gestão de equipe na advocacia

Boas práticas de gestão de equipe na advocacia para aumentar a produtividade

Comentar
Recomendar

Uma boa gestão de equipe na advocacia tem grandes chances de impactar positivamente o escritório. Com as ferramentas e metodologias certas, a gestão de equipe pode inspirar e engajar os colaboradores, garantindo produtividade e bons resultados.

Atualmente, com a crise gerada pela pandemia do COVID-19, a competitividade do mercado se agravou ainda mais, afetando diretamente escritórios e as consultorias, que já vinham achatando seus honorários ano após ano.

Contudo, toda crise gera oportunidades. Mais do que nunca é preciso aproveitar a oportunidade de repensar e reestruturar as formas de gestão na advocacia, de modo que viabilize maior produtividade e rentabilidade. 

E vamos tratar, neste artigo, justamente sobre a possibilidade de aumentar a produtividade do seu escritório em até 20%, adotando boas práticas de gestão de equipe na advocacia. Não se trata de qualquer fórmula mágica ou sensacionalista. Trata-se de uma simples mudança de mentalidade aliada a um trabalho estruturado e planejado em seu escritório.

Adotando os princípios que abordaremos a seguir, juntamente com o aumento da produtividade será possível também gerar um aumento da lucratividade e maior satisfação dos clientes, e, se bem aplicados, até mesmo maior capacidade de inovação no mercado jurídico.

Por isso, leia até o final e aproveite para deixar as suas dúvidas nos comentários e compartilhar conosco como o seu escritório tem trabalhado para melhorar a produtividade de sua equipe. 🙂

A importância da gestão de equipe na advocacia 

Escritórios de advogados podem variar em tamanho, mas possuem estruturas similares.

Alguns estão em um nível de maturidade organizacional mais desenvolvido. Possuem gestão altamente profissionalizada, composta por conselhos de administração e, até mesmo, um CEO (Chief Executive Officer) e outros executivos. 

Outros seguem o modelo tradicional em que as responsabilidades de gerenciamento e desenvolvimento são distribuídas entre seus sócios, que dividem o seu tempo entre trabalhos jurídicos e questões administrativas.

Embora este último modelo seja padrão e aplicado em larga escala na advocacia, não representa o modelo ideal, pois a falta de técnica na administração e no direcionamento de cada área gera, muitas vezes, ineficiência na gestão.

A lógica é muito simples. Se você tiver um problema no coração, com certeza não irá a um ortopedista.  É uma questão de especialidade e maior conhecimento nas áreas respectivas. Por que, então, o gerenciamento em boa parte dos escritórios é feito desta forma? 

Por exemplo, o sócio da área trabalhista pode ser excelente em sua área de atuação, mas não necessariamente possui aptidões técnicas como gestor de pessoas. Um sócio tributarista pode ser tecnicamente impecável em Direito Tributário, com vasta formação, experiência e currículo. No entanto, não significa que será um ótimo administrador..

Mas é comum vermos a gestão de equipe na advocacia ser delegada a pessoas que ainda não desenvolveram as devidas competências para conduzirem o tema. E isso acomete a produtividade das equipes.

Em regra, os advogados são responsáveis por desenvolver o conteúdo intelectual, peças jurídicas, argumentações e estratégias a serem adotadas em cada caso, seja ele consultivo ou litigioso. Ou seja, a equipe jurídica deve trabalhar para entregar a melhor solução para os clientes.

Em paralelo, as áreas suporte (financeiro, RH, TI) trabalham para que todos os processos administrativos sejam executados de forma satisfatória, também visando, no fim, ao bom atendimento dos clientes e ao adequado funcionamento do dia a dia do escritório.

Repare, então, como todas essas equipes são fundamentais para o que chamamos de advocacia e como o capital humano que compõem essas equipes é o recurso mais valioso de um escritório. Por isso, não há dúvidas de que elas devem ser o seu ponto de atenção principal. E aí que entra a gestão de equipe na advocacia.

Employee Experience: uma abordagem inovadora na gestão de equipes na advocacia

Pesquisas indicam que, em geral, os clientes não estão muito satisfeitos com os escritórios de advogados que lhes prestam serviços e que eles não trocam de escritório pela simples razão de não enxergarem melhores oportunidades. Ou seja, o mercado está nivelado por baixo.

É uma informação preocupante, mas indica também uma grande oportunidade.

