Como o BI para escritórios de advocacia pode ser eficiente

BI para escritórios de advocacia

Assim como o CRM, ERP e softwares jurídicos, BI é muito mais do que apenas uma tecnologia, é uma metodologia, um conceito. Pela complexidade da informação com a qual um BI lida, sem o apoio das tecnologias adequadas ele se torna uma mão de obra muito grande e complexa. Diversas empresas dedicam especialistas em inteligência para lidar com questões como essa, porém, para um escritório de advocacia isso pode ser muito custoso e não fazer muito sentido. Por isso, hoje falaremos sobre o BI para escritórios de advocacia.

Mas como funciona o BI? Vamos a um exemplo:

Tratamento e consolidação de dados

Imagine o caso de uma empresa do varejo que precisa cruzar vários dados como: informações de venda por categoria de produto, por região e por tíquete médio para chegar a uma conclusão. A partir desse cruzamento de informações, é possível começar a entender que na Bahia, por exemplo, o produto que tem a maior demanda é o X e lá a liquidez é maior por esse ou aquele motivo e, então, a empresa consegue ter base para tomar decisões sobre o negócio.

Camada gráfica

A camada gráfica tem como objetivo reunir as informações que estão em planilhas e/ou banco de dados e transformá-las em informações gráficas de forma que sejam consumíveis, seja no mobile, no televisor ou notebook, sem que o gestor precise ficar traduzindo diversos dados para conseguir interpretar.

Ainda nessa camada, a empresa cria os painéis de indicadores, dashboards e gráficos. Normalmente cada gestor quer ter o painel que remete à sua área. No caso de vendas, se a meta é vender 100 mil no mês e até o momento foi vendido 60 mil, é possível acompanhar se a empresa está ou não dentro da meta, quanto tempo falta para completá-la etc. É possível, também, comparar o meses de diferentes anos, como janeiro de 2015 e janeiro de 2016 e assim verificar se existem melhorias e avanços.

Mas e como tudo isso se aplicada para o mundo jurídico?

O escritório não opera com produtos e não trata de uma operações de vendas como no varejo. Não existe análise regional de venda por categoria de produto e nem análise de meta de vendas. O escritório é focado na produtividade e na prestação de serviços para o cliente. A meta no fim do dia é ser o mais produtivo possível e deixar o cliente o mais satisfeito, o que resulta em liquidez.

Como atingir isso?

É preciso medir a produtividade dos advogados e focar em clientes nos quais seja possível prestar um bom serviço. É difícil um escritório de advocacia ser especialista em todas áreas de atuação do direito, logo, o BI pode ajudá-lo na identificação da área que possui mais fluência e pode ser mais promissora – tendo dados sólidos para tomar decisão.

O BI possibilita medir individualmente o desempenho de cada profissional. Além disso, pode ajudar na questão de obter respostas, isso no sentido de escolher o segmento do cliente e áreas do direito que o escritório tem uma taxa de êxito maior. Afinal, o BI é uma maneira de profissionalização do processo decisório, que elimina desejos infundados e meras intuições. Por isso, é fundamental que toda essa inteligencia baseada em dados seja devidamente transformada em ações que possibilitem a tomada de decisão.

Por exemplo: um sócio acredita que a melhor área a ser explorada pelo escritório é a tributária e outro sócio crê que seja a trabalhista, mas analisando dados históricos dos últimos 10 anos de atuação é possível saber qual área teve mais êxito e quais causas foram mais rentáveis. Talvez o escritório ganhou mais causas tributarias, porém as trabalhistas, apesar de contarem com menos processos, renderam mais faturamento.

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