{"id":35796,"date":"2026-06-19T15:08:27","date_gmt":"2026-06-19T18:08:27","guid":{"rendered":"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/?p=35796"},"modified":"2026-06-19T15:08:29","modified_gmt":"2026-06-19T18:08:29","slug":"insalubridade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/insalubridade\/","title":{"rendered":"Insalubridade na CLT: o que voc\u00ea precisa saber para n\u00e3o errar na OAB"},"content":{"rendered":"<div id=\"bsf_rt_marker\"><\/div>\n<pre class=\"wp-block-preformatted\">A prova da OAB cobra <strong>insalubridade<\/strong> com frequ\u00eancia, e n\u00e3o apenas o conceito b\u00e1sico. Quest\u00f5es sobre base de c\u00e1lculo, graus, per\u00edcia e reflexos no sal\u00e1rio exigem um dom\u00ednio t\u00e9cnico que vai al\u00e9m da memoriza\u00e7\u00e3o. Continue a leitura e entenda exatamente o que cai e como responder com seguran\u00e7a! ;)<\/pre>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que \u00e9 insalubridade na CLT?<\/h2>\n\n\n\n<p>A insalubridade \u00e9 a condi\u00e7\u00e3o de trabalho que exp\u00f5e o empregado a agentes nocivos \u00e0 sa\u00fade acima dos limites de toler\u00e2ncia estabelecidos em regulamenta\u00e7\u00e3o espec\u00edfica.<\/p>\n\n\n\n<p>O conceito est\u00e1 no artigo 189 da CLT, que define como insalubres as atividades que, por sua natureza, condi\u00e7\u00f5es ou m\u00e9todos de trabalho, exponham os empregados a agentes nocivos \u00e0 sa\u00fade em intensidade ou concentra\u00e7\u00e3o acima dos limites fixados pelo Minist\u00e9rio do Trabalho e Emprego.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-pullquote classe bq-small\"><blockquote><p><strong>Art. 189 da CLT:<\/strong> ser\u00e3o consideradas atividades ou opera\u00e7\u00f5es insalubres aquelas que, por sua natureza, condi\u00e7\u00f5es ou m\u00e9todos de trabalho, exponham os empregados a agentes nocivos \u00e0 sa\u00fade, acima dos limites de toler\u00e2ncia fixados em raz\u00e3o da natureza e da intensidade do agente e do tempo de exposi\u00e7\u00e3o aos seus efeitos.<\/p><\/blockquote><\/figure>\n\n\n\n<p>O objetivo da norma \u00e9 compensar financeiramente o trabalhador que n\u00e3o pode evitar a exposi\u00e7\u00e3o a esses agentes (como ru\u00eddo excessivo, calor, frio, produtos qu\u00edmicos ou outros fatores prejudiciais \u00e0 sa\u00fade). Quando a elimina\u00e7\u00e3o da condi\u00e7\u00e3o insalubre n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel, a CLT determina o pagamento de um adicional sobre o sal\u00e1rio do empregado.<\/p>\n\n\n\n<p>Vale destacar que <strong>a insalubridade n\u00e3o se presume<\/strong>. Conforme a S\u00famula 448 do TST, para que o direito ao adicional seja reconhecido, \u00e9 necess\u00e1rio que a atividade ou o agente nocivo esteja previamente listado na NR-15, expedida pelo Minist\u00e9rio do Trabalho e Emprego.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como a NR-15 define a insalubridade?<\/h2>\n\n\n\n<p>A NR-15 (Norma Regulamentadora n\u00ba 15) \u00e9 o principal instrumento para identificar quais atividades s\u00e3o consideradas insalubres. Ela \u00e9 composta por uma parte geral e 14 anexos, cada um dedicado a um tipo espec\u00edfico de agente nocivo: ru\u00eddo, calor, frio, press\u00e3o hiperb\u00e1rica, radia\u00e7\u00f5es ionizantes, agentes qu\u00edmicos, agentes biol\u00f3gicos e vibra\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>A norma estabelece os limites de toler\u00e2ncia para cada agente e define se a atividade \u00e9 considerada insalubre em grau m\u00ednimo, m\u00e9dio ou m\u00e1ximo. <\/p>\n\n\n\n<p>A exposi\u00e7\u00e3o habitual do trabalhador ao agente nocivo listado na NR-15, acima dos limites permitidos, \u00e9 um dos requisitos centrais para o reconhecimento do direito ao adicional de insalubridade.