Sim. É uma grande oportunidade porque com uma mudança de mindset (mentalidade) você poderá fazer com que o seu escritório se diferencie neste mercado. E essa mudança deve começar justamente pela gestão de equipe, seu recurso mais valioso na advocacia.

As empresas altamente diferenciadas que se destacam em seus mercados adotam, hoje, um conceito chamado “Employee Experience” (Experiência do Empregado/Colaborador). Resumidamente, elas prezam para que seus profissionais tenham uma excelente experiência desde o momento da atração e seleção até o término do seu contrato de trabalho.

Essa abordagem inovadora tem gerado resultados incríveis para as empresas em comparação com as que não a adotam. Estudos indicam que essas empresas:

  • São até 4x mais lucrativas, segundo o livro Exployee Experience Advantage de Morgan J.;
  • Na mesma obra, o autor também afirma que essas empresas possuem índice de satisfação de clientes até 2x maior;
  • E, por último, aparecem 2,1x mais na lista de empresas inovadoras.
  • Em Employee Experience Reimagined de 2017 da Accenture, essas empresas performam até 122% a mais;
  • Reduzem em até 87% as chances de perder bons profissionais (3), conforme a pesquisa Global Human Capital Trends 2017 da Deloitte;
  • Segundo o The Financial Impact of a Positive Employee Experience de 2018 da IBM, essas empresas conseguem um ROA (Retorno sobre Ativo) até 3x maior que as demais organizações; e
  • Também conseguem uma margem operacional até 2x maior que as demais organizações.

Dados incríveis, não? Imagino que em sua mente venham os seguintes pensamentos:

“Ok. Somos um escritório de advogados, não uma empresa comum” ou “Isso não funcionaria no mercado jurídico”. A nossa resposta para essas objeções: pessoas são pessoas. 

Médicos, enfermeiros, advogados, contabilistas, engenheiros, professores ou, ainda, trabalhadores das operações fabris: são pessoas. Todos, ao final, cada um da sua forma, buscam a mesma coisa: reconhecimento, condições dignas de sobrevivência, status social e, mesmo que alguns não saibam, precisam ter um propósito claro de vida.

Você busca isso e seus liderados também.

Por isso, sim, os conceitos valem e são aplicáveis a quaisquer segmentos, inclusive, ao seu escritório de advocacia. Vamos conhecer as melhores práticas em gestão de equipe segundo o Employee Experience. Para que sua equipe tenham uma produtividade duradoura, saudável e acima da média, alguns pontos devem ser observados e tratados. 🙂

Software Juridico Astrea
Use o melhor software jurídico do mercado no seu escritório gratuitamente conhecer o plano light

Tenha uma preocupação real e sincera com o bem-estar de suas equipes

O ser humano capta com facilidade a falta de sinceridade, por isso, não adianta apenas ter um discurso voltado para o bem-estar das equipes. Este pensamento deve ser sincero.

Muitos escritórios costumam diferenciar os profissionais das áreas jurídicas dos profissionais das áreas administrativas. Erroneamente entendem que as funções “administrativas” são secundárias e que o mais importante é o staff jurídico.

Gravíssimo engano. Cada função em um escritório tem o seu valor e sua importância. Como já mencionamos acima, são todas fundamentais para o sistema da advocacia. Se assim não fosse, simplesmente não existiriam. 

Não havendo quem faça o primeiro atendimento com qualidade, quem fature com precisão, ou quem mantenha a estrutura funcionando impecavelmente, não há peça jurídica ou conhecimento jurídico que possa manter um escritório funcionando.

Por isso, a primeira coisa que se deve fazer é quebrar esse paradigma e tratar a todos os profissionais com a mesma importância que de fato têm. E lembre-se: esse pensamento deve ser sincero e essa mentalidade incorporada na cultura do seu escritório.

Desenvolva ações de melhoria contínua

As ações de melhoria contínua devem ter como base três grandes pilares: cultura corporativa, ambiente de trabalho e ambiente tecnológico. Vamos falar sobre cada uma delas a seguir! 🙂

Cultura corporativa

Estudos indicam que a cultura corporativa corresponde a cerca de 40% do bom ambiente de trabalho segundo a obra de Morgan J., e deve ser trabalhada e desenvolvida com atenção.

