{"id":30675,"date":"2024-08-29T20:57:05","date_gmt":"2024-08-29T23:57:05","guid":{"rendered":"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/?p=30675"},"modified":"2024-09-09T18:48:42","modified_gmt":"2024-09-09T21:48:42","slug":"erro-de-diagnostico","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/erro-de-diagnostico\/","title":{"rendered":"Erro de diagn\u00f3stico: em quais casos cabe um processo indenizat\u00f3rio?"},"content":{"rendered":"<div id=\"bsf_rt_marker\"><\/div>\n<pre class=\"wp-block-preformatted\">O<strong> erro de diagn\u00f3stico <\/strong>ocorre quando um profissional de sa\u00fade interpreta incorretamente os sintomas e exames, levando a um diagn\u00f3stico errado do paciente. Esse erro pode decorrer de neglig\u00eancia, imprud\u00eancia ou imper\u00edcia, sendo a responsabilidade uma obriga\u00e7\u00e3o de meio, que exige a comprova\u00e7\u00e3o de culpa para a repara\u00e7\u00e3o dos danos.&nbsp;<\/pre>\n\n\n\n<p>O erro de diagn\u00f3stico \u00e9 uma das principais causas de lit\u00edgios contra m\u00e9dicos e institui\u00e7\u00f5es do setor de sa\u00fade no Brasil, incluindo hospitais, cl\u00ednicas e planos de sa\u00fade.<\/p>\n\n\n\n<p>Quando ocorre, esse tipo de erro pode ter consequ\u00eancias devastadoras para o paciente, desde a administra\u00e7\u00e3o de tratamentos inadequados at\u00e9 o agravamento irrevers\u00edvel do quadro cl\u00ednico.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A gravidade desses equ\u00edvocos levanta quest\u00f5es complexas sobre a <a href=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/glossario-juridico\/responsabilidade-civil\/\" data-wpil-monitor-id=\"77\">responsabilidade civil<\/a> dos profissionais envolvidos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A legisla\u00e7\u00e3o brasileira reconhece a seriedade dos danos causados por erros de diagn\u00f3stico e prev\u00ea a possibilidade de repara\u00e7\u00e3o por meio de a\u00e7\u00f5es indenizat\u00f3rias. No entanto, para que o paciente tenha sucesso em um <a href=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/glossario-juridico\/processo\/\" data-wpil-monitor-id=\"78\">processo<\/a> judicial, \u00e9 essencial entender o que configura um erro de diagn\u00f3stico, como ele pode ser comprovado e quais s\u00e3o os prazos e as condi\u00e7\u00f5es legais para buscar essa repara\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Este artigo explora as situa\u00e7\u00f5es em que o paciente pode responsabilizar o m\u00e9dico e as institui\u00e7\u00f5es de sa\u00fade, al\u00e9m de discutir como funcionam os processos de indeniza\u00e7\u00e3o e <a href=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/direitos-do-paciente\/\" data-wpil-monitor-id=\"92\">quais direitos os pacientes<\/a> podem reivindicar.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Tamb\u00e9m analisa a <a href=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/responsabilidade-civil-medica\/\" data-wpil-monitor-id=\"93\">responsabilidade civil dos m\u00e9dicos<\/a>, levando em conta as nuances t\u00e9cnicas e jur\u00eddicas envolvidas, a fim de minimizar os riscos envolvidos no exerc\u00edcio da profiss\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Convidamos voc\u00ea a explorar este tema fundamental para a pr\u00e1tica m\u00e9dica e a prote\u00e7\u00e3o dos direitos dos pacientes, refletindo sobre os desafios e as implica\u00e7\u00f5es legais que o cercam. Continue a leitura! \ud83d\ude09<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que \u00e9 erro de diagn\u00f3stico?<\/h2>\n\n\n\n<p>Do ponto de vista t\u00e9cnico, o diagn\u00f3stico consiste em identificar e determinar a doen\u00e7a que acomete o paciente, ap\u00f3s a realiza\u00e7\u00e3o de todas as avalia\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias, pois \u00e9 com base nele que se define o tratamento adequado.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O erro de diagn\u00f3stico, portanto, ocorre quando o m\u00e9dico, ao interpretar os sintomas e exames de um paciente, chega a uma <strong>conclus\u00e3o equivocada sobre sua condi\u00e7\u00e3o de sa\u00fade.