5 dicas para reduzir os “custos gerais” do escritório sem afetar a camada de gestão

Redução de custos gerais

Para obter mais clientes e maximizar o fluxo de caixa, escritórios de advocacia gastam uma grande quantidade de dinheiro em seus esforços de marketing. É comum que aconteça de você sentir que seus planos de marketing não estão funcionando da maneira que deveriam e tente diferentes métodos para otimizá-lo. Veja bem – você está coberto de razão, mas antes, experimente seguir o nosso conselho: ao invés de se jogar de cabeça em mais um brainstorming, experimente separar algumas horinhas para examinar e estudar suas finanças.

Um fator-chave que pode impactar nos lucros da sua empresa são os custos gerais. Caso você perceba que eles estão excedendo os limites aceitáveis, tente reduzí-los antes de rever o seu plano de marketing. Afinal, com a redução de custos, é possível aumentar os lucros e direcioná-los, posteriormente, à uma estratégia de marketing ainda mais agressiva.

Se você está preocupado com os gastos do seu escritório, veja abaixo uma lista básica de despesas gerais que você pode rever:

  • Escritório virtual: tecnologias como vídeo-conferência e cloud computing auxiliam na economia com infraestrutura em escritórios virtuais e coworking.
  • Serviços de suporte jurídico: terceirizar determinados serviços de apoio à rotina jurídica possibilita a redução dos custos com encargos trabalhistas de paralegais, por exemplo.
  • Renegociações com fornecedores: aproveitar a crescente concorrência entre prestadores de serviços pode acarretar em fechamentos com fornecedores mais acessíveis.
  • Despesas com energia: apesar de parecer clichê, o hábito de apagar as luzes, desligar os ventiladores, ar condicionado, entre outros equipamentos, ajuda a otimizar os custos com energia elétrica.
  • Digitalizar documentos: o modelo de trabalho paperless com documentos digitalizados otimiza o espaço físico e torna os processos mais produtivos e seguros.
  • Mas por que o software jurídico não está nessa lista?

    Talvez, o software jurídico seja o primeiro recurso que os gestores considerem cortar em um momento de dificuldade financeira! Porém, nós desaconselhamos fortemente essa opção, não apenas por sermos desenvolvedores de software jurídico, mas, principalmente, pelos seguintes fatores:

    1. Apoio operacional e perda dos benefícios

    Devido ao fato de o software jurídico ser essencial para sustentar o bom funcionamento operacional do escritório, cortá-lo, pode significar perder o fluxo dos processos e passar a realizá-los manualmente, o que impacta na perda de eficiência e produtividade.

    2. Aquisição de novo software pós-crise

    Quando se está atravessando uma crise, é importante pensar o que acontecerá após ela. Costumamos dizer que um escritório que utiliza ou já utilizou um software jurídico, jamais passará a operar sem ele. Por isso, leve em consideração os custos iniciais que você terá ao adquirir novamente o software quando a situação se normalizar.

    3. Migração das informações

    Adquirir um novo software pode ocasionar transtornos muito maiores em relação à migração das informações. Caso ainda o software escolhido seja diferente do anterior, irá demandar treinamentos, quebra de contrato e, consequentemente, a perda de benefícios.

    Não apenas desaconselhamos cortar o software jurídico em momentos de crise, como recomendamos adquirir um, caso o escritório ainda não possua e consiga um fôlego para investimentos ao cortar os custos gerais. Os custos indiretos são inevitáveis, mas, ao implementar as estratégias citadas acima, você pode fazer uma limpeza em suas despesas gerais e, consequentemente, se tornar muito mais lucrativo.

    Gostou das nossas dicas ou tem mais alguma para agregar? Utilize nosso campo de comentários. Será um prazer compartilhar da sua opinião!