<\/p>\n\n\n\n<p>A NR-15 tamb\u00e9m prev\u00ea que a elimina\u00e7\u00e3o ou neutraliza\u00e7\u00e3o da insalubridade (seja por medidas coletivas de prote\u00e7\u00e3o ou pelo fornecimento e uso efetivo de Equipamento de Prote\u00e7\u00e3o Individual (EPI) adequado) afasta o direito ao adicional. <\/p>\n\n\n\n<p>Esse ponto \u00e9 frequentemente cobrado em provas: <strong>o simples fornecimento do EPI n\u00e3o \u00e9 suficiente<\/strong>, pois \u00e9 necess\u00e1rio comprovar que ele efetivamente neutraliza a exposi\u00e7\u00e3o ao agente nocivo.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Quais atividades d\u00e3o direito ao adicional de insalubridade?<\/h2>\n\n\n\n<p>Nem toda atividade perigosa ou desconfort\u00e1vel \u00e9 considerada insalubre para fins trabalhistas. Para gerar o direito ao adicional, a atividade precisa estar prevista nos anexos da NR-15 e o trabalhador deve estar exposto ao agente nocivo de forma habitual e permanente, n\u00e3o eventual ou espor\u00e1dica.<\/p>\n\n\n\n<p>Entre os exemplos mais comuns de atividades reconhecidas como insalubres est\u00e3o a exposi\u00e7\u00e3o a ru\u00eddo acima dos limites de toler\u00e2ncia, o trabalho em ambientes com calor excessivo, o contato com agentes qu\u00edmicos como benzeno, chumbo e merc\u00fario, a manipula\u00e7\u00e3o de agentes biol\u00f3gicos como v\u00edrus, bact\u00e9rias e fungos, e o trabalho com radia\u00e7\u00f5es ionizantes.<\/p>\n\n\n\n<p>Trabalhadores de hospitais, laborat\u00f3rios, mineradoras, constru\u00e7\u00e3o civil, frigor\u00edficos e diversas outras \u00e1reas podem ter direito ao adicional, desde que a exposi\u00e7\u00e3o seja comprovada por <a href=\"https:\/\/juridico.ai\/juridico\/modelo-impugnacao-laudo-pericial\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">laudo pericial t\u00e9cnico<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Quais s\u00e3o os graus de insalubridade?<\/h2>\n\n\n\n<p>O artigo 192 da CLT divide a insalubridade em tr\u00eas graus, cada um com percentual diferente de adicional:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Grau m\u00ednimo:<\/strong> adicional de 10% sobre o sal\u00e1rio m\u00ednimo.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Grau m\u00e9dio:<\/strong> adicional de 20% sobre o sal\u00e1rio m\u00ednimo.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Grau m\u00e1ximo:<\/strong> adicional de 40% sobre o sal\u00e1rio m\u00ednimo.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>Veja a reda\u00e7\u00e3o do dispositivo:<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-pullquote classe bq-small\"><blockquote><p><strong>Art. 192, CLT.<\/strong> O exerc\u00edcio de trabalho em condi\u00e7\u00f5es insalubres, acima dos limites de toler\u00e2ncia estabelecidos pelo Minist\u00e9rio do Trabalho, assegura a percep\u00e7\u00e3o de adicional respectivamente de 40% (quarenta por cento), 20% (vinte por cento) e 10% (dez por cento) do sal\u00e1rio-m\u00ednimo da regi\u00e3o, segundo se classifiquem nos graus m\u00e1ximo, m\u00e9dio e m\u00ednimo.