{"id":8925,"date":"2024-03-08T16:00:07","date_gmt":"2024-03-08T19:00:07","guid":{"rendered":"https:\/\/aurum.com.br\/blog\/codigo-tributario-nacional-ctn\/"},"modified":"2024-03-12T09:03:15","modified_gmt":"2024-03-12T12:03:15","slug":"codigo-tributario-nacional-ctn","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/codigo-tributario-nacional-ctn\/","title":{"rendered":"CTN: O que \u00e9, import\u00e2ncia e principais artigos comentados"},"content":{"rendered":"<div id=\"bsf_rt_marker\"><\/div>\n<pre class=\"wp-block-preformatted\"><strong>CTN<\/strong>, C\u00f3digo Tribut\u00e1rio Nacional, \u00e9 a legisla\u00e7\u00e3o que regulamenta os impostos e tributos no Brasil, ou seja, estabelece as normas gerais de direito tribut\u00e1rio.\n<\/pre>\n\n\n\n<script type=\"application\/ld+json\">\n{\n  \"@context\": \"https:\/\/schema.org\",\n  \"@type\": \"FAQPage\",\n  \"mainEntity\": [{\n    \"@type\": \"Question\",\n    \"name\": \"O que \u00e9 o C\u00f3digo Tribut\u00e1rio Nacional (CTN)?\",\n    \"acceptedAnswer\": {\n      \"@type\": \"Answer\",\n      \"text\": \"O C\u00f3digo Tribut\u00e1rio Nacional, tamb\u00e9m conhecido como CTN ou Lei n\u00ba 5.172\/66, disp\u00f5e sobre normas gerais acerca da legisla\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria.\"\n    }\n  },{\n    \"@type\": \"Question\",\n    \"name\": \"Qual a import\u00e2ncia do CTN para o advogado tributarista?\",\n    \"acceptedAnswer\": {\n      \"@type\": \"Answer\",\n      \"text\": \"O principal objetivo do C\u00f3digo Tribut\u00e1rio Nacional foi a padroniza\u00e7\u00e3o das normas gerais de direito tribut\u00e1rio, por isso ele \u00e9 t\u00e3o importante.\"\n    }\n  },{\n    \"@type\": \"Question\",\n    \"name\": \"O que quer dizer a sigla CTN?\",\n    \"acceptedAnswer\": {\n      \"@type\": \"Answer\",\n      \"text\": \"A sigla CTN se refere ao C\u00f3digo Tribut\u00e1rio Nacional.\"\n    }\n  },{\n    \"@type\": \"Question\",\n    \"name\": \"Qual a fun\u00e7\u00e3o do CTN?\",\n    \"acceptedAnswer\": {\n      \"@type\": \"Answer\",\n      \"text\": \"O C\u00f3digo Tribut\u00e1rio Nacional \u2013 CTN (Lei n\u00ba 5.172\/66) disp\u00f5e sobre normas gerais acerca da legisla\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria, em atendimento ao disposto no art. 146, III, da Constitui\u00e7\u00e3o Federal de 1988.\"\n    }\n  }]\n}\n<\/script>\n\n\n\n<p>Em um sistema federativo que comporta n\u00e3o somente a Uni\u00e3o, os vinte e seis Estados e Distrito Federal, mas tamb\u00e9m milhares de munic\u00edpios, ao CTN \u00e9 reservada a indispens\u00e1vel fun\u00e7\u00e3o de estabelecer normas gerais de direito tribut\u00e1rio, fun\u00e7\u00e3o que vem desempenhando de maneira competente h\u00e1 mais de 50 anos.<\/p>\n\n\n\n<p>Neste artigo, vamos abordar o diploma normativo que, juntamente \u00e0 Constitui\u00e7\u00e3o Federal, possui extrema import\u00e2ncia na composi\u00e7\u00e3o do Sistema Tribut\u00e1rio Nacional: o C\u00f3digo Tribut\u00e1rio Nacional.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Continue a leitura! \ud83d\ude09<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que \u00e9 o C\u00f3digo Tribut\u00e1rio Nacional (CTN)?&nbsp;<\/h2>\n\n\n\n<p>O C\u00f3digo Tribut\u00e1rio Nacional (CTN) <strong>\u00e9 o diploma normativo brasileiro que disciplina diversas normas gerais de direito tribut\u00e1rio, em especial aquelas dispostas no art. 146 da Constitui\u00e7\u00e3o Federal.