{"id":30277,"date":"2024-08-13T08:00:00","date_gmt":"2024-08-13T11:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/?p=30277"},"modified":"2024-08-22T11:40:07","modified_gmt":"2024-08-22T14:40:07","slug":"coisa-julgada","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/coisa-julgada\/","title":{"rendered":"Coisa Julgada: Guia pr\u00e1tico para advogados e advogadas"},"content":{"rendered":"<div id=\"bsf_rt_marker\"><\/div>\n<pre class=\"wp-block-preformatted\">A <strong>coisa julgada <\/strong>\u00e9 a autoridade que torna indiscut\u00edvel a decis\u00e3o de m\u00e9rito que n\u00e3o cabe mais recurso, havendo a preclus\u00e3o total.&nbsp;<\/pre>\n\n\n\n<p>Coisa julgada \u00e9 uma autoridade liberada por meio da senten\u00e7a que se torna definitiva e terminativa, n\u00e3o cabendo mais qualquer dos recursos cab\u00edveis.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Com a coisa julgada o juiz n\u00e3o pode mais voltar a julgar, as partes n\u00e3o podem litigar, nem o legislador legislar diferentemente a rela\u00e7\u00e3o jur\u00eddica havida. Continue lendo para entender melhor sobre o assunto.&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que \u00e9 coisa julgada?<\/h2>\n\n\n\n<p>\u00c9 a <strong>autoridade que torna a imut\u00e1vel e indiscut\u00edvel a senten\u00e7a de m\u00e9rito <\/strong>que n\u00e3o mais se sujeita a recurso.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Em palavras simples a coisa julgada \u00e9 o t\u00e9rmino do processo com a decis\u00e3o terminativa proferida e que n\u00e3o cabe mais recurso por qualquer das partes, n\u00e3o podendo o juiz decidir de forma diversa.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A coisa julgada impede que seja novamente decidido sobre a mesma quest\u00e3o e as mesmas partes, sendo poss\u00edvel apenas se houver a rescis\u00e3o do julgado, ou seja, em outro processo que reconhe\u00e7a alguma das situa\u00e7\u00f5es poss\u00edveis para anular a senten\u00e7a que alcan\u00e7ou a imutabilidade pela coisa julgada.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"1200\" height=\"1200\" src=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/o-que-e-coisa-julgada-.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-30279\" srcset=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/o-que-e-coisa-julgada-.jpg 1200w, https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/o-que-e-coisa-julgada--300x300.jpg 300w, https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/o-que-e-coisa-julgada--150x150.jpg 150w, https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/o-que-e-coisa-julgada--768x768.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 1200px) 100vw, 1200px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Entenda o conceito de coisa julgada.<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como a coisa julgada funciona?&nbsp;<\/h2>\n\n\n\n<p>As partes que pretendem propor uma <a href=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/glossario-juridico\/acao\/#:~:text=Conclus%C3%A3o,os%20riscos%20e%20consequ%C3%AAncias%20poss%C3%ADveis.\">a\u00e7\u00e3o judicial<\/a> contra outra, seja pessoa f\u00edsica ou jur\u00eddica, devem considerar possuir provas suficientes capazes de comprovar o direito dos preju\u00edzos sofridos, evitando assim que o processo seja julgado improcedente.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Quem \u00e9 atingido pela coisa julgada?&nbsp;<\/h2>\n\n\n\n<p>A coisa julgada vincula<strong> somente as partes no processo<\/strong>, n\u00e3o podendo prejudicar terreiros que eventualmente possu\u00edam interesse n\u00e3o foi notificado para se manifestar. Em outras palavras, a coisa julgada somente atinge aquele que os direitos e as obriga\u00e7\u00f5es podem atingir.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>As partes que aju\u00edzam a\u00e7\u00e3o judicial (autor) contra outro (r\u00e9u) ter\u00e3o a coisa julgada somente nos limites do processo, mas \u00e9 poss\u00edvel que a coisa julgada alcance o <strong>c\u00f4njuge, ascendente, descendente e irm\u00e3o.&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Quais s\u00e3o os prazos para a coisa julgada?<\/h2>\n\n\n\n<p>Os prazos para opera\u00e7\u00e3o da coisa julgada v\u00e3o depender da seara do direito que tramita o processo, os <a href=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/calculadora-de-prazos-processuais\/\">prazos<\/a> comuns s\u00e3o de <strong>15 dias<\/strong>, para o Processo Civil, j\u00e1 no \u00e2mbito dos Juizados Especiais C\u00edveis, os prazos s\u00e3o de <strong>10 dias.