Abaixo, listamos os 10 principais itens que devem ser objetos de desenvolvimento na cultura do seu escritório:

1. O escritório deve ter boa reputação

Parece óbvio, mas escritórios com boa reputação têm capacidade de atrair os melhores talentos e ainda economizam nessas contratações. Afinal, trabalhar em uma banca com boa reputação é o sonho da maioria dos advogados. 

E você sabia que, hoje, os advogados buscam boas referências em sites e plataformas de avaliações de escritórios antes de atenderem a um chamado para entrevista?

2. O escritório deve ter políticas claras e critérios objetivos

Reconhecimento não implica necessariamente em aumento salarial ou pagamento de bônus. É claro que são itens importantes, mas o que conta mesmo são os pequenos atos de reconhecimento e valorização que o escritório pode dar aos seus profissionais por meio dos seus líderes. 

Essas ações devem se pautar em critérios objetivos e claramente definidos pelo escritório, de modo que transpareça ética e equidade.

3. Tenha um propósito institucional claro e difundido entre os profissionais

Hoje não há como falar de qualquer negócio ou atividade sem senso de propósito. As maiores vozes do mundo corporativo são unânimes em uma questão: cada vez mais as empresas e organizações precisam buscar, definir, comunicar o seu propósito institucional para seus profissionais e para a sociedade. 

O propósito do escritório demonstra a razão de sua existência. A pergunta a que se busca responder é: por que seu escritório faz o que faz?

Resolva esta questão e alinhe com os seus profissionais, de forma clara, objetiva e constante, para que todos estejam na mesma página e possam ver sentido no trabalho que realizam diariamente. A principal base para motivação e engajamento é o senso de propósito no trabalho.

4. Desenvolva em seus profissionais o sentimento de que eles fazem parte de um time

Engajar os profissionais e conseguir alinhar o propósito do escritório com os propósitos individuais realmente é um desafio, mas é possível.

Esse alinhamento trará o sentimento de unidade e pertencimento. Todos trabalharão para atingir os objetivos com o desejo de chegarem ao mesmo destino. Dessa forma, a motivação, o comprometimento e a entrega estarão em alta e, como consequência, a performance e as entregas serão naturalmente extraordinárias.

5. Faça os profissionais sentirem orgulho de trabalhar no seu escritório

Profissionais engajados, felizes, orgulhosos fazem boa propaganda do escritório, tanto para conseguir novos clientes como para atrair bons profissionais. É aquele famoso orgulho de pertencer.

Imagine que cada profissional de seu escritório é um potencial vendedor de seus serviços e fonte de marketing natural perante terceiros. Quanto mais orgulhosos eles sentirem em pertencer ao seu escritório e felizes profissionalmente, mais falarão dele. E, assim, novos contratos podem surgir e bons profissionais competirão para trabalhar nele.

Veja como engajar a equipe de advogados nas metas do escritório.

6. Respeite e estimule a diversidade e a inclusão

Uma das formas mais eficazes de mudar o mindset de um escritório é, sem dúvida, abraçando a diversidade e a inclusão.

Mais do que uma causa ou um discurso “modinha”, escritórios que realmente estimulam a diversidade conseguem ser mais criativos, inovativos e desenvolvem melhores soluções para os seus clientes.

7. Forneça ferramentas para que seus profissionais possam evoluir e desenvolver-se

Profissionais buscam desenvolvimento constante. Uma das causas mais comuns de desmotivação dos profissionais reside, justamente, na falta de perspectiva e de desenvolvimento profissional.

Promova constantemente, de forma profissional, planejada e sistêmica, o desenvolvimento das suas equipes, fornecendo-lhes ferramentas e investimentos necessários para que isso seja garantido.

8. Dê tratamento justo

Infelizmente, é normal ouvirmos relatos de tratamento desigual nos escritórios. Ao menos é comum esse sentimento entre os profissionais.

Esse tipo de sentimento mina a confiança dos profissionais, causa insatisfação e derruba o clima organizacional.

A consequência natural disso é que inconscientemente (ou conscientemente) os profissionais passam a trabalhar como seres independentes e deixam de lado o espírito de equipe. Ilhas vão se formando dentro dos escritórios e a produtividade cai. Pense que tudo isso reflete diretamente nas entregas para os seus clientes.

9. Preocupe-se genuinamente com a saúde e bem-estar dos profissionais

Como já falamos neste artigo, a preocupação com os profissionais deve ser sincera e qualquer sensação de manipulação será percebida e surtirá efeitos negativos sobre os profissionais, tornando perdidos, muitas vezes, outros esforços feitos pela gestão em prol dos profissionais. 