&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Dentre as normas gerais de direito tribut\u00e1rio dispostas no CTN, destacam-se:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Regras e limites de compet\u00eancia;&nbsp;<\/li>\n\n\n\n<li>Normas gerais relativas \u00e0s esp\u00e9cies tribut\u00e1rias de impostos, taxas e contribui\u00e7\u00e3o de melhoria;&nbsp;<\/li>\n\n\n\n<li>Conceito e alcance da legisla\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria;&nbsp;<\/li>\n\n\n\n<li>Vig\u00eancia, aplica\u00e7\u00e3o e interpreta\u00e7\u00e3o da legisla\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria;&nbsp;<\/li>\n\n\n\n<li>Obriga\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria e fato gerador;&nbsp;<\/li>\n\n\n\n<li>Sujeitos da rela\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria (sujeito ativo, sujeito passivo e respons\u00e1vel tribut\u00e1rio);&nbsp;<\/li>\n\n\n\n<li>Constitui\u00e7\u00e3o, modalidades de lan\u00e7amento, suspens\u00e3o e extin\u00e7\u00e3o do cr\u00e9dito tribut\u00e1rio;&nbsp;<\/li>\n\n\n\n<li>Exclus\u00e3o do cr\u00e9dito tribut\u00e1rio (isen\u00e7\u00e3o e anistia);&nbsp;<\/li>\n\n\n\n<li>Garantias do cr\u00e9dito tribut\u00e1rio;&nbsp;<\/li>\n\n\n\n<li>Administra\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria; e xi) d\u00edvida ativa.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">A natureza normativa C\u00f3digo Tribut\u00e1rio Nacional<\/h2>\n\n\n\n<p>O C\u00f3digo Tribut\u00e1rio Nacional, apesar de ser formalmente Lei Ordin\u00e1ria, isto \u00e9, ter sido aprovado como Lei Ordin\u00e1ria, possui <strong>status de Lei Complementar.<\/strong>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Esse fen\u00f4meno ocorre em raz\u00e3o do CTN ter sido promulgado em 25 de outubro de 1966, sob a vig\u00eancia da Constitui\u00e7\u00e3o de 1945, a qual nem sequer previa a figura da Lei Complementar.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Com a Constitui\u00e7\u00e3o de 1988, surge a figura da Lei Complementar, a qual \u00e9 encarregada da disciplina de assuntos espec\u00edficos, dentre os quais destacam-se aqueles dispostos no art. 146, III, da CF.<\/p>\n\n\n\n<p>Diante disso, <strong>os diplomas normativos que n\u00e3o eram contr\u00e1rios \u00e0 Constitui\u00e7\u00e3o, como \u00e9 o caso do CTN, mas que dispunham sobre mat\u00e9rias reservadas \u00e0 Lei Complementar, passaram a ostentar essa natureza normativa<\/strong>.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Portanto, ainda que o CTN seja formalmente Lei Ordin\u00e1ria, ao disciplinar mat\u00e9rias reservadas \u00e0 Lei Complementar em conformidade \u00e0 Constitui\u00e7\u00e3o, adquire esse status.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Qual a hist\u00f3ria do CTN?<\/h2>\n\n\n\n<p>O C\u00f3digo Tribut\u00e1rio Nacional, editado e aprovado durante o per\u00edodo da Ditadura Militar no Brasil (1966), foi fruto do trabalho conjunto de Rubens Gomes de Sousa, tido como o pai do CTN, e dos tributaristas Gilberto de Ulh\u00f4a Canto, Gerson Augusto da Silva, Sebasti\u00e3o Santana e Silva e Mario Henrique Simonsen.<\/p>\n\n\n\n<p>Apesar da idade (que demandou algumas atualiza\u00e7\u00f5es normativas), contexto hist\u00f3rico em que idealizado (o Brasil rec\u00e9m havia entrado em uma Ditadura) e de algumas poucas imprecis\u00f5es t\u00e9cnicas (j\u00e1 bastante sanadas pela Doutrina), o C\u00f3digo Tribut\u00e1rio Nacional mant\u00e9m-se bastante s\u00f3lido, principalmente se considerada a complexidade do Sistema Tribut\u00e1rio Nacional no qual se encontra inserido.