&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>No \u00e2mbito do <a href=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/direito-do-trabalho\/\">direito do trabalho<\/a>, por exemplo, o prazo comum \u00e9 de <strong>8 dias<\/strong>, e pode ser menor de acordo com a decis\u00e3o proferida e com o recurso cab\u00edvel, sendo que a coisa julgada sempre ocorre quando n\u00e3o houver cabimento de recurso ou quando n\u00e3o for realizado no prazo legal.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Quais s\u00e3o os elementos essenciais da coisa julgada?<\/h2>\n\n\n\n<p>A coisa julgada para ser corretamente formada deve estar presente os seus elementos, e quais s\u00e3o eles:&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Decis\u00e3o judicial:<\/strong> A coisa julgada exige que a decis\u00e3o proferida seja emitida por um \u00f3rg\u00e3o do poder jurisdicional, juiz, desembargador ou ministro.&nbsp;<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>M\u00e9rito da causa: <\/strong>O m\u00e9rito da causa, ou seja, a quest\u00e3o principal do processo \u00e9 um elemento para a coisa julgada, a qual somente pode ocorrer se houver por parte do poder judicial solu\u00e7\u00e3o da quest\u00e3o submetida.&nbsp;<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Imutabilidade: <\/strong>A decis\u00e3o judicial n\u00e3o pode ser modificada pelo juiz que proferiu ou por outro, exceto em casos previstos em lei, como exemplo, por meio da a\u00e7\u00e3o rescis\u00f3ria.&nbsp;<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Indiscutibilidade: <\/strong>As partes n\u00e3o podem mais rediscutir a decis\u00e3o judicial a qual se torna definitiva e terminativa.&nbsp;<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Quais s\u00e3o os tipos de coisa julgada?&nbsp;<\/h2>\n\n\n\n<p>No direito brasileiro a coisa julgada n\u00e3o pode prejudicar a terceiro, deve ser proferida em conson\u00e2ncia com os princ\u00edpios que regem a coisa julgada, dentre eles \u00e9 poss\u00edvel citar; o<em> <\/em>princ\u00edpio da imutabilidade, da autoridade da decis\u00e3o, do efeito <a href=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/direito-das-obrigacoes\/\"><em>erga omnes<\/em><\/a>, da <a href=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/preclusao\/\">preclus\u00e3o<\/a>, e outros.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso \u00e9 importante mencionar que a coisa julgada se subdivide em coisa julgada material e formal:&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Coisa Julgada Material<\/h3>\n\n\n\n<p>Refere-se \u00e0&nbsp;resolu\u00e7\u00e3o do m\u00e9rito&nbsp;do processo. A mat\u00e9ria que foi objeto dessa a\u00e7\u00e3o n\u00e3o pode mais ser discutida pelas partes em novo processo, n\u00e3o pode o mesmo ou outro juiz decidir novamente, sobre quest\u00e3o j\u00e1 decidida.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Coisa Julgada Formal<\/h3>\n\n\n\n<p>Ocorre quando a decis\u00e3o dentro do processo n\u00e3o pode mais ser submetida a recurso, havendo a preclus\u00e3o, sendo vedada ser reanalisada no mesmo processo, caso o processo seja extinto sem resolver o m\u00e9rito, ou seja, sem que aplicada uma solu\u00e7\u00e3o jur\u00eddica a quest\u00e3o submetida ao poder judicial, \u00e9 poss\u00edvel o in\u00edcio de um novo processo, sob as mesmas partes e a mesma quest\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como os advogados podem atuar em casos envolvendo coisa julgada?<\/h2>\n\n\n\n<p>A coisa julgada n\u00e3o impede a an\u00e1lise de quest\u00f5es em mat\u00e9ria de <a href=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/direito-das-sucessoes\/\">direito de trato sucessivo<\/a>, como nos casos de <a href=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/glossario-juridico\/direito-de-familia-2\/#:~:text=Em%20resumo%2C%20o%20Direito%20de,a%20harmonia%20no%20%C3%A2mbito%20dom%C3%A9stico.\">direito de fam\u00edlia<\/a>, <a href=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/direito-previdenciario\/\">direito previdenci\u00e1rio<\/a>, sendo poss\u00edvel rediscutir a quest\u00e3o principal.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Em caso que se operou a coisa julgada propriamente dita, a atua\u00e7\u00e3o dos advogados fica mais restrita ao<strong> uso da <\/strong><a href=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/acao-rescisoria\/\"><strong>a\u00e7\u00e3o rescis\u00f3ria<\/strong><\/a> nos casos que \u00e9 poss\u00edvel a sua propositura, ou quando houver erro ou v\u00edcio que resulte na decis\u00e3o judicial viciada.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Importante mencionar que a decis\u00e3o judicial proferida com base em prova il\u00edcita, em fato inexistente ou que de qualquer outra forma incluiu no convencimento do julgador para decidir contra a justi\u00e7a, a lei e os princ\u00edpios, \u00e9 poss\u00edvel reabrir o processo a partir do ponto que o v\u00edcio ocorreu.