Ter profissionais saudáveis é essencial para a produtividade. Oferecer condições, ambiente e ferramentas que assegurem o bem-estar deles não é entregar um valor adicional. Isso é o mínimo necessário para cuidar do seu capital humano.

10. Tenha líderes mentores

A liderança é peça-chave de todo esse processo.

O advogado líder não deve ser apenas um bom técnico ou excelente executor. Pelo contrário, deve executar menos e se preocupar em desenvolver e mentorar seus liderados. Deve ter claro na cabeça os pontos citados neste artigo e aplicá-los diariamente.

Advogado líder é aquele que representa o elo entre os sócios e a equipe, trazendo uma comunicação clara e transparente. É, também, o guardião do propósito do escritório e quem garante que toda a equipe siga no mesmo rumo e direção. 

A liderança na advocacia existe para conduzir a equipe para atingir os objetivos que já foram comunicados de forma clara, mostrando o porquê deles e o que cada um conseguirá ao contribuir para a atingimento da meta.

Zelar pela correta delegação das tarefas para que ninguém fique sobrecarregado e distribui-las de acordo com cada perfil e competência também é papel fundamental dos advogados que lideram equipes.

Apenas com advogados com habilidades de liderança será possível assegurar um bom clima organizacional do seu escritório e isso, sem dúvida, refletirá implicações positivas diretas sobre a produtividade e qualidade das entregas.

Ambiente de trabalho

Outro pilar de uma boa gestão de equipe na advocacia gira em torno do ambiente físico de trabalho. 

Aqui não se trata apenas de pintar uma parede com uma cor radiante ou colocar um console de videogame em uma sala que nunca será utilizada, ou, também, disponibilizar livros e revistas em uma copa ornada de plantas. O conceito vai muito além disso. 

O ambiente físico de trabalho deve respeitar os diferentes tipos de personalidade. Por isso, o ideal é que se forneça ambientes com conceitos variados no mesmo local de trabalho, como espaços abertos, espaços fechados, leiautes diferenciados e até mesmo customizados.

Um outro ponto importante e relevante: os espaços devem refletir coerentemente os valores preconizados pelo escritório. Por exemplo, não faz muito sentido um escritório afirmar que valoriza tratamento igualitário e justo quando, na prática, faz segregação por área, função ou tarefa.

O ambiente físico é tão importante na boa experiência dos profissionais que corresponde a 30% no impacto positivo ou negativo de suas percepções. Repare que índice relevante!

Ambiente tecnológico

Por fim, o terceiro pilar é o ambiente tecnológico.

Também com impacto de 30% na percepção dos profissionais o ambiente tecnológico deve ser absolutamente adequado às necessidades das equipes.

Algumas vezes, utilizamos ferramentas complexas, de difícil manuseio, que acabam sendo abandonadas. Outras vezes, utilizamos ferramentas tecnológicas subdimensionadas que não atendem satisfatoriamente às necessidades dos usuários.

Tanto no primeiro como no segundo caso os usuários acabam utilizando controles paralelos e manuais, ou seja, desembocando no famoso “cada um faz do seu jeito”, “cada área tem o seu controle”. 

Esse tipo de problema, além de diminuir a produtividade, dificulta a gestão do conhecimento e a padronização de procedimentos. Em casos graves, pode até mesmo gerar complicações, como perda de informações de clientes e de prazos processuais.

Nesse sentido, a Aurum fornece uma ferramenta bem completa, o Astrea, com versões que podem ajudar os advogados de todos os perfis e portes, com custo bem acessível. Vale muito a pena dar uma olhada. 

Software Juridico Astrea
Otimize as atividades do seu escritório de advocacia sem comprometer o orçamento conhecer o plano light

Na era tech-driven (significa baseado em internet) em que vivemos, fazer uma boa gestão de equipe na advocacia por meio de tecnologias inteligentes faz toda a diferença na produtividade, rentabilidade e competitividade no mercado jurídico.

As decisões devem ser tomadas com base em dados objetivos

Dando continuidade às melhores práticas de gestão de equipe na advocacia, é muito importante entendermos que as decisões sobre a gestão de pessoas não devem ser subjetivas e intuitivas. Ou seja, não podem ser tomadas com base em suposições.