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Principais Altera\u00e7\u00f5es ao C\u00f3digo Tribut\u00e1rio Nacional<\/h2>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Lei Complementar n\u00ba 104\/2001<\/h3>\n\n\n\n<p>A mais relevante altera\u00e7\u00e3o trazida pela LC n. 104\/2001 \u00e9 a <strong>inclus\u00e3o de mais duas novas hip\u00f3teses de suspens\u00e3o do cr\u00e9dito tribut\u00e1rio<\/strong> (incisos V e VI ao art. 151 do CTN).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Tratam-se das previs\u00f5es de \u201cconcess\u00e3o de medida liminar ou de tutela antecipada, em outras esp\u00e9cies de a\u00e7\u00e3o judicial\u201d e do \u201cparcelamento\u201d enquanto hip\u00f3teses de suspens\u00e3o do cr\u00e9dito tribut\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Lei Complementar 118\/2005<\/h3>\n\n\n\n<p>A LC n. 118\/05, al\u00e9m de adequar o CTN \u00e0 Lei de Recupera\u00e7\u00e3o Judicial e Fal\u00eancias (Lei n. 11.101\/05), trouxe a<strong> previs\u00e3o de reconhecimento de fraude \u00e0 execu\u00e7\u00e3o nos casos de aliena\u00e7\u00e3o ou onera\u00e7\u00e3o de bens ou rendas<\/strong>, ou seu come\u00e7o, por sujeito passivo em d\u00e9bito para com a Fazenda P\u00fablica, por cr\u00e9dito tribut\u00e1rio regularmente inscrito como d\u00edvida ativa (art. 185 do CTN).<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Lei Complementar 143\/2013<\/h3>\n\n\n\n<p>A LC n. 143\/2013, debru\u00e7ando-se sobre disposi\u00e7\u00f5es de Direito Financeiro contidas no CTN, <strong>revogou e alterou diversas normativas relativas \u00e0 constitui\u00e7\u00e3o e crit\u00e9rios de distribui\u00e7\u00e3o<\/strong> do Fundo de Participa\u00e7\u00e3o dos Estados anteriormente prevista no C\u00f3digo Tribut\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Principais artigos do C\u00f3digo Tribut\u00e1rio Nacional (CTN) comentado:<\/h2>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Art. 3\u00ba do CTN comentado \u2013 Conceito legal de tributo<\/h3>\n\n\n\n<p>O art. 3\u00ba do CTN \u00e9 um dos mais relevantes de todo o c\u00f3digo. Nele, \u00e9 poss\u00edvel encontrar a previs\u00e3o legal de tributo, assim definida:&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-pullquote classe bq-small\"><blockquote><p>Tributo \u00e9 toda presta\u00e7\u00e3o pecuni\u00e1ria compuls\u00f3ria, em moeda ou cujo valor nela se possa exprimir, que n\u00e3o constitua san\u00e7\u00e3o de ato il\u00edcito, institu\u00edda em lei e cobrada mediante atividade administrativa plenamente vinculada.<\/p><\/blockquote><\/figure>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Presta\u00e7\u00e3o Pecuni\u00e1ria:<\/strong> por esse termo, entende-se que o tributo ser\u00e1 sempre exigido em dinheiro, isto \u00e9, jamais ser\u00e1 previsto o seu pagamento em bens ou servi\u00e7os.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Compuls\u00f3ria: <\/strong>al\u00e9m de prevista em dinheiro, essa presta\u00e7\u00e3o decorrer\u00e1 de lei e n\u00e3o da vontade das partes.<br>Diferentemente de uma obriga\u00e7\u00e3o sinalagm\u00e1tica (bilateral), em que ambas as partes exprimem a sua vontade e, com isso, assumem deveres e obriga\u00e7\u00f5es.<br>Por exemplo: uma compra e venda, em que uma parte se compromete a arcar com o pre\u00e7o e a outra com a entrega do bem, a tribut\u00e1ria independe da vontade daquele que pratica o fato gerador (ex: como regra geral, aquele que \u00e9 propriet\u00e1rio de ve\u00edculo automotor, sujeitar-se-\u00e1 ao pagamento de IPVA independentemente de sua vontade).