<\/p><\/blockquote><\/figure>\n\n\n\n<p>O grau \u00e9 definido pela NR-15 conforme o tipo e a intensidade do agente nocivo ao qual o trabalhador est\u00e1 exposto. A exposi\u00e7\u00e3o a agentes biol\u00f3gicos em hospitais, por exemplo, geralmente \u00e9 classificada como grau m\u00e1ximo. J\u00e1 atividades em ambientes com ru\u00eddo acima do limite podem ser classificadas como grau m\u00ednimo ou m\u00e9dio, dependendo do n\u00edvel de exposi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como calcular o adicional de insalubridade?<\/h2>\n\n\n\n<p>O c\u00e1lculo do adicional de insalubridade aplica o percentual correspondente ao grau de insalubridade sobre a base de c\u00e1lculo definida em lei. A f\u00f3rmula b\u00e1sica \u00e9:<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Adicional = percentual do grau x base de c\u00e1lculo<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Para um trabalhador exposto a agente insalubre em grau m\u00e9dio, o adicional ser\u00e1 de 20% sobre o sal\u00e1rio m\u00ednimo vigente. Com o sal\u00e1rio m\u00ednimo de R$ 1.621,00 (valor de 2026), o adicional fica em R$ 324,20 mensais.<\/p>\n\n\n\n<p>Quando houver instrumento coletivo (como conven\u00e7\u00e3o ou <a href=\"https:\/\/juridico.ai\/direito-trabalhista\/acordo-coletivo-de-trabalho\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">acordo coletivo de trabalho<\/a>) que fixe base de c\u00e1lculo mais vantajosa para o trabalhador, esse crit\u00e9rio prevalece sobre o sal\u00e1rio m\u00ednimo.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O adicional de insalubridade incide sobre qual base?<\/h2>\n\n\n\n<p>Essa \u00e9 uma das quest\u00f5es mais cobradas na OAB e tamb\u00e9m uma das mais pol\u00eamicas no Direito do Trabalho.<\/p>\n\n\n\n<p>O artigo 192 da CLT prev\u00ea que o adicional de insalubridade \u00e9 calculado sobre o sal\u00e1rio m\u00ednimo. O tema chegou ao STF e gerou discuss\u00e3o jurisprudencial relevante.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">O que diz a S\u00famula Vinculante 4 do STF?<\/h3>\n\n\n\n<p>O STF editou a S\u00famula Vinculante 4, que pro\u00edbe o uso do sal\u00e1rio m\u00ednimo como indexador de base de c\u00e1lculo de vantagem de empregado ou servidor p\u00fablico:<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-pullquote classe bq-small\"><blockquote><p><strong>S\u00famula Vinculante 4 do STF:<\/strong> Salvo nos casos previstos na Constitui\u00e7\u00e3o, o sal\u00e1rio m\u00ednimo n\u00e3o pode ser usado como indexador de base de c\u00e1lculo de vantagem de servidor p\u00fablico ou de empregado, nem ser substitu\u00eddo por decis\u00e3o judicial.<\/p><\/blockquote><\/figure>\n\n\n\n<p>Com base nisso, o TST chegou a editar a S\u00famula 228, definindo o sal\u00e1rio b\u00e1sico como base de c\u00e1lculo:<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-pullquote classe bq-small\"><blockquote><p><strong>S\u00famula n\u00ba 228 do TST: Adicional de insalubridade. Base de c\u00e1lculo.<\/strong> A partir de 9 de maio de 2008, data da publica\u00e7\u00e3o da S\u00famula Vinculante n\u00ba 4 do Supremo Tribunal Federal, o adicional de insalubridade ser\u00e1 calculado sobre o sal\u00e1rio b\u00e1sico, salvo crit\u00e9rio mais vantajoso fixado em instrumento coletivo. <em>(S\u00famula cuja efic\u00e1cia est\u00e1 suspensa por decis\u00e3o liminar do Supremo Tribunal Federal. Res. 185\/2012, DEJT divulgado em 25-09-2012.)<\/em><\/p><\/blockquote><\/figure>\n\n\n\n<p>O pr\u00f3prio STF, por\u00e9m, cassou essa parte da S\u00famula 228, entendendo que o TST havia criado uma nova base de c\u00e1lculo por decis\u00e3o judicial, pr\u00e1tica que a S\u00famula Vinculante 4 tamb\u00e9m pro\u00edbe.