&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>No entanto, o diagn\u00f3stico n\u00e3o \u00e9 uma opera\u00e7\u00e3o matem\u00e1tica. Em muitos casos, alcan\u00e7ar o resultado correto exige uma acuidade de observa\u00e7\u00e3o ou a disponibilidade de <a href=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/glossario-juridico\/recurso\/\" data-wpil-monitor-id=\"79\">recursos<\/a> materiais que nem todos os profissionais possuem.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Por essa raz\u00e3o, a responsabilidade civil m\u00e9dica decorrente de erro de diagn\u00f3stico \u00e9 uma quest\u00e3o complexa, pois envolve uma an\u00e1lise t\u00e9cnica aprofundada.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Tanto a doutrina quanto a jurisprud\u00eancia tendem a considerar que o erro de diagn\u00f3stico \u00e9, em princ\u00edpio, escus\u00e1vel, a menos que seja manifestamente grosseiro. Assim, a responsabilidade surge se um erro de avalia\u00e7\u00e3o diagn\u00f3stica seria evit\u00e1vel por um m\u00e9dico prudente, atuando nas mesmas condi\u00e7\u00f5es que o m\u00e9dico demandado.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Nosso C\u00f3digo Civil, nos arts. 168 e 961, adota plenamente a teoria da culpa em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 responsabilidade do profissional m\u00e9dico. Isso significa que, havendo dano, cabe \u00e0 <a href=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/glossario-juridico\/vitima\/\" data-wpil-monitor-id=\"80\">v\u00edtima<\/a> provar que o m\u00e9dico agiu com culpa <em>stricto sensu <\/em>para que haja responsabiliza\u00e7\u00e3o civil e consequente indeniza\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A culpa pode se manifestar nas seguintes formas:&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Neglig\u00eancia:<\/strong> Falta de aten\u00e7\u00e3o ou cuidado necess\u00e1rio na avalia\u00e7\u00e3o dos sintomas.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Imprud\u00eancia:<\/strong> A\u00e7\u00e3o precipitada sem as devidas precau\u00e7\u00f5es.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Imper\u00edcia:<\/strong> Falta de conhecimento t\u00e9cnico ou habilidade para realizar um diagn\u00f3stico adequado.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>Miguel Kfouri Neto, em seu livro Responsabilidade Civil do M\u00e9dico, destaca a import\u00e2ncia dos exames complementares para garantir a precis\u00e3o do diagn\u00f3stico.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Ele exemplifica: se, em um hospital p\u00fablico, um paciente n\u00e3o realiza um ultrassom por falta de recursos e o m\u00e9dico, com base em informa\u00e7\u00f5es limitadas, comete um erro diagn\u00f3stico que resulta na morte do paciente, a responsabilidade ser\u00e1 analisada conforme a conduta m\u00e9dica.<\/p>\n\n\n\n<p>Ou seja, se o m\u00e9dico utilizou, naquelas circunst\u00e2ncias, todos os meios de que dispunha, n\u00e3o haver\u00e1 culpa \u2013 e, por conseguinte, estar\u00e1 livre do dever de indenizar. O contr\u00e1rio ocorre, naturalmente, se o m\u00e9dico n\u00e3o utilizar todos os recursos dispon\u00edveis, para elevar o grau de certeza diagn\u00f3stica.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"1080\" height=\"1080\" src=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/o-que-e-erro-de-diagnostico.jpg\" alt=\"Saiba o que \u00e9 erro de diagn\u00f3stico\" class=\"wp-image-30676\" srcset=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/o-que-e-erro-de-diagnostico.jpg 1080w, https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/o-que-e-erro-de-diagnostico-300x300.jpg 300w, https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/o-que-e-erro-de-diagnostico-150x150.jpg 150w, https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/o-que-e-erro-de-diagnostico-768x768.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 1080px) 100vw, 1080px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Veja o que \u00e9 erro de diagn\u00f3stico<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como comprovar o erro de diagn\u00f3stico?<\/h2>\n\n\n\n<p>A comprova\u00e7\u00e3o do erro de diagn\u00f3stico \u00e9 uma etapa crucial no processo indenizat\u00f3rio. Para obter sucesso na a\u00e7\u00e3o, o paciente precisa <strong>reunir todas as evid\u00eancias que sustentem a alega\u00e7\u00e3o<\/strong> de que o diagn\u00f3stico incorreto resultou em danos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Essas evid\u00eancias podem incluir:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Documenta\u00e7\u00e3o m\u00e9dica: <\/strong>Exames, laudos e prontu\u00e1rios que comprovem o diagn\u00f3stico equivocado.