<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Em moeda ou cujo valor nela se possa exprimir:<\/strong> trata-se de redund\u00e2ncia do c\u00f3digo, que reafirma o car\u00e1ter pecuni\u00e1rio do tributo.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Que n\u00e3o constitua san\u00e7\u00e3o de ato il\u00edcito:<\/strong> o tributo, diferentemente da multa (que \u00e9 igualmente uma penalidade pecuni\u00e1ria compuls\u00f3ria) jamais ser\u00e1 penalidade ao ato il\u00edcito. A previs\u00e3o para o seu pagamento ser\u00e1 sempre um ato l\u00edcito (auferir renda, ser propriet\u00e1rio de ve\u00edculo automotor, prestar um servi\u00e7o, etc.).<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Institu\u00edda em lei:<\/strong> a compulsoriedade mencionada acima decorre justamente da previs\u00e3o legal. O tributo deve ser pago pelo simples fato do contribuinte praticar o ato previsto em lei como suficiente para tanto.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Cobrado mediante atividade administrativa plenamente vinculada:<\/strong> significa que o tributo ser\u00e1 exigido a despeito da vontade da administra\u00e7\u00e3o, que ser\u00e1 ver\u00e1 for\u00e7adamente compelida a cobr\u00e1-lo quando incidente o tributo no caso concreto.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Art. 5\u00ba do CTN comentado &#8211; Esp\u00e9cies tribut\u00e1rias<\/h3>\n\n\n\n<p>O art. 5\u00ba do CTN prev\u00ea que \u201cos tributos s\u00e3o impostos, taxas e contribui\u00e7\u00f5es de melhorias\u201d.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Todavia, de acordo com a jurisprud\u00eancia do Supremo Tribunal Federal e da Doutrina Tribut\u00e1ria majorit\u00e1ria, os tributos s\u00e3o divididos n\u00e3o em tr\u00eas, mas em cinco esp\u00e9cies: impostos, taxas, contribui\u00e7\u00f5es de melhorias, <strong>empr\u00e9stimos compuls\u00f3rios <\/strong>e <strong>contribui\u00e7\u00f5es especiais<\/strong>.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Isso ocorre em raz\u00e3o do fato que j\u00e1 abordamos nesse artigo: o CTN \u00e9 anterior \u00e0 CF de 1988, e esta \u00faltima trouxe outras duas esp\u00e9cies tribut\u00e1rias antes n\u00e3o previstas.<\/p>\n\n\n\n<p>Assim, a despeito do CTN listar apenas tr\u00eas esp\u00e9cies tribut\u00e1rias, \u00e9 seguro dizer que tanto o STF, quanto boa parte da doutrina filiam-se \u00e0 teoria pentapartida, isto \u00e9, de que o sistema tribut\u00e1rio nacional admite cinco esp\u00e9cies tribut\u00e1rias.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Art. 96 do CTN comentado \u2013 Legisla\u00e7\u00e3o Tribut\u00e1ria<\/h3>\n\n\n\n<p>O art. 96 traz importante terminologia ao direito tribut\u00e1rio, referente \u00e0 express\u00e3o \u201clegisla\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria\u201d.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Apesar de aparentar sinon\u00edmia \u00e0 express\u00e3o \u201clei tribut\u00e1ria\u201d, a legisla\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria compreende n\u00e3o apenas as leis, mas os tratados e as conven\u00e7\u00f5es internacionais, os decretos e as normas complementares que versem, no todo ou em parte, sobre tributos e rela\u00e7\u00f5es jur\u00eddicas a eles pertinentes.