<\/p>\n\n\n\n<p>O resultado pr\u00e1tico: enquanto n\u00e3o houver lei ou conven\u00e7\u00e3o coletiva fixando outra base, o adicional de insalubridade continua sendo calculado sobre o sal\u00e1rio m\u00ednimo, conforme o artigo 192 da CLT. Para a OAB, o ponto central \u00e9 compreender essa tens\u00e3o entre a S\u00famula Vinculante 4 e o artigo 192 da CLT.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O adicional de insalubridade \u00e9 pago nas f\u00e9rias?<\/h2>\n\n\n\n<p>Sim. O adicional de insalubridade pago com habitualidade integra a remunera\u00e7\u00e3o do empregado e reflete no c\u00e1lculo das f\u00e9rias. O trabalhador que recebe o adicional de forma habitual tem direito a inclu\u00ed-lo na base de c\u00e1lculo da remunera\u00e7\u00e3o de f\u00e9rias, acrescida do ter\u00e7o constitucional.<\/p>\n\n\n\n<p>A l\u00f3gica \u00e9 direta: se o adicional faz parte do sal\u00e1rio habitual do empregado, ele comp\u00f5e a base de c\u00e1lculo de todas as verbas que tomam o sal\u00e1rio como refer\u00eancia. Isso inclui tamb\u00e9m o d\u00e9cimo terceiro sal\u00e1rio. A S\u00famula 139 do TST confirma:<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-pullquote classe bq-small\"><blockquote><p><strong>S\u00famula n\u00ba 139 do TST. Adicional de insalubridade:<\/strong> Enquanto percebido, o adicional de insalubridade integra a remunera\u00e7\u00e3o para todos os efeitos legais.<\/p><\/blockquote><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>O ponto de aten\u00e7\u00e3o para a OAB:<\/strong> o adicional de insalubridade n\u00e3o \u00e9 verba eventual, mas complemento salarial pago em raz\u00e3o das condi\u00e7\u00f5es de trabalho. Por isso, integra a remunera\u00e7\u00e3o para fins de c\u00e1lculo de todas as verbas trabalhistas.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Adicional de insalubridade entra no c\u00e1lculo de horas extras?<\/h2>\n\n\n\n<p>Esse \u00e9 outro ponto que exige aten\u00e7\u00e3o. O entendimento consolidado nos tribunais trabalhistas \u00e9 que o adicional de insalubridade pago com habitualidade tem natureza salarial, conforme o artigo 457 da CLT e a S\u00famula 139 do TST.<\/p>\n\n\n\n<p>Por isso, ele deve ser considerado na base de c\u00e1lculo das horas extras. As horas extras do trabalhador que recebe adicional de insalubridade s\u00e3o calculadas sobre um sal\u00e1rio que j\u00e1 inclui esse adicional. <\/p>\n\n\n\n<p>Esse entendimento \u00e9 relevante na pr\u00e1tica trabalhista e pode aparecer na OAB em quest\u00f5es que envolvem o c\u00e1lculo de verbas rescis\u00f3rias ou a apura\u00e7\u00e3o de diferen\u00e7as salariais em reclama\u00e7\u00f5es trabalhistas.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como funciona a per\u00edcia na insalubridade?<\/h2>\n\n\n\n<p>A per\u00edcia \u00e9 o meio de prova obrigat\u00f3rio para comprovar ou afastar a insalubridade. O artigo 195 da CLT determina que a caracteriza\u00e7\u00e3o e a classifica\u00e7\u00e3o da insalubridade ser\u00e3o feitas por meio de per\u00edcia a cargo de M\u00e9dico do Trabalho ou Engenheiro de Seguran\u00e7a do Trabalho, com registro no Minist\u00e9rio do Trabalho:<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-pullquote classe bq-small\"><blockquote><p><strong>Art. 195, CLT:<\/strong> A caracteriza\u00e7\u00e3o e a classifica\u00e7\u00e3o da insalubridade e da periculosidade, segundo as normas do Minist\u00e9rio do Trabalho, ser\u00e3o realizadas por meio de per\u00edcia a cargo de M\u00e9dico do Trabalho ou Engenheiro do Trabalho, registrados no Minist\u00e9rio do Trabalho.