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Laudos e opini\u00f5es de outros m\u00e9dicos:<\/strong> A busca por uma segunda opini\u00e3o \u00e9 comum e pode ser uma forma eficaz de demonstrar que o diagn\u00f3stico inicial estava errado.&nbsp;<\/li>\n\n\n\n<li><strong><a href=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/glossario-juridico\/pericia-judicial\/\" data-wpil-monitor-id=\"81\">Per\u00edcia Judicial<\/a>: <\/strong>Em muitos casos, a justi\u00e7a requisitar\u00e1 uma per\u00edcia m\u00e9dica para avaliar se houve de fato erro no diagn\u00f3stico e quais foram as consequ\u00eancias para o paciente.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>A per\u00edcia m\u00e9dica, conduzida por um profissional <a href=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/glossario-juridico\/principio-da-imparcialidade\/\" data-wpil-monitor-id=\"82\">imparcial nomeado pelo juiz<\/a>, \u00e9 uma das principais provas utilizadas no julgamento de casos de erro de diagn\u00f3stico e na responsabiliza\u00e7\u00e3o civil do m\u00e9dico.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Na avalia\u00e7\u00e3o das provas, o juiz n\u00e3o deve se aprofundar em m\u00e9todos cl\u00ednicos ou terap\u00eauticos complexos. Em vez disso, deve adotar a mesma abordagem usada em qualquer caso de erro profissional, considerando as alega\u00e7\u00f5es e provas apresentadas, com \u00eanfase nos pareceres periciais e nos <a href=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/glossario-juridico\/depoimento\/\" data-wpil-monitor-id=\"68\">depoimentos<\/a> das testemunhas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O foco do juiz nesses casos n\u00e3o \u00e9 examinar o erro de diagn\u00f3stico em si, mas determinar se houve culpa na forma como o m\u00e9dico conduziu o diagn\u00f3stico.<\/p>\n\n\n\n<p>Isso inclui verificar se o m\u00e9dico utilizou todos os recursos dispon\u00edveis para investigar a condi\u00e7\u00e3o do paciente e se os rem\u00e9dios e tratamentos aplicados estavam de acordo com as pr\u00e1ticas m\u00e9dicas estabelecidas.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">A teoria da perda de uma chance: indeniza\u00e7\u00e3o em casos de diagn\u00f3stico incorreto<\/h2>\n\n\n\n<p>A teoria da perda de uma chance, desenvolvida no direito franc\u00eas, <strong>permite que o paciente seja indenizado n\u00e3o pelo dano final, mas pela perda de uma oportunidade real de obter um resultado melhor<\/strong>.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Essa teoria \u00e9 aplicada em casos de erro de diagn\u00f3stico, nos quais a chance de um tratamento eficaz foi perdida devido \u00e0 conduta negligente do m\u00e9dico.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Nos tribunais brasileiros, a teoria tem sido utilizada para compensar pacientes que, por um diagn\u00f3stico errado, perderam a chance de iniciar um tratamento a tempo. A indeniza\u00e7\u00e3o considera a perda da probabilidade concreta de um desfecho mais favor\u00e1vel, n\u00e3o o resultado final em si.<\/p>\n\n\n\n<p>Para que a teoria se aplique, a chance perdida deve ser significativa, n\u00e3o apenas hipot\u00e9tica. O <a href=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/glossario-juridico\/valor-da-causa\/\" data-wpil-monitor-id=\"83\">valor<\/a> da indeniza\u00e7\u00e3o reflete a import\u00e2ncia dessa oportunidade perdida, avaliando a probabilidade de que o paciente teria alcan\u00e7ado um resultado melhor sem o erro.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Assim, a teoria da perda de uma chance refor\u00e7a a responsabilidade civil, oferecendo repara\u00e7\u00e3o em situa\u00e7\u00f5es em que o erro diagn\u00f3stico privou o paciente de uma oportunidade concreta de melhora.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como funciona a indeniza\u00e7\u00e3o por erro de diagn\u00f3stico?