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Art. 111 do CTN comentado \u2013 Interpreta\u00e7\u00e3o das normas tribut\u00e1rias<\/h3>\n\n\n\n<p>Conforme disposto no art. 111 do CTN, a legisla\u00e7\u00e3o que disponha sobre a suspens\u00e3o ou exclus\u00e3o do cr\u00e9dito tribut\u00e1rio, a outorga de isen\u00e7\u00e3o e a dispensa do cumprimento de obriga\u00e7\u00f5es tribut\u00e1rias acess\u00f3rias devem ser interpretadas \u201cliteralmente\u201d.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Enquanto o termo \u201cliteralmente\u201d n\u00e3o seja o mais adequado sob o enfoque hermen\u00eautico (no qual, naturalmente, insere-se a interpreta\u00e7\u00e3o de dispositivos legais), o Supremo Tribunal Federal j\u00e1 decidiu que <strong>o art. 111 busca dizer \u00e9 que a legisla\u00e7\u00e3o que verse sobre esses assuntos n\u00e3o pode ser interpretada de maneira extensiva<\/strong>, a fim de albergar outras situa\u00e7\u00f5es que n\u00e3o aquelas expressamente previstas pelo legislador.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Art. 130 do CTN comentado \u2013 Responsabilidade pela sucess\u00e3o de bem im\u00f3vel<\/h3>\n\n\n\n<p>O art. 130 do CTN disciplina tema bastante relevante relativo \u00e0s obriga\u00e7\u00f5es tribut\u00e1rias que recaem sobre bens im\u00f3veis. Comumente comparada \u00e0s obriga\u00e7\u00f5es <em>proter rem<\/em> (que seguem a coisa), a responsabilidade por sucess\u00e3o relativa ao adquirente de bem im\u00f3vel rege que:<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p><em>os cr\u00e9ditos tribut\u00e1rios relativos a impostos cujo fato gerador seja a propriedade, o dom\u00ednio \u00fatil ou a posse de bens im\u00f3veis, e bem assim os relativos a taxas pela presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os referentes a tais bens, ou a contribui\u00e7\u00f5es de melhoria, sub-rogam-se na pessoa dos respectivos adquirentes, salvo quando conste do t\u00edtulo a prova de sua quita\u00e7\u00e3o<\/em>\u201d.<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p>Isso significa que, por exemplo, <strong>eventuais d\u00edvidas de IPTU (imposto sobre a propriedade predial e territorial urbana) ou TCRS (taxa de coleta de res\u00edduos s\u00f3lidos) do antigo propriet\u00e1rio (alienante) ser\u00e3o cobradas daquele que adquirir o bem (adquirente) <\/strong>e que, portanto, tornou-se o novo propriet\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Art. 151 do CTN comentado \u2013 Suspens\u00e3o da exigibilidade do cr\u00e9dito tribut\u00e1rio<\/h3>\n\n\n\n<p>Tratam-se das<strong> <\/strong>hip\u00f3teses em que a exigibilidade do cr\u00e9dito tribut\u00e1rio ficar\u00e1 suspensa, isto \u00e9, enquanto perdurarem essas causas, o Fisco n\u00e3o pode realizar nenhum ato de cobran\u00e7a ou prosseguir com Execu\u00e7\u00f5es Fiscais em curso.<\/p>\n\n\n\n<p>Ao todo, s\u00e3o <strong>6 hip\u00f3teses de suspens\u00e3o do cr\u00e9dito tribut\u00e1rio previstas no art. 151 do CTN:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-pullquote classe bq-small\"><blockquote><p>Art. 151. Suspendem a exigibilidade do cr\u00e9dito tribut\u00e1rio:<br>I \u2013 <a href=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/moratoria\/\">morat\u00f3ria<\/a>;<br>II \u2013 o dep\u00f3sito do seu montante integral;<br>III \u2013 as reclama\u00e7\u00f5es e os recursos, nos termos das leis reguladoras do processo tribut\u00e1rio administrativo;<br>IV \u2013 a concess\u00e3o de medida liminar em mandado de seguran\u00e7a.<br>V \u2013 a concess\u00e3o de medida liminar ou de tutela antecipada, em outras esp\u00e9cies de a\u00e7\u00e3o judicial;<br>VI \u2013 o parcelamento.