<\/p><\/blockquote><\/figure>\n\n\n\n<p>Na pr\u00e1tica, quando o trabalhador aju\u00edza reclama\u00e7\u00e3o trabalhista pedindo o adicional de insalubridade, o juiz designa um perito para fazer vistoria no ambiente de trabalho e verificar a exposi\u00e7\u00e3o do empregado ao agente nocivo. O laudo pericial vincula o juiz nos aspectos t\u00e9cnicos, embora o magistrado n\u00e3o esteja obrigado a adotar as conclus\u00f5es jur\u00eddicas do perito, desde que fundamente sua posi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Para a OAB, \u00e9 importante saber que o laudo pericial n\u00e3o pode ser substitu\u00eddo por mera prova testemunhal, que a per\u00edcia recai sobre as condi\u00e7\u00f5es do ambiente de trabalho, e que o juiz pode discordar das conclus\u00f5es jur\u00eddicas do perito, mas n\u00e3o dos dados t\u00e9cnicos apurados na vistoria.<\/p>\n\n\n\n<style>\n    #adpost-block_81c208d6cecfbd0be9fd912e5e48c931.anuncio-post-reverse {\n        display: flex;\n        gap: 24px;\n        border-radius: 8px;\n        width: 100%;\n        max-width: 752px;\n        padding: 40px;\n        background: #e7f4fe;\n        margin: 16px auto;\n    }\n\n    #adpost-block_81c208d6cecfbd0be9fd912e5e48c931 .anuncio-container {\n        display: flex;\n        flex-direction: column;\n        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per\u00edcia t\u00e9cnica, conforme o artigo 195 da CLT.<\/li>\n\n\n\n<li>O adicional pago com habitualidade integra o sal\u00e1rio para fins de f\u00e9rias, 13\u00ba e horas extras.<\/li>\n\n\n\n<li>Insalubridade e periculosidade n\u00e3o se acumulam: o empregado escolhe o mais favor\u00e1vel (artigo 193, \u00a72\u00ba, CLT).<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Quais pontos da insalubridade merecem mais aten\u00e7\u00e3o na prova da OAB?<\/h2>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m dos fundamentos b\u00e1sicos, a OAB costuma cobrar situa\u00e7\u00f5es que exigem interpreta\u00e7\u00e3o e conhecimento de jurisprud\u00eancia. <\/p>\n\n\n\n<p>Os pontos que mais aparecem nas quest\u00f5es s\u00e3o <strong>a quest\u00e3o da base de c\u00e1lculo e a rela\u00e7\u00e3o com a S\u00famula Vinculante 4 do STF, a necessidade de per\u00edcia t\u00e9cnica como prova obrigat\u00f3ria<\/strong>, a impossibilidade de acumula\u00e7\u00e3o com o adicional de periculosidade, o efeito da elimina\u00e7\u00e3o ou neutraliza\u00e7\u00e3o da insalubridade pelo uso efetivo de EPI, e a integra\u00e7\u00e3o do adicional habitual na remunera\u00e7\u00e3o para fins de verbas trabalhistas.<\/p>\n\n\n\n<p>Dominar esses pontos com base na CLT e na jurisprud\u00eancia dos tribunais superiores \u00e9 o que separa uma resposta correta de uma resposta incompleta na prova. Vale revisar as principais s\u00famulas do TST e as decis\u00f5es do STF sobre o tema , especialmente a S\u00famula Vinculante 4 e seu impacto na base de c\u00e1lculo do adicional.