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Conclus\u00e3o<\/h2>\n\n\n\n<p>A coisa julgada \u00e9 autoridade emanada de decis\u00e3o judicial que n\u00e3o mais cabe recurso e que faz lei entre as partes e n\u00e3o prejudica a terceiros.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A coisa julgada ocorre quando, em raz\u00e3o dos prazos legais, pode ser formal e material, a atua\u00e7\u00e3o dos advogados fica limitada \u00e0s possibilidades da a\u00e7\u00e3o rescis\u00f3ria ou quando houver v\u00edcio que comprometa a integridade da decis\u00e3o proferida.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Perguntas e respostas frequentes<\/h2>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">O que \u00e9 coisa julgada?<\/h3>\n\n\n\n<p>Coisa julgada \u00e9 a qualidade que torna uma decis\u00e3o judicial definitiva e imut\u00e1vel ap\u00f3s esgotados todos os recursos poss\u00edveis.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Qual a import\u00e2ncia da coisa julgada no direito?&nbsp;<\/h3>\n\n\n\n<p>Para advogados e advogadas, entender a coisa julgada \u00e9 crucial, pois determina o fim de uma disputa legal e a estabiliza\u00e7\u00e3o das rela\u00e7\u00f5es jur\u00eddicas, garantindo que decis\u00f5es n\u00e3o possam ser contestadas ou alteradas, assegurando <a href=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/seguranca-juridica\/\">seguran\u00e7a jur\u00eddica<\/a> aos clientes.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Como diferenciar coisa julgada material de coisa julgada formal?&nbsp;<\/h3>\n\n\n\n<p>A coisa julgada formal diz respeito \u00e0 conclus\u00e3o do processo no \u00e2mbito em que foi instaurado, impedindo a reabertura da mesma quest\u00e3o nesse contexto.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 a coisa julgada material estende essa imutabilidade para fora dos limites do processo, prevenindo que a quest\u00e3o decidida seja discutida em qualquer outro processo.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Quais s\u00e3o as condi\u00e7\u00f5es para que uma decis\u00e3o judicial alcance o status de coisa julgada?&nbsp;<\/h3>\n\n\n\n<p>Uma decis\u00e3o judicial alcan\u00e7a o status de coisa julgada quando n\u00e3o h\u00e1 mais possibilidade de recurso, seja pelo esgotamento de todos os recursos cab\u00edveis ou pelo decurso do prazo sem que tais recursos sejam interpostos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Para advogados e advogadas, \u00e9 fundamental monitorar esses prazos e entender profundamente os recursos dispon\u00edveis, a fim de proteger os interesses de seus clientes at\u00e9 que a decis\u00e3o se torne definitiva.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Mais conhecimento para voc\u00ea<\/h2>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><a href=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/cessao-de-direitos-hereditarios\/\"><a href=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/manutencao-de-posse\/\" data-type=\"link\" data-id=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/manutencao-de-posse\/\">Manuten\u00e7\u00e3o de posse: o que \u00e9 e como funciona<\/a><\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/responsabilidade-objetiva-do-cdc\/\">Entenda como funciona a responsabilidade objetiva no CDC<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/legal-ops\/\">Transforme sua gest\u00e3o jur\u00eddica com o Legal Ops<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/nexo-causal\/\">Nexo causal e sua aplica\u00e7\u00e3o em caso de acidente de trabalho<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/guarda-compartilhada-de-animais\/\">Guarda compartilhada de animais existe?<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/ilegitimidade-passiva\/\">Direito Processual Civil Ilegitimidade passiva: quando alegar<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/departamento-juridico\/\">Departamento jur\u00eddico: o que faz e sua import\u00e2ncia para empresas<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/unioes-estaveis-simultaneas\/\">Uni\u00f5es Est\u00e1veis Simult\u00e2neas: o que diz a jurisprud\u00eancia brasileira?<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/isencao-pcd\/\">Guia de Isen\u00e7\u00e3o PcD: Direitos, processos e d\u00favidas<\/a>&nbsp;<\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/direito-de-regresso\/\">Entenda o que \u00e9 direito de regresso e o que diz a Lei<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/www.aurum.com.br\/blog\/sigilo-medico\/\">Entenda o que \u00e9 sigilo m\u00e9dico e quais as principais normas<\/a><\/li>\n<\/ul>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A coisa julgada \u00e9 a autoridade que torna indiscut\u00edvel a decis\u00e3o de 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