Gestão de Pessoas: você preza por isso no seu escritório?

Gestão de pessoas: você preza por isso no seu escritório?

Ao contrário do que acontecia antigamente, as organizações deixaram de se preocupar apenas com sua capacidade produtiva e lucrativa, mas também com o acervo intelectual agregado à elas. Uma vez que são bem aproveitados e trabalhados, os recursos humanos impulsionam o negócio para suportar o seu crescimento e representam um meio de se obter vantagem competitiva perante o mercado.

Cada vez mais, percebemos o movimento de grandes escritórios de advocacia preocupados em fomentar a produção do conhecimento e recrutar pessoas que valorizem essa nova maneira de se pensar em gestão. Pessoas são o capital intelectual do negócio, o que significa que, ao longo do tempo não perdem o seu valor, muito pelo contrário: quanto mais tempo, mais alinhadas e capacitadas a operar o negócio, estarão.

Diante disso, nossa dica é: crie uma cultura focada em desenvolvimento de talentos no seu escritório de advocacia. Pessoas inteligentes, motivadas, criativas e competentes, agregam valor ao escritório e trabalham mais empolgadas com o sucesso, levando a empresa no mesmo ritmo. Para auxiliar o seu escritório de advocacia a obter vantagem competitiva através de seu capital intelectual, destacamos medidas que influenciam as ações e o destino da organização:

1. Autonomia: dê autonomia aos seus funcionários. Como? Experimente atribuir maiores responsabilidades à eles, não apenas problemas pontuais que surgem para eles resolverem. Permita-os tomarem decisões independentes e trabalharem de acordo com o que aprenderam e dominam, e lembre-se sempre: por mais competente que um líder seja, ele jamais deve assumir todas as atividades, precisa delegá-las.

2. Informação: a informação desejada precisa chegar a todos os interessados pelo assunto em questão da mesma maneira, a fim de auxiliar a tomada de decisão e busca por novos caminhos. Para esse tipo de alinhamento, nada melhor do que uma reunião, que pode ser feita presencialmente ou via internet, caso algum dos envolvidos esteja longe ou não possa comparecer no escritório – aprenda como fazer reuniões produtivas.

3. Recompensas: aqui, não estamos falando de algo custoso, necessariamente. É da natureza do ser humano o prazer de se destacar entre os demais e ser reconhecido por isso, portanto, o reconhecimento de um bom profissional ou equipe perante o pessoal do escritório é um forte motivador para que as próximas tarefas sejam muito bem realizadas.

4. Competências: antes de exigir competências individuais de seus colaboradores, é preciso definir quais competências o escritório precisa para atingir as suas metas. A partir daí, deve-se pensar em criar condições internas para que os profssionais aprendam diariamente com suas atividades e desenvolvam as tais competências desejadas, da melhor maneira possível.

Mais do que a maioria dos segmentos, no jurídico, o trabalho é muito intelectual e pouco repetitivo e rotineiro, afinal, “cada caso é um caso”. Os escritórios que buscam estabilidade em meio a tantas turbulências que dizem respeito, principalmente, às leis e regras de nosso país, deverão, além de reter seus talentos, treinar e desenvolver pessoas.

O jurídico é um segmento de destaque no mercado de serviços e, principalmente, com o advento da terceirização, a prática da gestão de pessoas foi, rapidamente, absorvida e aplicada em suas raízes. Por isso, a avaliação de desempenho, clima organizacional, ações de qualidade de vida e gestão do plano de participação dos resultados, são algumas políticas implantadas nesse segmento, que cada dia mais se concretiza e profissionaliza. Nós somos desenvolvedores de um software jurídico que pode auxiliar o seu escritório a evoluir nesse sentido, analisando e tirando conclusões de sua equipe para poder aumentar a produtividade e investir assertivamente no seu acervo intelectual.