<\/h2>\n\n\n\n<p>Quando o erro de diagn\u00f3stico \u00e9 comprovado e demonstrado o nexo causal entre o erro e os danos sofridos pelo paciente, surge o direito \u00e0 indeniza\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A repara\u00e7\u00e3o<strong> <\/strong>pode abranger:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Danos materiais;<\/li>\n\n\n\n<li>Despesas m\u00e9dicas;<\/li>\n\n\n\n<li>Perda de capacidade laborativa e outros custos decorrentes;<\/li>\n\n\n\n<li>Danos <a href=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/glossario-juridico\/mora\/\" data-wpil-monitor-id=\"84\">morais<\/a>, que incluem o sofrimento emocional, a perda da qualidade de vida e outros impactos imateriais na vida do paciente.&nbsp;<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>O <strong>valor da indeniza\u00e7\u00e3o \u00e9 <a href=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/glossario-juridico\/arbitragem-de-honorarios\/\" data-wpil-monitor-id=\"69\">arbitrado<\/a> pelo juiz com base em uma s\u00e9rie de crit\u00e9rios<\/strong>, como a gravidade do erro, a extens\u00e3o dos danos, a repercuss\u00e3o na vida do paciente e o grau de culpa do profissional.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A an\u00e1lise \u00e9 individualizada, considerando as particularidades de cada caso, para assegurar que a indeniza\u00e7\u00e3o cumpra seu papel de repara\u00e7\u00e3o, sem se configurar como enriquecimento sem causa.<\/p>\n\n\n\n<p>Em situa\u00e7\u00f5es em que o erro de diagn\u00f3stico gera sequelas permanentes ou incapacidades, o juiz pode determinar, al\u00e9m da indeniza\u00e7\u00e3o por danos materiais e morais, o pagamento de pens\u00e3o mensal.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Essa pens\u00e3o pode ser tempor\u00e1ria, cobrindo o per\u00edodo de convalescen\u00e7a, ou vital\u00edcia, caso o paciente fique incapacitado para o trabalho ou necessite de cuidados cont\u00ednuos.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, o c\u00e1lculo da indeniza\u00e7\u00e3o deve refletir n\u00e3o apenas o preju\u00edzo imediato, mas tamb\u00e9m os danos futuros que podem surgir em decorr\u00eancia do erro. Isso garante que o paciente seja plenamente compensado por todas as consequ\u00eancias do diagn\u00f3stico incorreto, assegurando justi\u00e7a e prote\u00e7\u00e3o aos seus direitos.&nbsp;<\/p>\n\n\n<style>\r\n  .anuncios-post-astrea-security {\r\n    display: flex;\r\n    gap: 24px;\r\n    justify-content: space-between;\r\n    align-items: center;\r\n    border-radius: 16px;\r\n    border: none;\r\n    \/* background: #D7EAED; *\/\r\n    background: #CCECFA;\r\n    padding: 24px;\r\n    margin: 1rem 0;\r\n    max-width: 640px;\r\n  }\r\n\r\n  #s-post .anuncios-post-astrea-security .adpost-astrea-security-image {\r\n    margin: auto;\r\n    width: 207px;\r\n    min-width: 207px;\r\n    height: 203px;\r\n    \/* background: green; *\/\r\n    border-radius: 16px;\r\n  }\r\n\r\n  .anuncios-post-astrea-security .subtext {\r\n    display: block;\r\n  }\r\n\r\n  #s-post main article .content .anuncios-post-astrea-security .img-destaque {\r\n    object-fit: cover;\r\n    width: 180px;\r\n    margin: 0;\r\n  }\r\n  #s-post main article .content .anuncios-post-astrea-security i.icon-container img {\r\n    margin: 0;\r\n  }\r\n\r\n  .anuncios-post-astrea-security .textos .icon-container {\r\n    max-width: 89px;\r\n    margin-bottom: 8px;\r\n    display: block;\r\n  }\r\n  .anuncios-post-astrea-security .title {\r\n    font-weight: 600;\r\n    font-size: 21px;\r\n    line-height: 140%;\r\n    color: #000000;\r\n    margin-bottom: 16px;\r\n  }\r\n  .anuncios-post-astrea-security .subtext {\r\n    display: block;\r\n    font-weight: 400;\r\n    font-size: 14px;\r\n    line-height: 160%;\r\n    color: #272727;\r\n    text-align: left;\r\n    margin-bottom: 16px;\r\n  }\r\n  #s-post main article .content .anuncios-post-astrea-security .botao {\r\n    \/* background: #004773; 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Esse prazo se aplica em situa\u00e7\u00f5es nas quais a rela\u00e7\u00e3o entre m\u00e9dico e paciente n\u00e3o configura uma <a href=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/relacao-de-consumo\/\" data-wpil-monitor-id=\"70\">rela\u00e7\u00e3o de consumo<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p>Por outro lado, quando a rela\u00e7\u00e3o entre o paciente e o prestador de servi\u00e7os m\u00e9dicos \u00e9 regida pelo <strong>C\u00f3digo de Defesa do Consumidor<\/strong> (CDC), como em casos de atendimentos realizados por profissionais vinculados a planos de sa\u00fade, em hospitais ou cl\u00ednicas privadas, o <strong>prazo \u00e9 de cinco anos<\/strong> (art. 27 do CDC). Esse prazo come\u00e7a a contar a partir da data em que o paciente toma ci\u00eancia do erro e dos danos decorrentes.