r\n  <\/form>\r\n  <div id=\"message-form-ad\"><\/div>\r\n<\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O art 485 do Novo CPC estipula as hip\u00f3teses de extin\u00e7\u00e3o do processo sem resolu\u00e7\u00e3o do m\u00e9rito por parte do Juiz, resultando na prola\u00e7\u00e3o de senten\u00e7a que deixa de analisar um ou todos os pedidos formulados. 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