<\/p><\/blockquote><\/figure>\n\n\n\n<p>A suspens\u00e3o do cr\u00e9dito tribut\u00e1rio tamb\u00e9m permite ao contribuinte a obten\u00e7\u00e3o de Certid\u00e3o Positiva de D\u00e9bitos com Efeitos de Negativa, facultando-se a pr\u00e1tica de todos os atos que exigem Certid\u00e3o Negativa de D\u00e9bitos perante os entes p\u00fablicos.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Art. 156 do CTN comentado \u2013 Hip\u00f3teses de extin\u00e7\u00e3o do cr\u00e9dito tribut\u00e1rio<\/h3>\n\n\n\n<p>J\u00e1 o artigo 156 versa sobre as hip\u00f3teses de extin\u00e7\u00e3o do cr\u00e9dito tribut\u00e1rio, isto \u00e9, as <strong>previs\u00f5es de encerramento da rela\u00e7\u00e3o jur\u00eddico-tribut\u00e1ria:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-pullquote\"><blockquote><p>Art. 156. Extinguem o cr\u00e9dito tribut\u00e1rio:<br>I &#8211; o pagamento;<br>II &#8211; a compensa\u00e7\u00e3o;<br>III &#8211; a transa\u00e7\u00e3o;<br>IV &#8211; remiss\u00e3o;<br>V &#8211; a prescri\u00e7\u00e3o e a decad\u00eancia;<br>VI &#8211; a convers\u00e3o de dep\u00f3sito em renda;<br>VII &#8211; o pagamento antecipado e a homologa\u00e7\u00e3o do lan\u00e7amento nos termos do disposto no artigo 150 e seus \u00a7\u00a7 1\u00ba e 4\u00ba;<br>VIII &#8211; a consigna\u00e7\u00e3o em pagamento, nos termos do disposto no \u00a7 2\u00ba do artigo 164;<br>IX &#8211; a decis\u00e3o administrativa irreform\u00e1vel, assim entendida a definitiva na \u00f3rbita administrativa, que n\u00e3o mais possa ser objeto de a\u00e7\u00e3o anulat\u00f3ria;<br>X &#8211; a decis\u00e3o judicial passada em julgado.<br>XI \u2013 a da\u00e7\u00e3o em pagamento em bens im\u00f3veis, na forma e condi\u00e7\u00f5es estabelecidas em lei.&nbsp;<\/p><cite>leia mais<\/cite><\/blockquote><\/figure>\n\n\n\n<p>Assim, ocorrida alguma das hip\u00f3teses contidas no dispositivo (ex: sujeito passivo pagou o tributo ou obteve a desconstitui\u00e7\u00e3o judicial do lan\u00e7amento), o cr\u00e9dito tribut\u00e1rio ser\u00e1 extinto.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Art. 166 do CTN comentado \u2013 Restitui\u00e7\u00e3o dos tributos indiretos<\/h3>\n\n\n\n<p>Como o tributo decorre de lei, e n\u00e3o da vontade das partes, qualquer pagamento indevido ou a maior pode ser objeto de restitui\u00e7\u00e3o, desde que esse pedido seja efetuado no prazo legal.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Todavia, o <strong>art. 166 do CTN traz uma previs\u00e3o espec\u00edfica aos tributos denominados de indiretos<\/strong>, isto \u00e9, em que o h\u00e1 o repasse do \u00f4nus econ\u00f4mico a terceiro.<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com esse dispositivo, quando se trata de tributo indireto, a restitui\u00e7\u00e3o pelo sujeito passivo do tributo somente ser\u00e1 feita a quem prove haver assumido o referido encargo, ou, no caso de t\u00ea-lo transferido a terceiro, estar por este expressamente autorizado a receb\u00ea-la.<\/p>\n\n\n\n<p>Assim, caso um prestador de servi\u00e7os entenda que indevidamente recolheu ISS (imposto que, por sua natureza, \u00e9 inclu\u00eddo no pre\u00e7o do servi\u00e7o), somente poder\u00e1 ser restitu\u00eddo caso comprove n\u00e3o ter repassado o encargo ao consumidor.