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O in\u00edcio do prazo prescricional, em ambos os casos, \u00e9 baseado na \u201cteoria da <em>actio nata\u201d, <\/em>que estabelece que o prazo come\u00e7a a correr quando o paciente descobre ou deveria ter descoberto, o erro de diagn\u00f3stico e suas consequ\u00eancias.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 crucial que o paciente busque orienta\u00e7\u00e3o jur\u00eddica assim que identificar o poss\u00edvel erro de diagn\u00f3stico. Al\u00e9m de garantir que o prazo prescricional n\u00e3o expire, isso tamb\u00e9m \u00e9 fundamental para preservar as provas necess\u00e1rias para o sucesso da a\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Com o tempo, as provas documentais podem se perder, testemunhas podem ter dificuldades em lembrar detalhes, e a realiza\u00e7\u00e3o de per\u00edcia m\u00e9dica pode ser prejudicada, dificultando a comprova\u00e7\u00e3o dos erros.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Jurisprud\u00eancias sobre erro de diagn\u00f3stico:<\/h2>\n\n\n\n<p>A jurisprud\u00eancia brasileira tem consolidado a responsabilidade civil em casos de erro de diagn\u00f3stico, reconhecendo o direito dos pacientes \u00e0 indeniza\u00e7\u00e3o por danos materiais, morais e est\u00e9ticos, al\u00e9m de pens\u00e3o vital\u00edcia em casos de sequelas permanentes.<\/p>\n\n\n\n<p>A seguir, apresentamos algumas decis\u00f5es que ilustram como os nossos tribunais t\u00eam tratado esse tema.<\/p>\n\n\n\n<p>Em 2021, a 3\u00aa turma do STJ elevou de R$ 60 mil para R$ 220 mil a indeniza\u00e7\u00e3o por danos morais e est\u00e9ticos em favor de paciente que, ap\u00f3s diagn\u00f3stico incorreto de c\u00e2ncer, foi submetida a uma cirurgia para a retirada das duas mamas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, a paciente receber\u00e1 uma pens\u00e3o mensal de sal\u00e1rio-m\u00ednimo. O pagamento deve ser realizado de forma solid\u00e1ria pelo m\u00e9dico respons\u00e1vel pelo diagn\u00f3stico, pelo hospital onde os procedimentos foram realizados, e pela operadora do plano de sa\u00fade.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O colegiado considerou o aumento da indeniza\u00e7\u00e3o adequado, levando em conta casos semelhantes j\u00e1 julgados pelo STJ e a situa\u00e7\u00e3o de ang\u00fastia, sofrimento e as limita\u00e7\u00f5es f\u00edsicas que a paciente enfrentou ap\u00f3s a cirurgia.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-pullquote\"><blockquote><p><strong>STJ &#8211; <\/strong><a href=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/glossario-juridico\/recurso-especial\/\" data-wpil-monitor-id=\"86\">RECURSO ESPECIAL<\/a>. A\u00c7\u00c3O DE <a href=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/glossario-juridico\/direito-das-obrigacoes\/\" data-wpil-monitor-id=\"87\">OBRIGA\u00c7\u00c3O<\/a> DE FAZER C\/C INDENIZA\u00c7\u00c3O POR DANOS MATERIAIS E COMPENSA\u00c7\u00c3O DE DANOS MORAL E EST\u00c9TICO. DANOS MORAL E EST\u00c9TICO. VALOR DA <a href=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/glossario-juridico\/condenacao\/\" data-wpil-monitor-id=\"71\">CONDENA\u00c7\u00c3O<\/a>. MAJORA\u00c7\u00c3O. DANO MATERIAL. PENSIONAMENTO. TERMO INICIAL. EVENTO DANOSO. CORRE\u00c7\u00c3O MONET\u00c1RIA E <a href=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/glossario-juridico\/juros-de-mora\/\" data-wpil-monitor-id=\"88\">JUROS DE MORA<\/a>. JULGAMENTO: CPC\/2015. 1. A\u00e7\u00e3o de obriga\u00e7\u00e3o de fazer c\/c indeniza\u00e7\u00e3o de danos materiais e compensa\u00e7\u00e3o de danos moral e est\u00e9tico ajuizada em 17\/03\/2015, da qual foi extra\u00eddo o presente <a href=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/material\/modelo-recurso-especial-novo-cpc\/\" data-wpil-monitor-id=\"89\">recurso especial<\/a>, interposto em 07\/11\/2018 e atribu\u00eddo ao gabinete em 13\/05\/2019. 