Tecnologia como fator estratégico para negócios jurídicos

A competitividade do mercado e as altas exigências dos clientes exigem dos advogados, como em qualquer outra profissão, conhecimentos estratégicos e não apenas técnicos. Os escritórios de advocacia, cada vez mais, são encarados como um negócio, e os departamentos jurídicos como um departamento estratégico dentro de uma corporação, e não apenas um solucionador de problemas. Quem não está alinhado a essa realidade fica para trás, e para nos apoiar nessa empreitada, temos uma grande aliada: a tecnologia.

Para ilustrar esse assunto, escrevemos abaixo um artigo que aborda os quatro casos mais comuns de advogados/escritórios/departamentos, dos que tentam enfrentar a empreitada totalmente sem tecnologia até o que usufrui da tecnologia adequada para se destacar no mercado. Abordamos também os principais problemas em cada caso, e deixamos a nossa dica de como resolvê-los.

 

Caso 1 – Totalmente sem tecnologia

Ainda existem advogados e empresas que realizam suas atividades através de papéis, agendas, contas, fichas e documentos físicos. É um caso crítico e, infelizmente, não é o menos comum. Os problemas mais frequentes neste caso são: perda de prazos, necessidade de mão de obra dedicada a funções operacionais, dificuldades para localizar informações, impossibilidade de emissão de relatórios para clientes, falta de controle das finanças, falta de informações estratégicas, perda de documentos importantes, dificuldade para acompanhar a evolução do mercado, entre vários outros.

 

Caso 2 – Com alguma tecnologia

Há ainda quem acredite que apenas computadores, celulares e acesso à internet sejam suficientes, e tentam fazer a “gestão” de seus processos através de um misto de planilhas e documentos físicos. Praticamente os mesmos problemas do “caso 1” se repetem, porém de uma forma um pouco mais amena e menos frequente. Neste caso, temos uma “bagunça organizada”.

 

Caso 3 – Com tecnologia própria

Neste caso, é dado o primeiro passo em direção ao caminho certo: entender que é necessário um software para gerir as atividades jurídicas. Uma alternativa é encomendar o desenvolvimento de um software próprio e, com isso, tentar solucionar boa parte dos problemas dos casos 1 e 2. Isso pode acontecer, porém novos problemas são criados: o projeto inicial tem um custo altíssimo, e na maior parte dos casos, extrapola drasticamente os orçamentos e prazos previstos no início. Na maior parte dos casos, o projeto não chega ao fim, e o software nunca fica pronto, tornando-se uma despesa sem nenhum retorno. Se o software é concluído, o problema é mantê-lo, pois demanda uma mão de obra desnecessária para um negócio jurídico, e contratar especialistas tem um custo muito alto. A tecnologia acaba tornando-se obsoleta, as funcionalidades do software deixam de atender as necessidades e o que era pra ser uma solução torna-se um problema ainda maior.

 

Caso 4 – Com a tecnologia adequada

A maneira mais profissional de resolver os problemas acima citados é com um software jurídico. Trata-se de uma tecnologia desenvolvida exclusivamente para advogados, escritórios de advocacia e departamentos jurídicos, que garante o suprimento das necessidades desses profissionais/empresas e o retorno do investimento por eles realizado. Porém, o fato de adquirir um software jurídico de mercado não significa que todos os problemas estão resolvidos. Caso a escolha seja mal feita, outros problemas podem surgir, como a necessidade de contratar vários softwares para funções diferentes e que não se integram, ou adquirir um software com a proposta de ser completo, porém é complexo a ponto de impossibilitar o uso por parte dos profissionais que nele trabalharão.

Nossa dica: Quando for avaliar o melhor software jurídico para o seu negócio, procure por um produto conceituado e já utilizado por outras empresas do mercado. A empresa desenvolvedora deve ser especialista no assunto e, além de desenvolver um produto de qualidade, deve prestar suporte técnico após a aquisição, treinar os usuários e atualizar constantemente a tecnologia. É importante, também, que o software seja entregue através de planos adequados para diferentes tamanhos e perfis de empresas, o que o tornará adequado e acessível para o seu negócio.