<\/p>\n\n\n<style>\r\n  .news-post {\r\n    background: url('https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/wp-content\/themes\/aurum\/img\/bg-news-artigo.svg') no-repeat top center #3C48AA;\r\n    padding: 1.5rem;\r\n    border-radius: 6px;\r\n    margin: 1rem 0;\r\n  }\r\n  .news-post .icone {\r\n    display: none;\r\n  }\r\n  .news-post .title {\r\n    font-weight: 700;\r\n    font-size: 16px;\r\n    line-height: 130%;\r\n    text-align: center;\r\n    letter-spacing: -0.5px;\r\n    color: #fff;\r\n    margin-bottom: .9375rem;\r\n  }\r\n  .news-post p {\r\n    font-size: .875rem;\r\n    line-height: 140%;\r\n    text-align: center;\r\n    color: #fff;\r\n    margin-bottom: 1.25rem;\r\n  }\r\n  .news-post .news_button_span {\r\n    font-size: .8125rem;\r\n    display: block;\r\n    padding: .125rem .3125rem;\r\n    color: #fff;\r\n    text-align:left;\r\n  }\r\n  .news-post .news_button_span a {\r\n    color: #fff !important;\r\n    text-decoration: underline;\r\n  }\r\n  .news-post form {\r\n    width: 100%;\r\n  }\r\n  .news-post label {\r\n    font-weight: 600;\r\n    font-size: .9375rem;\r\n    line-height: 1.5rem;\r\n    margin-bottom: .5rem;\r\n    color: #fff;\r\n    display: block;\r\n  }\r\n  .news-post input {\r\n    background: #fff;\r\n    border: 1px solid #CBCBD9;\r\n    box-sizing: border-box;\r\n    border-radius: 4px;\r\n    padding: .75rem 1rem;\r\n    width: 100%;\r\n  }\r\n  .news-post button {\r\n    margin-top: .875rem;\r\n    width: 100%;\r\n    min-width: auto;\r\n    background: #FCC632;\r\n    color: #3C48AA;\r\n  }\r\n  .news-post .input {\r\n    position: relative;\r\n    padding-bottom: 10px;\r\n  }\r\n  .news-post .error-message-ad {\r\n    font-size: .875rem;\r\n    line-height: 130%;\r\n    color: #D50021;\r\n    margin-left: 4px;\r\n  }\r\n  .news-post .error {\r\n    border: 1px solid #D50021;\r\n  }\r\n  .news-post #message-form-ad {\r\n    border-radius: 4px;\r\n    padding: 0.7rem;\r\n    font-size:0.8rem;\r\n    text-align: center;\r\n    align-items: center;\r\n    justify-content: center;\r\n    display: none;\r\n  }\r\n  .news-post #message-form-ad svg {\r\n    margin-right: 8px;\r\n  }\r\n\r\n  @media(min-width: 561px) {\r\n    .news-post {\r\n      position: relative;\r\n      background: url('https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/wp-content\/themes\/aurum\/img\/bg-news-artigo.svg') no-repeat top center #3C48AA;\r\n      width: calc(100% - 30px);\r\n    }\r\n    .news-post .icone {\r\n      display: block;\r\n      position: absolute;\r\n      right: -30px;\r\n      top: 65px;\r\n      max-width: 142px;\r\n      width: 100%;\r\n      height: auto;\r\n      margin: 0;\r\n    }\r\n    .news-post .title {\r\n      font-size: 1.125rem;\r\n      text-align: left;\r\n      \/* padding-right: 3.75rem; *\/\r\n    }\r\n    .news-post p {\r\n      font-size: 1rem;\r\n      text-align: left;\r\n      max-width: 400px;\r\n    }\r\n    .news-post .boxes {\r\n      display: flex;\r\n      align-items: flex-start;\r\n    }\r\n    .news-post button {\r\n      margin: 0 0 0 1rem;\r\n      width: 100%;\r\n      max-width: 170px;\r\n      min-width: auto;\r\n      transition: all ease .3s\r\n    }\r\n    .news-post button:hover {\r\n      opacity: 0.9;\r\n      transition: all ease .3s\r\n    }\r\n    .news-post #message-form-ad {\r\n      padding: 1.125rem;\r\n      font-size:1rem;\r\n    }\r\n    .news-post #message-form-ad svg {\r\n      margin-right: 10px;\r\n    }\r\n  }\r\n<\/style>\r\n\r\n<div class=\"news-post\">\r\n  <div class=\"title news-ad-title\">Gostou do artigo e quer evoluir a sua advocacia?<\/div>\r\n  <p class=\"news-ad-subtitle\">Assine gr\u00e1tis a Aurum News e receba uma dose semanal de conte\u00fado no seu e-mail! \u270c\ufe0f<\/p>\r\n  <img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/wp-content\/themes\/aurum\/img\/icon-news-artigo.svg\" alt=\"\" class=\"icone\">\r\n\r\n  <form method=\"post\" name=\"newsletter-ad\" id=\"aurum-newsletter-ad\">\r\n    <div class=boxes>\r\n      <div class=\"input\">\r\n        <label class=\"label-email\" htmlFor=\"email-ad\">Qual seu e-mail?