2. O prop\u00f3sito recursal \u00e9 decidir sobre a proporcionalidade dos valores fixados a t\u00edtulo de compensa\u00e7\u00e3o dos danos moral e est\u00e9tico, causados em decorr\u00eancia de erro m\u00e9dico, bem como sobre o termo inicial do pensionamento devido e a majora\u00e7\u00e3o dos honor\u00e1rios de sucumb\u00eancia. 3. Com rela\u00e7\u00e3o aos danos moral e est\u00e9tico, sobressai do <a href=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/glossario-juridico\/acordao\/\" data-wpil-monitor-id=\"72\">ac\u00f3rd\u00e3o<\/a> recorrido a situa\u00e7\u00e3o de extrema ang\u00fastia, afli\u00e7\u00e3o e sofrimento vivida pela recorrente, ao ser submetida, sem o seu consentimento informado, a procedimento de mastectomia bilateral, depois do diagn\u00f3stico errado de neoplasia maligna, causando-lhe danos ps\u00edquicos, f\u00edsicos e funcionais, evidenciados, sobretudo, pelas cicatrizes e pela mutila\u00e7\u00e3o das duas mamas, al\u00e9m das limita\u00e7\u00f5es para esfor\u00e7o e movimentos repetitivos dos membros superiores, que lhe acarretaram a consequente incapacidade parcial e permanente multiprofissional. <strong>4. Hip\u00f3tese em que, tendo como par\u00e2metro a jurisprud\u00eancia desta Corte, e \u00e0 luz das circunst\u00e2ncias particulares, h\u00e3o de ser majoradas as verbas arbitradas a t\u00edtulo de compensa\u00e7\u00e3o dos danos moral e est\u00e9tico de R$ 30.000,00 (trinta mil reais) cada para, respectivamente, R$ 120.000,00 (cento e vinte mil reais) e R$ 100.000,00 (cem mil reais). 5. A obriga\u00e7\u00e3o de pagar o pensionamento nasce com o evento danoso, qual seja, a data em que a recorrente foi submetida ao procedimento de mastectomia bilateral, que culminou com a sua inaptid\u00e3o parcial e permanente para o trabalho. 6. As presta\u00e7\u00f5es relativas ao pensionamento devem ser <a href=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/glossario-juridico\/correcao-monetaria\/\" data-wpil-monitor-id=\"73\">corrigidas monetariamente<\/a> a contar da data do evento danoso, mas os juros morat\u00f3rios, por se tratar de responsabilidade contratual por erro m\u00e9dico, contam-se a partir da cita\u00e7\u00e3o, em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s parcelas vencidas por ocasi\u00e3o da propositura da a\u00e7\u00e3o, e de cada vencimento, quanto \u00e0s vincendas e inadimplidas a partir de ent\u00e3o.<\/strong> 7. <a href=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/material\/modelo-de-recurso-especial\/\" data-wpil-monitor-id=\"90\">Recurso especial<\/a> conhecido e parcialmente provido. (STJ &#8211; REsp: 1808050 SP 2019\/0097921-3, Relator: Ministra NANCY ANDRIGHI, Data de Julgamento: 17\/11\/2020, T3 &#8211; TERCEIRA TURMA, Data de Publica\u00e7\u00e3o: DJe 26\/11\/2020)<\/p><cite>leia mais<\/cite><\/blockquote><\/figure>\n\n\n\n<p>Outro exemplo \u00e9 de um caso julgado pelo Tribunal de Justi\u00e7a de Minas Gerais (TJMG), que manteve a condena\u00e7\u00e3o de uma cl\u00ednica de radiologia e um m\u00e9dico por erro durante a realiza\u00e7\u00e3o de um exame radiol\u00f3gico. A falha resultou em um tratamento inadequado, agravando o quadro cl\u00ednico da paciente. A condena\u00e7\u00e3o incluiu R$ 20 mil em danos morais e R$ 900 em danos materiais.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O tribunal destacou a necessidade de dilig\u00eancia e precis\u00e3o t\u00e9cnica por parte do m\u00e9dico, reafirmando a responsabilidade subjetiva prevista no C\u00f3digo de Defesa do Consumidor (CDC).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-pullquote\"><blockquote><p><strong>TJMG &#8211; <\/strong>EMENTA: APEL<a href=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/glossario-juridico\/acao\/\" data-wpil-monitor-id=\"74\">A\u00c7\u00c3O<\/a> C\u00cdVEL &#8211; A\u00c7\u00c3O DE INDENIZA\u00c7\u00c3O POR DANOS MORAIS E MATERIAIS &#8211; RESPONSABILIDADE CIVIL SUBJETIVA DO M\u00c9DICO &#8211; EXAME DE ESCANOMETRIA RADIOL\u00d3GICA &#8211; ERRO GROSSEIRO DE DIAGN\u00d3STICO &#8211; ADO\u00c7\u00c3O DE TRATAMENTO EQUIVOCADO &#8211; AGRAVAMENTO DA CONDI\u00c7\u00c3O F\u00cdSICA DA AUTORA &#8211; DANOS MORAIS CONFIGURADOS &#8211; QUANTUM INDENIZAT\u00d3RIO &#8211; DANOS MATERIAIS COMPROVADOS. &#8211; A atua\u00e7\u00e3o do m\u00e9dico pressup\u00f5e a dilig\u00eancia e o emprego da t\u00e9cnica