Hoje, as decisões acertadas são tomadas com base no People Analytics, ou seja, dados relevantes são coletados, tratados, transformados em informação objetiva e útil. Não se esqueça que vivemos a era orientada a dados (data-driven).

Tais informações sustentam argumentos objetivos e estruturados para direcionar ações estratégicas diversas, como promoções, programas de desenvolvimentos ou, até mesmo, demissões.

No seu escritório, como ocorre a tomada de decisão sobre as pessoas? São baseadas em informações objetivas e fidedignas ou apenas em hipóteses e subjetividades?

Não pode faltar comunicação constante com os profissionais

Seu escritório ainda é aquele que pratica a avaliação anual ou semestral para o cálculo do bônus? Infelizmente essa metodologia não resolve os principais problemas e, definitivamente, pode derrubar a produtividade da sua equipe.

A liderança da sua equipe deve estar em contato constante com seu time e solucionar os problemas praticamente de forma imediata. Vivemos uma época em que não há espaço para aguardarmos 1 ano ou 6 meses para feedbacks, mudanças ou tomada de decisões estratégicas. O mercado é ultra dinâmico.

Por meio da metodologia one-on-one, que consiste em pequenas reuniões individuais de feedbacks em curto espaço de tempo (semanais ou, no máximo, quinzenais), as questões vão sendo trazidas pelos liderados e tratadas pela liderança de forma rápida. Ajustes de rota e de comportamento são feitos com agilidade, não havendo espaço para grandes desvios de objetivos de difícil reparação.

Essa metodologia é uma ferramenta poderosíssima que ajuda a manter em alta a produtividade de seu time e o bom clima organizacional, porque simplesmente questões críticas ou de desconforto não se acumulam ao longo do tempo.

Confira como fazemos a gestão horizontal na Aurum.

Conclusão 

Ao ler esse artigo talvez você esteja pensando que apenas grandes escritórios poderiam aplicar esse modelo do Employee Experience e que os custos seriam elevadíssimos. Nada poderia estar mais longe da verdade.

Qualquer escritório pode e deve implantar os conceitos aqui definidos.

Se você revisitar com calma esse artigo, verá que a maioria das ações mencionadas requer apenas uma nova postura de mindset e não altos investimentos financeiros. Estamos tratando de mudança de conceito na gestão de equipe na advocacia, com possibilidade de resultados exponenciais, sob o ponto de vista humano, social e, claro, também financeiro.

Resumidamente, o segredo está em desenvolver uma mentalidade voltada para a boa experiência dos seus profissionais. Vamos sintetizar os principais pontos deste artigo?

  • Boas práticas de gestão de equipe podem elevar a produtividade do seu escritório em até 20%, aumentar em até 4x a sua lucratividade, melhorar significativamente a satisfação do seu cliente, entre outros grandes benefícios.
  • Para isso, basta focar em trabalhar e desenvolver os três grandes pilares de seu escritório: cultura organizacional, ambiente físico e ambiente tecnológico.
  • A peça fundamental para colocar o plano em ação de forma eficaz é a liderança. Essa habilidade deve ser desenvolvida pelos advogados gestores para que sejam guardiões do propósito e do clima organizacional do escritório.
  • As decisões devem ser tomadas com base em informações objetivas e fidedignas por meio da metodologia People Analytics. Deixe de lado a subjetividade e as suposições.
  • Processos de feedback devem ser rápidos por meio da metodologia one-on-one.
  • Todo e qualquer escritório pode e deve adotar as práticas e o mindset do Employee Experience.

Mais conhecimento para você

Se você gostou deste conteúdo e quer saber mais sobre direito e advocacia, é só seguir navegando pelo blog da Aurum! Nele, você encontra materiais sobre os seguintes assuntos:

Siga acompanhando os conteúdos aqui do blog! Assinando a newsletter da Aurum você recebe e-mails exclusivos as novidades sobre o universo do direito e tecnologia.

assine a aurum news e receba os melhores conteúdos para advogados

E você, tem alguma dúvida sobre gestão de equipe na advocacia? Compartilhe com a gente nos comentários abaixo e nos ajude a fazer um conteúdo ainda melhor! 😉

Organize sua advocacia sem ferir o orçamento

Crie sua conta até  31/07/2020  e garanta 1 ano grátis no plano Light do Astrea

Saiba mais
Comentar
Recomendar
Vamos continuar a conversa?

    Nenhum comentário
    Você está aqui