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<style>\n    #adpost-block_a82f3253d4a95202cad973e5452dfa45.anuncio-post-reverse {\n        display: flex;\n        gap: 24px;\n        border-radius: 8px;\n        width: 100%;\n        max-width: 752px;\n        padding: 40px;\n        background: #e7f4fe;\n        margin: 16px auto;\n    }\n\n    #adpost-block_a82f3253d4a95202cad973e5452dfa45 .anuncio-container {\n        display: flex;\n        flex-direction: column;\n        gap: 24px;\n        width: 100%;\n        max-width: 333px;\n    }\n\n    #adpost-block_a82f3253d4a95202cad973e5452dfa45 .anuncio-container .logo {\n        width: 100%;\n        max-width: 177px;\n        margin: 0;\n    }\n\n    #adpost-block_a82f3253d4a95202cad973e5452dfa45 .anuncio-text-container {\n        display: flex;\n        flex-direction: column;\n        gap: 24px;\n    }\n\n    #adpost-block_a82f3253d4a95202cad973e5452dfa45 .anuncio-text-container .title {\n        font-family: 'Ubuntu';\n        font-size: 1.5rem; 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N\u00e3o apenas isso, a decad\u00eancia \u00e9, ironicamente, hip\u00f3tese de extin\u00e7\u00e3o do pr\u00f3prio cr\u00e9dito (art. 156, V, do CTN).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Diz-se ir\u00f4nico porque a decad\u00eancia impede a constitui\u00e7\u00e3o, e esta, por sua vez, d\u00e1 origem ao cr\u00e9dito. Assim, como poderia extinguir aquilo que nunca foi constitu\u00eddo?&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Imprecis\u00f5es t\u00e9cnicas a parte, a decad\u00eancia tribut\u00e1ria <strong>opera-se no prazo de 5 anos<\/strong>, contados:&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Em se tratando de tributo com lan\u00e7amento por homologa\u00e7\u00e3o com recolhimento parcial, do fato gerador (art. 150, \u00a7 4\u00ba, CTN);&nbsp;<\/li>\n\n\n\n<li>J\u00e1 nas demais hip\u00f3teses de lan\u00e7amento, do primeiro dia do exerc\u00edcio seguinte ao qual o tributo poderia ter sido lan\u00e7ado (art. 173, I, CTN);<\/li>\n\n\n\n<li>Da data em que se tornar definitiva a decis\u00e3o que houver anulado, por v\u00edcio formal, o lan\u00e7amento (art. 173, II, CTN).<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Art. 174 do CTN comentado \u2013 Prescri\u00e7\u00e3o<\/h3>\n\n\n\n<p>A prescri\u00e7\u00e3o, por sua vez,<strong> relaciona-se com a o prazo para ajuizamento da a\u00e7\u00e3o competente para cobran\u00e7a do cr\u00e9dito tribut\u00e1rio<\/strong>.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Nos termos do art. 174, ser\u00e1 de 05 anos o prazo prescricional, contados da constitui\u00e7\u00e3o definitiva do cr\u00e9dito tribut\u00e1rio. Assim como a decad\u00eancia, a prescri\u00e7\u00e3o \u00e9 hip\u00f3tese de extin\u00e7\u00e3o do cr\u00e9dito tribut\u00e1rio (art. 156, V, do CTN).<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Qual a import\u00e2ncia do CTN para o advogado tributarista?<\/h2>\n\n\n\n<p>O C\u00f3digo Tribut\u00e1rio Nacional, n\u00e3o somente ao advogado tributarista, mas a qualquer operador do direito que lide com a seara tribut\u00e1ria, \u00e9 instrumento de suma import\u00e2ncia.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Complementarmente \u00e0s disposi\u00e7\u00f5es contidas na Constitui\u00e7\u00e3o Federal, <strong>o CTN constitui o cerne do Sistema Tribut\u00e1rio Nacional, disciplinando diversas normas gerais de direito tribut\u00e1rio ao qual as leis ordin\u00e1rias de cada tributo devem congru\u00eancia<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Conclus\u00e3o:&nbsp;<\/h2>\n\n\n\n<p>Como mencionado ao longo do presente artigo, o CTN representa importante instrumento normativo ao direito tribut\u00e1rio, servindo-lhe de diversas normas gerais e complementares ao texto constitucional.