necess\u00e1ria para a obten\u00e7\u00e3o do resultado esperado, pelo que a sua responsabiliza\u00e7\u00e3o deve ser analisada sob a subjetiva, mencionada no art. 14, \u00a74\u00ba, do CDC. &#8211; <strong>A neglig\u00eancia e a imper\u00edcia do m\u00e9dico s\u00e3o reveladas pelo erro grosseiro do profissional na realiza\u00e7\u00e3o do exame de escanometria radiol\u00f3gica, ao constatar a dissimetria em membro diverso e em quantidade absolutamente equivocada. &#8211; O <a href=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/nexo-causal\/\" data-wpil-monitor-id=\"75\">nexo causal<\/a> se revela na medida em que o exame equivocado foi determinante para a ado\u00e7\u00e3o do tratamento que agravou a condi\u00e7\u00e3o patol\u00f3gica da autora. &#8211; Comprovado que a parte autora teve o sofrimento f\u00edsico intensificado indevidamente, n\u00e3o resta d\u00favida quanto \u00e0 configura\u00e7\u00e3o do dano moral, cuja indeniza\u00e7\u00e3o deve ser arbitrada com prud\u00eancia e razoabilidade.<\/strong> &#8211; O dano material \u00e9 o preju\u00edzo financeiro efetivo sofrido pela v\u00edtima, que implica redu\u00e7\u00e3o patrimonial e depende, para ser reparado, da prova do efetivo preju\u00edzo. &nbsp;(TJMG&nbsp;&#8211; Apela\u00e7\u00e3o C\u00edvel 1.0000.20.035984-2\/001, Relator(a): Des.(a) Jaqueline Cal\u00e1bria Albuquerque, 10\u00aa C\u00c2MARA C\u00cdVEL, julgamento em 15\/09\/2020, publica\u00e7\u00e3o da s\u00famula em 25\/09\/2020)<\/p><cite>leia mais<\/cite><\/blockquote><\/figure>\n\n\n\n<p>Por fim, o Superior Tribunal de Justi\u00e7a (STJ) reconheceu a aplicabilidade da teoria da responsabilidade civil pela perda de uma chance em casos de erro m\u00e9dico.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Em uma <a href=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/glossario-juridico\/decisao\/\" data-wpil-monitor-id=\"76\">decis\u00e3o<\/a> que envolvia um tratamento inadequado de c\u00e2ncer, que reduziu as chances de cura do paciente, o colegiado concluiu que a perda de uma chance pode ser considerada um bem aut\u00f4nomo, pass\u00edvel de indeniza\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-pullquote\"><blockquote><p><strong>STJ &#8211; <\/strong>POSSIBILIDADES DE CURA. \u00d3BITO. IMPUTA\u00c7\u00c3O DE CULPA AO M\u00c9DICO. POSSIBILIDADE DE APLICA\u00c7\u00c3O DA TEORIA DA RESPONSABILIDADE CIVIL PELA PERDA DE UMA CHANCE. REDU\u00c7\u00c3O PROPORCIONAL DA INDENIZA\u00c7\u00c3O. RECURSO ESPECIAL PARCIALMENTE PROVIDO.[..]<br><strong>3. Conquanto seja viva a controv\u00e9rsia, sobretudo no direito franc\u00eas, acerca da aplicabilidade da teoria da responsabilidade civil pela perda de uma chance nas situa\u00e7\u00f5es de erro m\u00e9dico, \u00e9 for\u00e7oso reconhecer sua aplicabilidade. <\/strong>Basta, nesse sentido, notar que a chance, em si, pode ser considerado um bem aut\u00f4nomo, cuja viola\u00e7\u00e3o pode dar lugar \u00e0 indeniza\u00e7\u00e3o de seu equivalente econ\u00f4mico, a exemplo do que se defende no direito americano. Prescinde-se, assim, da dif\u00edcil sustenta\u00e7\u00e3o da teoria da causalidade proporcional.<br>(STJ &#8211; REsp: 1254141 PR 2011\/0078939-4, Relator: Ministra NANCY ANDRIGHI, Data de Julgamento: 04\/12\/2012, T3 &#8211; TERCEIRA TURMA, Data de Publica\u00e7\u00e3o: DJe 20\/02\/13 RDDP vol. 122 p. 161 RSTJ vol. 229 p. 320).<\/p><cite>leia mais<\/cite><\/blockquote><\/figure>\n\n\n\n<p>Essa decis\u00e3o sublinha a viabilidade de uma indeniza\u00e7\u00e3o proporcional quando a conduta m\u00e9dica priva o paciente de uma chance concreta e relevante de alcan\u00e7ar um resultado mais favor\u00e1vel.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Conclus\u00e3o:<\/h2>\n\n\n\n<p>O erro de diagn\u00f3stico, embora n\u00e3o intencional na maioria dos casos, pode gerar consequ\u00eancias devastadoras para os pacientes, que se veem privados de um tratamento adequado ou submetidos a procedimentos desnecess\u00e1rios e arriscados.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Para esses pacientes, o <a href=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/o-que-e-sistema-juridico\/\" data-wpil-monitor-id=\"94\">sistema jur\u00eddico<\/a> brasileiro oferece a possibilidade de buscar repara\u00e7\u00e3o pelos danos sofridos, desde que provada a culpa do profissional da sa\u00fade.