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Como usar as redes sociais para se tornar uma referência na advocacia

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“Quer mais clientes? Vire uma referência na advocacia!” Atire a primeira pedra quem nunca ouviu essa frase. O que há poucos anos era um “segredo” de poucos, hoje tornou-se quase um chavão dos advogados empreendedores. Mas como fazê-lo, então?

Considerando a facilidade de entrada e o grande potencial de alcance, a escolha de muitos advogados é aumentar sua presença em redes sociais. Nesse ponto, eles estão certos. As redes sociais têm um enorme potencial para atingir eventuais clientes e transformar os profissionais em referência na advocacia, se forem bem utilizadas.

Por isso, é essencial entender como atuar bem nas redes sociais para aproveitar ao máximo seu potencial. Vamos falar sobre isso no post de hoje.

Seja referência na advocacia com as redes sociais

1. Em quais redes devo estar?

Há inúmeras redes sociais ao nosso dispor. Assim, a primeira dúvida que surge é saber em quais delas o profissional que quer ser referência na advocacia deve estar. A resposta, como não poderia deixar de ser, é… DEPENDE!

Na verdade, essa pergunta tem que ser: qual cliente eu preciso atingir?

Não é possível atingir todos. Na verdade, quanto mais genérica for a comunicação, menos pessoas serão atingidas. É necessário, então, determinar qual público é mais importante atingir, pensando em detalhes, como sua idade, classe social, necessidades, etc. Quanto mais específico, melhor.

Com essas informações, é possível descobrir quais são as redes preferidas dos nossos clientes em potencial e criar ou ampliar a sua presença nelas.

2. Entenda o funcionamento de cada rede

Cada rede tem sua forma de comunicação. A maneira que você se comunica no Instagram é diferente do Twitter, que por sua vez é diferente do LinkedIn, que também é diferente do Facebook.

É essencial entender a linguagem de cada rede social. Uma comunicação errada pode reduzir sua capacidade de se tornar referência na advocacia para os clientes daquele ambiente.

Estude as redes para entender sua linguagem e faça testes para saber o que funciona melhor em cada caso.

3. Foque em produzir um bom conteúdo

A regra principal para redes sociais é trabalhar conteúdo de alta qualidade, de preferência exclusivo. Muitas vezes os profissionais focam em táticas paralelas, como palavras chaves, melhores horários de postagem, otimização de busca, mas não dão a devida atenção ao conteúdo.

Produzir um conteúdo bom e adaptado à linguagem do seu cliente é muito mais importante que qualquer outra tática. Outros recursos podem sim aumentar o seu alcance, mas não adianta nada promover um conteúdo que não reflete o seu melhor trabalho. Sem isso, você não se tornará referência na advocacia, e ainda pode acabar afastando seus clientes.

Evite também compartilhar muito conteúdo de terceiros. Ao fazê-lo, você acaba indiretamente indicando o terceiro, tornando o trabalho dele uma referência na advocacia, ao invés do seu. Se o seu perfil só compartilha conteúdo de outras pessoas, dificilmente trará credibilidade ao seu nome.

Assim, foque em produzir conteúdo original e deixá-lo o melhor possível, sempre atualizando-o e adaptando-o ao feedback dos seus clientes. Mas atenção: a menos que seu foco seja atingir outros advogados, cuidado com o “juridiquês”. Sempre que possível, traduza os termos e expressões jurídicas para melhorar a compreensão de quem lê.

4. Resultados importam mais que números

Existe um pecado capital nas redes sociais: importar-se mais com números de curtidas e seguidores do que com a conversão dessas métricas em clientes.

Curtidas e seguidores representam o que chamamos de métrica de vaidade: ajudam apenas no ego, mas não te tornam referência na advocacia nem convertem clientes se não forem bem trabalhados.

Quantos advogados e escritórios vemos por aí com inúmeros seguidores, mas que não trazem clientes? Ou com inúmeras curtidas e comentários não relacionados ao seu trabalho?

Posts com humor, por exemplo, costumam ter muito mais interações que posts sérios, mas raramente geram conversão e fidelização de clientes. Posts mais informativos costumam gerar menos curtidas e comentários, mas tem maior chances de fazer com que um cliente em potencial envie uma mensagem buscando mais informações.

Por isso, foque no resultado e na informação dos seus clientes em potencial, ao invés de se importar apenas com curtidas, comentários e seguidores.

Conclusão

Como vimos, para se tornar referência na advocacia, não basta estar nas redes sociais: é necessário fazer um trabalho sério, com muita pesquisa, e com foco em produzir um conteúdo de alta qualidade, que seja realmente informativo.

Lembre-se sempre de atentar ao Código de Ética, tomando cuidado para não mercantilizar os seus posts ou divulgar conteúdo que possa ser entendido como captação indevida.

O foco deve ser tornar-se autoridade na advocacia, gerando conteúdo que faça clientes em potencial reconhecerem o seu conhecimento e habilidade profissional. É perfeitamente possível fazê-lo dentro da ética profissional e dos parâmetros determinados pela OAB.

Por isso, não demore: comece já a produzir conteúdo relevante para os seus clientes!

E você, já está usando as redes sociais para se tornar uma referência na advocacia? Compartilhe a sua experiência nos comentários! 🙂

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