<\/label>\r\n        <input type=\"email\" id=\"email-ad\" name=\"newsletter-mail-ad\" placeholder=\"Digite seu e-mail?\">\r\n        <div class=\"error-message-ad-email\">Endere\u00e7o de e-mail inv\u00e1lido ou incorreto<\/div>\r\n\r\n        <label class=\"label-select\" htmlFor=\"lawsuits-select-ad\">\r\n          Quantos processos voc\u00ea ou<br class=\"for-desktop\"\/> seu escrit\u00f3rio acompanham?\r\n        <\/label>\r\n        <div id=\"lawsuits-select-ad\" class=\"lawsuits-select select-wrapper\" tabindex=\"0\">\r\n          <div class=\"s-dropdown--styled\">\r\n          <span class=\"lawsuits-default\">\r\n            <span id=\"lawsuits-newsletter-ad\" class=\"lawsuits-default-text\" data-value=\"\">Selecione os processos<\/span>\r\n            <svg class=\"chevron\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" width=\"24\" height=\"25\" viewBox=\"0 0 24 25\" fill=\"none\">\r\n              <path d=\"M6 15.6152L12 9.61523L18 15.6152\" stroke=\"black\" stroke-width=\"2\" stroke-linecap=\"round\" stroke-linejoin=\"round\" \/>\r\n            <\/svg>\r\n          <\/span>\r\n\r\n          <ul class=\"s-dropdown u-hide\">\r\n            <li class=\"lawsuits\" data-value=\"Mais de 1000 processos\">Mais de 1000 processos<\/li>\r\n            <li class=\"lawsuits\" data-value=\"De 501 a 1000 processos\">De 501 a 1000 processos<\/li>\r\n            <li class=\"lawsuits\" data-value=\"De 151 a 500 processos\">De 151 a 500 processos<\/li>\r\n            <li class=\"lawsuits\" data-value=\"De 41 a 150 processos\">De 41 a 150 processos<\/li>\r\n            <li class=\"lawsuits\" data-value=\"At\u00e9 40 processos\">At\u00e9 40 processos<\/li>\r\n            <li class=\"lawsuits\" data-value=\"Atuo apenas no consultivo\">Atuo apenas no consultivo<\/li>\r\n            <li class=\"lawsuits\" data-value=\"Ainda sou estudante de direito\">Ainda sou estudante de direito<\/li>\r\n            <li class=\"lawsuits\" data-value=\"N\u00e3o sou da \u00e1rea jur\u00eddica\">N\u00e3o sou da \u00e1rea jur\u00eddica<\/li>\r\n          <\/ul>\r\n          <\/div>\r\n        <\/div>\r\n        <div class=\"error-message-ad-lawsuits\">Selecione algum processo<\/div>\r\n      <\/div>\r\n      <button class=\"btn btn-yellow ad-btn-desktop\" id=\"aurum-submit-ad\">Assinar gr\u00e1tis<\/button>\r\n      <button class=\"btn btn-yellow ad-btn-mobile\" id=\"aurum-submit-ad\">Assinar<\/button>\r\n    <\/div>\r\n    <span class=\"news_button_span\">Ao se cadastrar voc\u00ea declara que leu e aceitou a pol\u00edtica de privacidade e cookies do <a href=\"https:\/\/s3.sa-east-1.amazonaws.com\/publico.aurum.com.br\/contratos\/politica-de-privacidade.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">site<\/a>.<\/span>\r\n  <\/form>\r\n  <div id=\"message-form-ad\"><\/div>\r\n<\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A prova da OAB cobra insalubridade com frequ\u00eancia, e n\u00e3o apenas o conceito b\u00e1sico. Quest\u00f5es sobre base de c\u00e1lculo, graus, per\u00edcia e reflexos no sal\u00e1rio exigem um dom\u00ednio t\u00e9cnico que vai al\u00e9m da memoriza\u00e7\u00e3o. Continue a leitura e entenda exatamente o que cai e como responder com seguran\u00e7a! \ud83d\ude09 O que \u00e9 insalubridade na CLT? 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