<\/p>\n\n\n\n<p>Por outro lado, \u00e9 importante reconhecer que a medicina n\u00e3o \u00e9 uma ci\u00eancia exata. Os diagn\u00f3sticos dependem de m\u00faltiplos fatores, incluindo a disponibilidade de recursos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O sistema jur\u00eddico, ao aplicar a responsabilidade civil, deve sempre considerar o contexto em que o erro ocorreu, distinguindo entre uma falha humana compreens\u00edvel e neglig\u00eancia, imprud\u00eancia ou imper\u00edcia inaceit\u00e1veis.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A obriga\u00e7\u00e3o de meio, que rege a atua\u00e7\u00e3o m\u00e9dica, visa garantir que os m\u00e9dicos atuem com dilig\u00eancia, mas sem impor uma responsabilidade desproporcional em situa\u00e7\u00f5es em que as limita\u00e7\u00f5es do caso impedem o melhor exerc\u00edcio da medicina.<\/p>\n\n\n\n<p>A teoria da perda de uma chance vem complementar essa an\u00e1lise, permitindo a repara\u00e7\u00e3o em situa\u00e7\u00f5es nas <a href=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/erro-medico\/\" data-wpil-monitor-id=\"95\">quais o erro m\u00e9dico<\/a> retira do paciente uma oportunidade concreta de cura ou de um desfecho mais favor\u00e1vel.<\/p>\n\n\n\n<p>Por fim, o desafio que se imp\u00f5e ao Judici\u00e1rio \u00e9 equilibrar a prote\u00e7\u00e3o dos direitos dos pacientes com a necessidade de evitar uma sobrecarga de processos contra os profissionais e institui\u00e7\u00f5es de sa\u00fade, que poderiam desencorajar a pr\u00e1tica m\u00e9dica.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O caminho est\u00e1 em uma an\u00e1lise justa e ponderada de cada caso, promovendo a <a href=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/glossario-juridico\/principio-da-seguranca-juridica\/\" data-wpil-monitor-id=\"91\">seguran\u00e7a jur\u00eddica<\/a> e a confian\u00e7a m\u00fatua entre m\u00e9dicos e pacientes, elementos essenciais para um sistema de sa\u00fade eficaz e humanizado.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Mais conhecimento para voc\u00ea<\/h3>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><a href=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/legal-ops\/\">Transforme sua gest\u00e3o jur\u00eddica com o Legal Ops, veja como!<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/marco-legal-dos-games\/\">Marco Legal dos Games \u2013 Lei 14.852\/2024<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/agravo-de-instrumento\/\">O que precisa saber sobre agravo de instrumento [+Modelo]<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/prescricao-penal\/\">Prescri\u00e7\u00e3o penal: tipos, prazos e como calcular<\/a><\/li>\n\n\n\n<li>Tire suas d\u00favidas sobre&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/direito-do-trabalho\/\">direito do trabalho<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/acordo-de-leniencia\/\">Acordo de Leni\u00eancia<\/a>: conhe\u00e7a os principais aspectos<\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/direitos-sociais\/\">Direitos sociais<\/a>: qual o papel do advogado na sua garantia?<\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/nunciacao-de-obra-nova\/\" data-type=\"link\" data-id=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/nunciacao-de-obra-nova\/\">Nuncia\u00e7\u00e3o de obra nova: o que \u00e9 e como funciona?<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/alegacoes-finais\/\">Alega\u00e7\u00f5es finais no Novo CPC: Conceito e como fazer [+Modelo]<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/alistamento-eleitoral\/\">Alistamento eleitoral: tudo o que voc\u00ea precisa saber!<\/a><\/li>\n<\/ul>\n\n\n<style>\r\n  .news-post {\r\n    background: url('https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/wp-content\/themes\/aurum\/img\/bg-news-artigo.svg') no-repeat top center #3C48AA;\r\n    padding: 1.5rem;\r\n    border-radius: 6px;\r\n    margin: 1rem 0;\r\n  }\r\n  .news-post .icone {\r\n    display: none;\r\n  }\r\n  .news-post .title {\r\n    font-weight: 700;\r\n    font-size: 16px;\r\n    line-height: 130%;\r\n    text-align: center;\r\n    letter-spacing: -0.5px;\r\n    color: #fff;\r\n    margin-bottom: .9375rem;\r\n  }\r\n  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