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Trata-se de instrumento indispens\u00e1vel a qualquer operador do direito que, diante de um complexo e extenso sistema tribut\u00e1rio, aventura-se no estudo do direito tribut\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Mais conhecimento para voc\u00ea<\/h3>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><a href=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/principio-da-dialeticidade\/\">Princ\u00edpio da dialeticidade<\/a> e a boa apresenta\u00e7\u00e3o das raz\u00f5es no recurso<\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/responsabilidade-tributaria\/\">Responsabilidade tribut\u00e1ria<\/a>: tire suas d\u00favidas sobre o tema<\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/codigo-penal-brasileiro\/\">C\u00f3digo Penal Brasileiro<\/a>: um guia completo <\/li>\n\n\n\n<li>Tudo o que voc\u00ea precisa saber sobre <a href=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/alienacao-fiduciaria\/\">aliena\u00e7\u00e3o fiduci\u00e1ria<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/repeticao-do-indebito\/\">Repeti\u00e7\u00e3o do ind\u00e9bito<\/a>: tudo o que um advogado precisa saber<\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/execucao-fiscal\/\">Execu\u00e7\u00e3o fiscal<\/a>: como funciona o processo e cen\u00e1rio atual <\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/evasao-fiscal\/\">O que \u00e9 e quando ocorre a evas\u00e3o fiscal<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/impericia-imprudencia-neglicencia\/\" data-type=\"URL\" data-id=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/impericia-imprudencia-neglicencia\/\">Diferen\u00e7a entre neglig\u00eancia, imprud\u00eancia e imper\u00edcia<\/a><\/li>\n\n\n\n<li>Veja como funciona o processo de <a href=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/emancipacao\/\">emancipa\u00e7\u00e3o de menor<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/interpelacao\/\">O que \u00e9 interpela\u00e7\u00e3o, para que serve e como fazer<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/lei-pele\/\">Lei Pel\u00e9: principais artigos, aspectos e implica\u00e7\u00f5es jur\u00eddicas<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/lei-da-saf\/\">Entenda o que \u00e9 e o que muda com a Lei da SAF<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/regularizacao-fundiaria\/\" data-type=\"URL\" data-id=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/regularizacao-fundiaria\/\">Regulariza\u00e7\u00e3o fundi\u00e1ria urbana e rural no Brasil<\/a><\/li>\n<\/ul>\n\n\n<style>\r\n  .news-post {\r\n    background: url('https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/wp-content\/themes\/aurum\/img\/bg-news-artigo.svg') no-repeat top center #3C48AA;\r\n    padding: 1.5rem;\r\n    border-radius: 6px;\r\n    margin: 1rem 0;\r\n  }\r\n  .news-post .icone {\r\n    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Compartilhe com a gente nos coment\u00e1rios abaixo! Responderemos com muito prazer<\/em>  &nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>CTN, C\u00f3digo Tribut\u00e1rio Nacional, \u00e9 a legisla\u00e7\u00e3o que regulamenta os impostos e tributos no Brasil, ou seja, estabelece as normas gerais de direito tribut\u00e1rio. 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